Ruben Viegas
Foo Fighters confirmados na 11º edição do NOS Alive'17
O NOS Alive orgulha-se de anunciar mais um grande nome para a 11.ª edição. Os Foo Fighters sobem ao Palco NOS dia 07 de julho, primeiro dia do festival. A banda junta-se aos já anunciados Depeche Mode, com atuação marcada para dia 08 de julho no Passeio Marítimo de Algés.
Com mais de 20 anos de carreira, desde o lançamento do álbum de estreia, editado em 1995, os Foo Fighters, formados por Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Chris Shiflett e Pat Smear, são hoje considerados uma das maiores bandas rock de sempre.
O catálogo impressionante do grupo reúne vários discos de ouro e platina, é vencedor de 11 Grammys, quatro Brit Awards, vendeu mais de 25 milhões de álbuns e conta com êxitos como “Everlong", "Monkey Wrench", "My Hero", "Learn To Fly", "All My Life", "Best Of You", "The Pretender", “Walk", “Something From Nothing” e muitos outros.
A 10.ª edição do NOS Alive ficou marcada como a mais bem sucedida de sempre, tendo esgotados os três dias do evento, com um total de 165.000 espectadores, feito único no panorama dos festivais desta dimensão em Portugal.
O NOS Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 06, 07 e 08 de julho de 2017. Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais.
06, 07 e 08 de Julho de 2017
PASSEIO MARÍTIMO DE ALGÉS (OEIRAS)
Preço dos Bilhetes
Bilhete Diário - 59€
Passe de 3 dias - 129€
Lisboa Camping - a partir de 17€
Packs Hotel - a partir de 233,45
Sites Oficiais Foo Fighters
www. foofighterspassport.com
www.instagram.com/foofighters.com
Sites Oficiais NOS ALIVE
https://www.facebook.com/NOSalivePortugal
Press Release: Everything is New
White Lies apresentam em Portugal o seu 4º disco de originais
White Lies, banda de indie rock londrina, atua dia 18 de novembro no Grande Auditório do CCB.
O grupo traz a Portugal o mais recente longa-duração “Friends”, com data de lançamento agendada para dia 07 de outubro. O primeiro single é apresentado hoje ao público e pode ser escutado aqui.
Harry McVeigh, na voz e guitarra, Charles Cave, no baixo e voz secundária, e Jack Lawrence-Brown na bateria, formam o trio que já conta com três discos de originais e vários prémios e nomeações acumuladas.
O álbum de estreia da banda, "To Lose My Life", foi lançado em janeiro de 2009 em #1 no Top do Reino Unido e colocou-os imediatamente na lista das grandes promessas britânicas. Os seguintes registos de estúdio comprovaram definitivamente o sucesso do grupo.
A primeira parte do espetáculo estará a cargo dos britânicos The Ramona Flowers.
Os bilhetes serão colocados à venda na próxima sexta-feira, dia 01 de julho.
Abertura de portas: 20h30
Início espetáculo: 21h00
Sites Oficiais
BILHETES À VENDA DIA 01 DE JULHO (SEXTA-FEIRA) NOS LOCAIS HABITUAIS
Preços
Cadeiras de Orquestra * 40,00 Euros
1.ª Plateia * 30,00 Euros
2.ª Plateia * 25,00 Euros
1.º Balcão * 22,00 Euros
2.º Balcão * 20,00 Euros
Balcão Lateral * 20,00 Euros
Lateral * 22,00 Euros
Camarote Central * 30,00 Euros
Camarote Lateral * 22,00 Euros
Galeria de Pé * 20,00 Euros
Press Release: Everything is New
Parkway Drive dia 28 de Abril no Lisboa ao Vivo
Abertura Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 20h30
"Os Parkway Drive, estrelas da nova geração metalcore, regressam finalmente a Portugal no dia 28 de Abril para um concerto no Lisboa ao Vivo."
No universo da música pesada, as bandas pioneiras sempre foram mantidas em alta consideração. Ao contrário do que se passa no mundo do punk ou do hardcore, em que os “antepassados” são frequentemente tratados com cinismo enquanto os músicos mais jovens tendem a colocar todo o ênfase na progressão, grupos como os Iron Maiden, os Metallica e os Slayer continuam a ser vistos de forma generalizada como “realeza”, respeitados de forma unânime por diversas gerações de melómanos afetos às sonoridades mais pesadas. De forma algo surpreendente, desde que se juntaram nos idos de 2003, os australianos PARKWAY DRIVE têm mostrado saber exatamente como casar essas duas abordagens com sucesso, mantendo-se fiéis às regras basilares do estilo em que se inserem sem nunca dizerem que não ao impulso criativo que lhes permite reinventarem-se disco após disco.
Adaptando a grandiosidade do metal dos anos 80 ao novo milénio através da injeção de uma miríade de influências contemporâneas que vão do screamo à eletrónica, ao longo da última década o quinteto oriundo de Byron Bay assinou uma sequência de lançamentos a que ninguém pode apontar quaisquer defeitos e, hoje, são adorados internacionalmente como resultado de uma atitude que acaba por ter tanto de tradicional como de inovadora – o que, no meio do marasmo criativo que domina muito do que se faz neste mundo, só podia funcionar como uma característica definidora. Pelo caminho, conseguiram afirmar-se também como uma espécie de anomalia no universo da fusão metal/hardcore, sendo um dos poucos coletivos da sua geração que criou um fundo de catálogo à prova de bala, sem passos em falso apesar das várias mudanças de pele que foram ensaiando desde que lançaram o disco de estreia em 2005.
Dos breakdowns demolidores que os ajudaram a estabelecer uma reputação em álbuns como «Kiling With A Smile» e «Horizons» à atitude francamente mais expansiva adotada em «Deep Blue» e «Atlas», os músicos liderados pelo talentoso Winston McCall – detentor de uma das vozes mais reconhecíveis do metalcore na fase pós-«Alive Or Just Breathing» – os músicos australianos trataram de agarrar a sua base de fãs pelo colarinho da t-shirt e não mais a largaram, crescendo de uma forma que, provavelmente, nem eles próprios conseguiriam antever quando deram os primeiros passos. Em 2016 são já um caso raro de sucesso à escala global e um verdadeiro fenómeno no seu país de origem, onde podem ombrear sem grandes problemas com os maiores ícones do som pesado. E, mesmo assim, nunca caíram da tentação de ficar sentados à sombra da bananeira, com «Ire», o álbum de 2015, a afirmar-se como o registo mais ambicioso e arrojado que assinaram ao longo de uma carreira brilhante.
Os bilhetes para o concerto custam 23€, à venda a partir de 31 de Outubro nos locais habituais.
Sala:
Lisboa ao vivo
Av. Infante D. Henrique, Armazém 3
1950-406 Lisboa
https://www.facebook.com/SalaLisboaAoVivo/
Biografia
Os Parkway Drive juntaram-se, na idílica localidade de Byron Bay, na Austrália, no Verão de 2003 e, para designar a banda, decidiram utilizar o nome da rua onde, na cave da casa do baterista Ben Gordon, fizeram os primeiros ensaios. Com a formação completa com Winston McCall na voz, Luke Kilpatrick e Jeff Ling nas guitarras e Shaun Cash no baixo, o jovem quinteto não perdeu tempo e, uns meses depois de terem começado a tocar juntos, dividem um EP com os conterrâneos I Killed The Prom Queen e, em sequência, o lançamento de estreia em nome próprio. Foi precisamente «Don't Close Your Eyes» que lhes permitiu começarem a construir uma reputação e a acumularem uma base de fãs sólida em toda a Austrália, muito graças aos “suportes” que fizeram por todo o país a bandas internacionais como Hatebreed, In Flames, Chimaira, Shadows Fall, As I Lay Dying ou Bleeding Through. Em Maio de 2005 viajam para os Estados Unidos e registam o longa-duração de estreia com Adam Dutkiewicz, dos Killswitch Engage, como produtor. O resultado desta colaboração, intitulado «Killing With A Smile», foi lançado na Austrália em Setembro desse ano e, desde então, já vendeu mais de 30.000 cópias – a edição internacional só aconteceu, no entanto, em 2006, através da Epitaph Records. É após outro acerto na secção rítmica, com Jia O'Connor a substituir Cash, que embarcam na sua primeira tour internacional, passando grande parte de 2006 a viajar pelo Reino Unido, pela Europa, pelos Estados Unidos e também por todo o contingente australiano (como parte integrante da Rockstar Taste of Chaos).
Chegado o momento de gravar o segundo álbum, os Parkway Drive decidiram repetir o processo testado com sucesso em «Killing With A Smile» e viajaram novamente até ao Massachusetts para trabalhar com Dutkiewicz, que assinou a produção de «Horizons». Editado em Outubro de 2007 através da Epitaph, este segundo disco mostrou os músicos a embarcarem numa sonoridade ainda mais pesada, mas valeu-lhes aplausos unânimes de novo e, à data de edição, entrou diretamente para o lugar #6 da tabela de vendas no país natal do grupo. Por seu lado, a participação na Vans Warped Tour como “a única banda australiana do cartaz” espelhou o seu processo de crescimento e, entre várias digressões australianas, nos Estados Unidos, Europa e Japão, o ano de 2008 foi passado quase na totalidade na estrada, provando que se foram progressivamente transformando num dos projetos mais trabalhadores da sua geração. Esse esquema esforçado de atividades acabou, inevitavelmente, por dar resultados, alargando muito a sua base de seguidores e, após a edição de «Deep Blue», em 2010, conferindo-lhes também o reconhecimento da indústria musical australiana, que lhes atribuiu o prémio ARIA para “melhor álbum de hard rock/heavy metal” desse ano. Produzido por Joe Barresi, «Deep Blue», o álbum seguinte, foi disponibilizado a 25 de Junho de 2010 na loja australiana do iTunes e, quatro horas depois, já ocupava a segunda posição da tabela de vendas, ultrapassado apenas por «Recovery», de Eminem. Os músicos voltam então a fazer-se à estrada, em mais uma rota mundial bem sucedida e que antecedeu a edição de «Atlas», em 2012. Gravados em parceria com Matt Hyde, temas como «Dark Days» ou «Old Ghost/New Regrets» mostraram os Parkway Drive a adotarem uma postura mais aventureira e dinâmica, que ganhou ainda mais corpo três anos depois, com o lançamento do muito aplaudido «Ire», que – em 2015 – os viu romperem de vez com as grilhetas do metalcore mais genérico.
Kamelot ao vivo em Portugal dia 23 de Outubro 2016
Haven European Tour 2016
Abertura de Portas: 20h - Início do Espectáculo: 20h30
"Uma das mais criativas e aplaudidas propostas já saídas do movimento power metal, os intercontinentais Kamelot, regressam finalmente a Portugal para apresentar o seu mais recente álbum de originais, «Haven»."
Lançar um 11º álbum face a uma legião de adoradores fanáticos é um daqueles feitos a que todas as bandas deveriam aspirar e foi exatamente isso que os KAMELOT fizeram em Maio do ano passado com a edição do seu mais recente disco de originais. Historicamente famoso por registos assentes em conceitos específicos – as adaptações do clássico “Fausto” de Goethe que, na viragem para o Séc. XXI, deram origem a álbuns como «Epica» e «The Black Halo», valeram-lhes rasgados elogios –, com «Haven» o coletivo liderado pelo exímio multi-instrumentista Thomas Youngblood deu um passo mais além na sua evolução natural. O resultado, um reflexo da enorme vontade de progredir por parte de músicos que se recusam a baixar os braços, revelou-se uma irrepreensível coleção de canções que, apesar de manterem como fio condutor a ideia de um hipotético futuro distópico e de segurarem todas as características definidoras do talentoso projeto intercontinental, alargam ainda um pouco mais o seu raio de ação, revelando-o mais criativo e versátil que nunca.
Será certamente essa inabalável vontade de fazer ainda mais e melhor que irá pautar o retorno dos KAMELOT a Portugal no dia 23 de Outubro, para um concerto único na Lisboa Ao Vivo, a nova sala de espetáculos situada na zona ribeirinha da capital. Depois de, em 2010, ter encantado o público luso com uma emocionante atuação no Vagos Open Air, o sexteto formado por Youngblood na guitarra, Casey Grillo na bateria,Tommy Karevik na voz, Oliver Palotai nos teclados e Sean Tibbetts no baixo, regressa ao país com o novo «Haven» na bagagem e prepara-se para provar, uma vez mais e como se dúvidas restassem, que não são uma banda qualquer. Depois do início de carreira modesto durante a segunda metade dos anos 90, foi na viragem do milénio que o quinteto iniciou um processo de transformação que, hoje, o vê ser descrito com frequência como “um dos projetos mais entusiasmantes” no espectro em que se move. É sabido que, devido à sua natureza dramática e teatral, pode ser difícil fazer power metal sem cair em abusos, mas – desde cedo! – os KAMELOT mostraram saber como fazer passar a mensagem de forma elegante e sóbria, sem nunca cederem a dramatismos exagerados. Melhor ainda, desafiando as convenções do estilo a cada vez que se atiram à composição de um novo registo, parecem ter uma capacidade imutável para traçar a linha do bom gosto num género dominado por espadas e dragões, o que acaba por destacá-los de toda competição.
Junte-se a esta enorme vontade de inovar uma força interior notável e temos o segredo para um caso raro de sucesso, que mais de duas décadas depois de ter dado os primeiros passos continua a soar tão relevante como nos seus maiores picos a nível criativo. Só isso pode, de resto, justificar que, depois da inesperada perda do inimitável Roy Khan, que decidiu abandonar em 2010, se tenham reerguido de uma forma tão exemplar, usando uma situação passível de quebrar qualquer coletivo menos obstinado para se tornarem ainda mais fortes. É sabido que Youngblood tem sido, desde sempre, a força motriz dos KAMELOT, mas ao longo de uma década, a voz do norueguês transformou-se numa das suas imagens de marca e, até «Silverthorn» sair em 2012, ninguém sabia o que esperar. À partida, a escolha do pouco experiente Tommy Karevik deixou muita gente de sobrolho levantado, mas o registo vocal mais espartano e simples, mas não menos convincente, do ex-Seventh Wonder acabou por revelar-se uma enorme bênção, permitindo à banda conservar a sua identidade intacta sem se estar a repetir. «Haven», do ano passado e já o 2º longa-duração com Karevik atrás do microfone, é a prova de que, por esta altura, já nada os pode quebrar.
Os bilhetes para o concerto custam 22€, à venda nos locais habituais.
Sala:
Lisboa ao vivo
Av. Infante D. Henrique, Armazém 3
1950-406 Lisboa
https://www.facebook.com/SalaLisboaAoVivo/
Biografia
O guitarrista Thomas Youngblood e o baterista Richard Warner criaram os Kamelot em Tampa, na Florida, em 1992. Dois anos depois, já com uma formação estabilizada por Mark Vanderbilt na voz, Glenn Barry no baixo e David Pavlicko nos teclados, assinam contrato com a Noise Records que, no final do mês de Agosto de 1995, disponibilizada o primeiro álbum do quinteto. «Eternity» acabaria por ser elogiado como uma estreia muito promissora pela imprensa especializada, sendo que, no ano seguinte, os músicos confirmaram todos os predicados com a edição de «Dominion», um disco ainda mais diversificado e dinâmico que o seu predecessor. Em 1997, já após a saída do baterista Richard Warner e do vocalista Mark Vanderbilt, os Kamelot dão um derradeiro passo em frente na sua evolução. Mais que apenas meros substitutos, Casey Grillo e Roy Khan juntaram-se ao grupo a meio do processo de composição de «Siege Perilous», acabando por contribuir de forma bastante notória para o crescimento revelado nesse terceiro longa-duração.
Na sequência do lançamento do terceiro álbum no Verão de 1998, o renovado quinteto embarcou numa extensa digressão pela Europa durante o Outono e, aproveitando o embalo criativo, regressa ao Gate Studio, em Wolfsburg, 12 meses mais tarde para gravar o quarto longa-duração. O «The Fourth Legacy» chegou aos escaparates em Dezembro de 1999, inspirando a New Allegiance Tour no ano seguinte – uma rota que passou pela Alemanha, Áustria, Suíça, Holanda, Bélgica, Itália, Grécia e Espanha – e, já em 2000, deu origem à edição de «The Expedition», o primeiro registo ao vivo da carreira do grupo. Escassos meses depois, apresentam o quinto longa-duração, «Karma», que viu Khan, Youngblood, Grillo e Barry fazerem mais uma tour europeia e, dois anos depois, editarem «Epica», uma declaração de intenções na forma de disco que combinou todos os pontos fortes dos anteriores com novas ideias e um som ainda mais majestoso. 2003 foi um ano de franca expansão para a banda, que começou finalmente a atuar como cabeça-de-cartaz um pouco por todo o mundo – da Europa aos Estados Unidos, passando também pelo Japão e pelo México.
«The Black Halo», de 2005, acrescentou mais um capítulo muito emocionante na história do grupo dando continuidade à adaptação do “Fausto”, numa fusão dos célebres textos de Goethe com as experiências dos músicos. No seguimento de outro lançamento de grande sucesso, e também de uma gigantesca tour que o viu tocar em todos os maiores eventos do género, o quinteto lança então o seu primeiro DVD ao vivo, com o título «One Cold Winter's Night». De seguida, embarcam numa profunda fase de experimentação que, em 2007 e 2010 respetivamente, acabaria por dar origem aos mais sinistros e introspetivos «Ghost Opera» e «Poetry For The Poisoned», os dois últimos álbuns a contarem com os préstimos do muito venerado vocalista Roy Khan. Nem dois anos depois, já com Tommy Karevik no seu lugar e sem darem quaisquer mostras de pretenderem atirar a toalha ao chão, encetam um regresso à exploração dos aspetos mais melódicos do seu som, num processo de inflexão estilística que resultou em «Silverthorn» e «Haven» – este último a marcar a mais alta entrada de sempre para o grupo na tabela da Billboard – em 2012 e 2015.
Press Release: Prime Artists
Tarja dia 4 de Novembro na Aula Magna em Lisboa
The Shadow Shows 2016
1ª Parte: Special Guests
Abertura de Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 21h00
Tarja Turunen, a diva do metal sinfónico por excelência, regressa a Portugal em Novembro para apresentar o seu novo álbum de originais a solo «The Shadow Self».
Quando se pensa numa cantora lírica soprano associada ao heavy metal, não há como contornar a realidade de que o primeiro nome que vem à cabeça é inevitavelmente o de TARJA. Entre 1996 e 2005, tornou-se conhecida internacionalmente como frontwoman dos Nightwish, porta-estandartes e pioneiros do metal sinfónico como o conhecemos hoje, uma das mais aplaudidas e badaladas propostas dentro de um género que, na transição para o novo milénio, acabou por transformar-se numa das coqueluches da música pesada. Hoje em dia, mais de duas décadas depois, sabe-se que o segredo para o enorme sucesso do grupo finlandês residia exatamente no estilo muito próprio e individual da sua vocalista que, através do um tom tão poderoso como doce, consegue criar uma conexão emocional com os ouvintes que transcende quaisquer linguagens, localizações ou estilos musicais. Seja como solista com a Ópera Nacional Finlandesa, a cantar numa igreja, ou a segurar a atenção de milhares de fãs de rock em arenas pelo mundo, TARJA é um verdadeiro fenómeno.
Não é por isso estranho que o inesperado despedimento da cara e voz por trás de êxitos colossais como «Oceanborn», «Wishmaster» ou «Once», através de uma carta aberta enviada à imprensa em 2005, tenha deixado de rastos uma enorme legião de seguidores. Felizmente, TARJA não se deixou abalar, tendo encetado uma carreira a solo que, durante a última década, tem espelhado na perfeição a versatilidade que caracteriza o seu talento, mantendo os fãs de longa data e, ao mesmo tempo, chegando também a um público mais vasto. Apoiada numa sequência de registos soberbos em que se tem dividido entre o rock, o metal, a pop e a ópera, a talentosa finlandesa tem levado a cabo um rigoroso esquema de digressões, atuando perante plateias esgotadas um pouco por todo o lado. No próximo dia 4 de Novembro, o público nacional vai ter uma vez mais oportunidade de se render ao charme da diva de Kitte, que regressa por fim ao nosso país para apresentar o seu mais recente registo de originais, que tem data de edição agendada para este ano. Recorde-se que esta é já a quarta passagem da carismática artista por Portugal, depois da estreia no Verão de 2005 no festival Vilar de Mouros ainda com os Nightwish e, em nome próprio, duas atuações colossais na Aula Magna, em 2012 e 2014.
Nascida Tarja Soile Susanna Turunen Cabuli a 17 de Agosto de 1977, ao longo de uma carreira que já dura há mais de duas décadas TARJA conseguiu alcançar o impensável unindo de forma muito inteligente mundos que, à primeira vista, pareciam estar em polos opostos; neste caso, o heavy metal e a ópera. Provavelmente ninguém pensava que seria possível ver dois estilos tão distintos a ombrearem de igual para igual, sem se diluírem um ao outro, mas a soprano finlandesa provou-o além de qualquer dúvida. Apesar de ter ficado mundialmente conhecida como a voz e a cara dos Nightwish, que fundou em 1996 ao lado de Tuomas Holopainen, esta natural de Kitte não ficou a descansar à sombra dos êxitos do passado quando, em 2005, foi subitamente dispensada pelos ex-companheiros. Aliás, o ano não tinha chegado ao fim e já estava de regresso à estrada, dando início a uma primeira tour em nome próprio que se estendeu até ao final de 2006, altura em que lançou o primeiro álbum solo, «Henkäys Ikuisuudesta». A 19 de Novembro de 2007, regressa ao formato rock/metal com «My Winter Storm», que se transformou num enorme sucesso comercial e inspirou mais uma digressão mundial. Incansável, lança «What Lies Beneath» a 3 de Setembro do ano seguinte, com a subsequente tour a dar origem ao DVD «Act I: Live In Rosario». Em Agosto de 2013 lança «Colours In The Dark» e, após a revolucionária colaboração com Mike Terrana em «The Beauty And The Beat» e de um muito aplaudido retorno à ópera com «Ave Maria – Ein Plein Air», de 2014 e 2015 respetivamente, está agendado para este ano o regresso às edições com o quinto álbum de originais a solo «The Shadow Self».
BIOGRAFIA TARJA
Durante as últimas duas décadas, a cantora soprano Tarja Turunen, transformou-se na estrela mais brilhante da cena rock/metal finlandesa e, a nível internacional, num dos rostos mais famosos no mundo da música. No entanto, quando nasceu, a 17 de agosto de 1977 na pequena aldeia finlandesa de Puhos, próximo da cidade de Kitee, no seio de uma família humilde, Tarja Soile Susanna Turunen-Cabuli jamais poderia ter imaginado o caminho que tinha pela sua frente. Uma coisa é certa, no entanto: a música marcou a sua vida desde o início. Os seus pais relembram com humor que Tarja começou a cantar antes sequer de ter aprendido a andar, recordando com muito carinho as suas façanhas destemidas como "animadora" de inúmeras festas em família. Por tudo isso, tornou-se desde cedo claro que o palco e os holofotes a atraiam, sendo que a pequena miúda de olhos verdes não demorou muito a perceber qual era sua vocação. Tarja iniciou os seus estudos musicais aos seis anos num instituto musical de Puhos, até que, aos quinze, se mudou para a pitoresca Savonlinna onde se destacou como uma estudante verdadeiramente esforçada, passando em todos os exames com as melhores notas na história da escola secundária local. De seguida, candidatou-se à reputada Academia Sibelius, especializada em música sacra e canto clássico. Além de ter de desenvolver a sua técnica vocal, foi forçada a estudar piano a sério, não apenas como um hobby, e o seu esforço foi compensado com notas perfeitas no final do ano letivo. Foi por esta altura que foi convidada para gravar três músicas para um projeto acústico; a experiência mudou para sempre a sua visão da música.
Com o bombástico e majestoso timbre de Tarja a ofuscar os outros instrumentistas, os Nightwish não demoraram muito tempo a transformar-se em algo diferente. Depois de gravarem uma única maqueta, os músicos assinaram com Spinefarm Records e, em 1997, lançaram o álbum de estreia «Angels Fall First». As reações do público e da imprensa não se fizeram esperar, com o carácter único do disco a suscitar respostas incrivelmente positivas; a banda começou a dar os primeiros concertos e, a partir de então, transformou-se na prioridade para Tarja, que colocou as suas ambições académicas temporariamente em stand by. Apesar disso, entre as tours e sessões de gravação, a vocalista foi sempre arranjando tempo para equilibrar os riffs do heavy metal com colaborações ocasionais que nunca lhe permitiram perder contacto com as melodias sumptuosas de Verdi e Wagner. No período compreendido entre 1998 e 2005, gravou mais quatro álbuns com os Nightwish, numa sequência de lançamentos – «Oceanborn» em 1998, «Wishmaster» em 2000, «Century Child» em 2002 e «Once» em 2004 – que mostrou o coletivo a crescer de uma forma incomensurável a todos os níveis. Os músicos partiram das margens da Finlândia para a fama internacional, percorrendo mares nunca antes navegados e abrindo caminho para toda uma vaga de grupos apostados em misturar o peso do heavy metal com a sumptuosidade da música clássica e sinfónica. Imparável, Tarja nunca deixou também de perseguir os seus sonhos fora do grupo, inscrevendo-se na Universidade Musical de Karlsruhe, na Alemanha, para dar continuidade aos estudos e colaborando com músicos como Beto Vazquez e Anssi Tikanmäki.
2004 transformou-se no ano mais movimentado para Tarja até então, com a vocalista a dar o primeiro passo no sentido de uma carreira em nome próprio com a edição do EP «Yhden Enkelin Unelma», composto por versões de duas canções tradicionais de Natal – o disco transformou-se num sucesso improvável, atingindo a marca de platina. Por sua vez, «Once», o quinto álbum dos Nightwish, chegou aos escaparates a 7 de Junho e afirmou-se como o maior sucesso da banda atingindo o #1 dos tops de vendas em cinco países, atingindo tripla platina na Finlândia e triplo Ouro na Alemanha. A tour mundial de promoção, a mais longa de sempre para o grupo, terminou a 21 de Outubro de 2005 em Helsínquia, com um espetáculo concebido propositadamente para posterior edição. Já após a atuação, e sem que nada o fizesse prever, a banda dispensou Tarja... O DVD, intitulado «End Of An Era», seria editado no Verão do ano seguinte. Com críticos e fãs de todo o mundo a elogiarem o seu enorme talento, Tarja não demorou muito a encetar uma carreira a solo que dura até hoje. Em 2006, dividiu-se entre várias colaborações, entre as quais se contam participações nos musicais «SPIN» e «Rhapsody in Rock», nos quais interpretou um repertório diverso, de peças clássicas a rock dos anos 60, e uma fulgurante passagem pelo Savonlinna Opera Festival, como solista e em colaboração com o famoso tenor finlandês Raimo Sirkiä e a Orquestra Sinfónica de Kuopio, em duas atuações lotadas que lhe valeram rasgados elogios.
Com Tarja dedicada essencialmente à música clássica e na sequência de um álbum de Natal, com o título «Henkäys Ikuisuudesta», de 2006, ninguém sabia bem o que esperar do seu regresso aos originais. Aquando da sua edição a 16 de Novembro de 2007 pela Universal Music, «My Winter Storm» revelou-se um registo de difícil categorização; nove anos no mundo do heavy metal tinham deixado a sua marca na cantora, mas este não era um registo ortodoxo dentro do género que a tinha tornado famosa. Temas como «I Walk Alone» mostraram-na a introduzir novos sons na sua música, num registo que atingiu transversalmente paisagens que iam do metal à ópera, passando pelo ambient e pop. O disco chegou ao #1 do top e atingiu a marca de disco de ouro na Finlândia no dia em que foi editado, transformando-se num enorme sucesso comercial também na Hungria, na República Checa, na Alemanha e na Rússia. No final do ano, Tarja foi nomeada para os prémios Echo e Emma, começando de imediato a preparar o seu sucessor. Autoproduzido, «What Lies Beneath» chegou aos escaparates a 1 de Setembro de 2010 e ampliou ainda um pouco mais a já vasta paleta de sonoridades, com alusões ao Barroco e ao rock clássico, uma atitude experimental mais exacerbada e diversas colaborações que ajudaram a elevar o disco a um nível altíssimo. Na sequência de mais uma digressão mundial, que se prolongou durante dois anos e deu origem ao DVD «Act I: Live In Rosario», é lançado a 30 de Agosto de 2013 «Colours In The Dark», o muito aplaudido quarto longa-duração em nome próprio. Para 2016, após a revolucionária colaboração com Mike Terrana em «The Beauty And The Beat» e do retorno à ópera com «Ave Maria – Ein Plein Air», em 2014 e 2015 respetivamente, já está agendado o lançamento de um novo registo a solo.
Press Release: Prime Artists
An Evening with Dave Mattwhews e Tim Reynolds no Coliseu de Lisboa
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Cage The Elephant com concerto em nome próprio em Portugal
CAGE THE ELEPHANT COM CONCERTO EM NOME PRÓPRIO DIA 06 DE FEVEREIRO NO HARD CLUB
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BILHETES À VENDA DIA 21 DE OUTUBRO (SEXTA-FEIRA) NOS LOCAIS HABITUAIS
Hard Club | 06 de fevereiro de 2017
Entrada * 24,00€
Bilhetes para o NOS ALIVE'17 à venda amanhã em exclusivo na FNAC
BILHETES PARA O NOS ALIVE'17 À VENDA AMANHÃ EM EXCLUSIVO NA FNAC COM FÃ PACK FNAC NOS ALIVE'17
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The Mission celebram os 30 anos de carreira em Lisboa
THE MISSION CELEBRAM 30 ANOS DE CARREIRA COM PASSAGEM GARANTIDA POR PORTUGAL
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BILHETES À VENDA DIA 25 DE JANEIRO NOS LOCAIS HABITUAIS
Hard Club | 11 de outubro de 2016
Entrada * 25,00 Euros
Paradise Garage | 12 de outubro de 2016
Entrada * 25,00 Euros
KoRn em Lisboa dia 15 de Março
KORN EM LISBOA DIA 15 DE MARÇO NO CAMPO PEQUENO
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BILHETES À VENDA DIA 01 DE OUTUBRO NOS LOCAIS HABITUAIS
Coliseu de Lisboa | 15 de março de 2016
Plateia em Pé * 39,00€
Bancada * 39,00€
Galeria 1.ª * 29,00€
Camarote 1.ª * 39,00€
Bilhetes VIP *
Early Entry * 80,00€ - incluí: bilhete plateia em pé, entrada antecipada, performance acústica exclusiva antes do espetáculo, passe laminado comemorativo, possibilidade de adquirir mechandising antes do restante público e acompanhamento VIP
Meet & Greet * 214,00€ - bilhete plateia em pé, entrada antecipada, meet&greet, fotografia com a banda, performance acústica exclusiva antes do espetáculo, lembrança exclusiva da digressão, passe laminado comemorativo, possibilidade de adquirir mechandising antes do restante público e acompanhamento VIP
* mais informações sobre bilhetes VIP em: www.everythingisnew.pt











































