Trivium: em Portugal

TRIVIUM
EUROPEAN TOUR 2012
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20 de Novembro - Paradise Garage (Lisboa)


Abertura de Portas - 20h00
Inicio do Espectáculo - 21h00

No campo do metal mainstream há muitas bandas a fazer música a partir do contraste entre a brutalidade e a melodia. Num momento podem ser avassaladoramente ferozes, para no seguinte atacarem uma melodia orelhuda ou um gancho que se prende à memória do ouvinte durante dias. O metalcore sempre viveu muito dessa dicotomia raiva/melancolia e tem um apelo considerável quando é bem feito. Mas quando não é, nem tanto. Desde que se juntaram, em 2000, os TRIVIUM têm vindo a injetar sangue novo numa tendência que há muito precisava de ser reanimada... Primeiro bastou-lhes misturar thrash e prog na receita, depois foram mais longe e, ainda muito novos, ganharam força de super-heróis e transformaram-se num caso sério de sucesso a nível global. Tocaram em todos os eventos de alto calibre, fizeram as digressões que interessavam e partilharam palcos com nomes como Metallica e Iron Maiden. Dificilmente se poderia encontrar um melhor selo de aprovação. É já com cinco álbuns de sucesso na bagagem, quilómetros e quilómetros de estrada nas pernas e um estatuto inegável que o quarteto liderado pelo carismático Matt Heafy vai protagonizar uma há muito aguardada estreia em Portugal no dia 20 de Novembro – um concerto único; no Paradise Garage, em Lisboa.

A partir do momento em que lançaram «Ember to Inferno», em 2003, os TRIVIUM não mais pararam de crescer. Cada um dos lançamentos subsequentes reuniu aplausos consensuais por parte do público e da crítica, com a banda oriunda da Florida a ser aclamada deste e do outro lado do Atlântico. Logo ao segundo disco – um feito considerável, sobretudo se tivermos em conta que na altura alguns dos membros do grupo nem sequer tinham idade para tirar a carta de condução – cimentaram o seu lugar no panteão da música pesada, vendendo mais de meio milhão de discos. Contra todas as expectativas, geradas pela saturação do metalcore, repetiram a façanha com «The Crusade» e «Shogun», sendo que este último lhes valeu uma entrada direta para a posição #23 da Billboard e presença assegurada nas tabelas de vendas de 18 outros países. Transformados num dos nomes melhor sucedidos da sua geração, apadrinhados pela elite do género e assinando atuações demolidoras frente a plateias rendidas em festivais como o Download e o Ozzfest, fizeram tudo como era suposto terem feito. No entanto, apesar do sucesso, Heafy e companhia – Corey Beaulieu na guitarra, Paolo Gregoletto no baixo e o novo baterista Nick Augusto – ansiavam por algo mais.

Essa vontade de ir mais longe é notória no último registo de estúdio dos norte-americanos, «In Waves». Ao quinto registo de longa-duração, os TRIVIUM assinam mais uma forte declaração de intenções, marcam uma posição que resulta do processo de evolução que sofreram durante a última década, deixam a música falar mais alto que tudo o resto e, mais importante ainda, escrevem as suas próprias regras para o que é ser uma banda de metal na atualidade. No entanto, em vez de operar mudanças profundas no seu som, o grupo optou por expandir os elementos que o tornaram famoso. Misto de caos controlado e texturas sónicas elegantes e orelhudas, temas como «In Waves», «Inception of the End» ou «Built to Fall» vivem à custa de um balanço poli-rítmico demolidor, a rapidez e técnica típicas do thrash e refrões incrivelmente orelhudos, que não deixam ninguém indiferente. Com a proficiência técnica dos músicos – a esse nível dão “baile” aos seus competidores – temperada por uma sensibilidade melódica pouco comum, cada um dos treze temas de «In Waves» ganha vida própria e, no conjunto, servem a prova irrefutável de que o quarteto está a atravessar um excelente momento de forma – na semana em que foi editado, o álbum chegou ao #13 da Billboard, a entrada mais alta de sempre para a banda na tabela de vendas norte-americana.

BIOGRAFIA TRIVIUM:

Oriundos da idílica Florida, os Trivium nasceram em 2000 e provocaram rapidamente burburinho entre os metaleiros de Orlando com a sua mistura de metalcore, thrash e a dose certa de tecnicismo. Garantindo um contrato com a independente germânica Lifeforce, lançam o disco de estreia, intitulado «Ember to Inferno», em Outubro de 2003 como um trio composto pelo vocalista/guitarrista Matt Heafy, pelo baterista Travis Smith e pelo baixista Brent Young. Um dos temas do álbum foi incluído numa coletânea de uma revista e, voilá!, o CD foi parar à secretária do influente Monte Conner, que os agarrou de imediato para a Roadrunner. É já com Paolo Gregoletto no baixo e Corey Beaulieu na segunda guitarra que a banda edita «Ascendancy», em Março de 2005. Em pleno boom do metalcore, o disco subiu à posição #151 da Billboard 200, trepando à tabela dos Top Heatseekers na semana em que chegou aos escaparates. Numa sólida e forte declaração de intenções, os músicos provavam todo o seu talento e os resultados dos seus esforços não se fizeram esperar, com o disco a recolher elogios por parte de publicações como o NY Times e de revistas especializadas como a Revolver, Decibel, Metal Hammer, Rock Sound e Kerrang!, que o considerou “disco do ano”.

No Reino Unido o frenesim à volta dos norte-americanos tornava-se especialmente intenso, com uma chuva de galardões nos Kerrang! Awards e nos Metal Hammer Golden Gods, assim como duas participações explosivas no gigantesco Download Festival em Junho de 2005 e 2006. Com o Headbanger's Ball da MTV2 a dar atenção aos singles «Like Light to the Flies», «Pull Harder on the Strings of Your Martyr», «A Gunshot to the Head of Trepidation» e «Dying in Your Arms», o grupo inicia então uma campanha de conquista mundial assente em concertos em nome próprio na Europa e, do outro lado do Atlântico, participações nos festivais itinerantes Roadrage, Ozzfest e Sounds of the Underground, ao lado de nomes tão famosos como Metallica, Korn, Machine Head, Cannibal Corpse, GWAR, Fear Factory ou Killswitch Engage. Aproveitando a reedição de «Ascendency» com extras, a banda não perde tempo e lança «Crusade» no Outono seguinte. Com Heafy a revelar uma apetência mais notória por vocalizações limpas ao invés dos berros que tinha usado até ali e a música mais próxima que nunca das suas influências, são recebidos com um franzir de sobrolho por parte da imprensa. Mesmo assim, a cada vez mais vasta legião de seguidores do coletivo permite-lhes, ao quarto longa-duração, atingirem mais um pico de sucesso comercial com uma gloriosa escalada ao #25 da tabela norte-americana. Com mais de 32,000 vendidas na primeira semana, partiram novamente em digressão, desta vez como “suporte” aos gigantes Iron Maiden e Metallica, depois na Black Crusade Tour ao lado dos Machine Head, Arch Enemy, DragonForce e Shadows Fall e, ainda antes da Family Values com os Korn, uma campanha europeia em nome próprio.

Acarinhados com um Golden God para “melhor banda ao vivo” em 2006, a banda não tardou a recuperar a garra de outrora, bem patente em «Shogun», lançado em Setembro de 2008. Os músicos acabariam por fazer o impensável em termos comerciais, repetindo o sucesso do disco anterior apesar da abordagem mais pesada do material. Seguiram-se mais concertos e tours, que os mantiveram ocupados durante uma grande parte dos três anos seguintes. Em 2009, depois de ter percorrido a Europa e os Estados Unidos de lés a lés e arrecadado mais uns quantos prémios pelo caminho, o grupo anuncia a inesperada saída de Travis Smith e a entrada de Nick Augusto para o lugar deixado vago atrás do kit de bateria. Após uma digressão com o ex-Maruta, o quarteto entra em estúdio para testar a nova formação e sai de lá com um original («Shattering The Skies Above») e uma versão («Slave New World» dos Sepultura) debaixo do braço, disponibilizadas em formato digital em Fevereiro 2010. Pouco tempo depois começam a trabalhar no material que, em Agosto de 2011, é editado sob o título «In Waves». Produzido pelo afamado Colin Richardson, o lançamento do quinto álbum dos Trivium foi precedido pelo lançamento do tema-título como single e, na semana em que o longa-duração chegou aos escaparates, chegou ao #13 da Billboard, transformando-se na estrada mais alta de sempre para os músicos na tabela da Billboard.

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20 de Novembro - Paradise Garage (Lisboa)

Abertura de Portas - 20h00
Início do Espectáculo - 21h00


Preço dos bilhetes: 22,00 Euros

Press release: Prime Artists

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