Ruben Viegas
SBSR: Mais 4 bandas confirmadas

Depois do sucesso dos concertos de apresentação do muito aguardado novo álbum "Explode" no Teatro Tivoli, anunciamos a presença dos veteranos portugueses The Gift pela Herdade do Cabeço da Flauta dia 15 de Julho, para gáudio dos muitos fãs, que anseiam pelo regresso da banda de Alcobaça a um grande festival de Verão. Do lado do palco que tem o nome da marca patrocinadora da tour “Explode” dos The Gift – o Palco EDP, três confirmações de peso: directamente do Canadá, chega um dos maiores nomes do electro-funk, os Chromeo, que actuarão igualmente no segundo dia de festival. No mesmo palco, teremos ainda o concerto de uma das mais recentes revelações da música britânica, os The Vaccines, e o regresso dos Junip
a Portugal.
THE GIFT - Formados em 1994, os The Gift tornaram-se uma banda de referência no panorama musical português ainda durante a última década do milénio passado. Depois de uma maquete bem recebida pela crítica, O single “Ok! Do You Want Something Simple?” além de ter rodado na televisão nacional, conseguiu ainda airplay no canal franco-belga MCM, tornando-se um dos maiores êxitos da música portuguesa do final dos anos 90. Desde aí, a carreira do grupo tem sido uma sucessiva escalada de reconhecimento, recheada de digressões esgotadas e singles inesquecíveis, tais como “Drinving You Slow” ou “Fácil de Entender”. Este ano, continuando a sua premissa inicial de independência no que toca a edições discográficas, os The Gift lançaram o seu último trabalho “Explode” através da internet, deixando que o utilizador escolhesse quanto queria pagar pelo registo. Dia 15 de Julho o colectivo promete não desiludir o público, que aguardava há muito este regresso.
CHROMEO - Originários de Montereal, os Chromeo têm desbravado o caminho da electrónica canadiana rumo ao reconhecimento internacional. Amigos desde a adolescência, Patrick Gemayel (aka P-Thugg) e David Macklovitch (aka Dave 1) começaram a trabalhar juntos na música, numa banda de liceu. Nessa altura, em 1997, o irmão de Macklovitch, A-Trak, venceu o DMC Championship e o duo inspirou-se, decidindo produzir hip-hop. No entanto, a revolução na carreira da dupla deu-se em 2001 quando, juntamente com Tiga, decidem fundar a Turbo Recordings. O primeiro álbum, “She’s In Control”, foi lançado três anos depois e, apesar do aparente fracasso no que toca à aceitação do público, arrancou boas críticas da imprensa especializada e conseguiu que a banda se tornasse conhecida no circuito de DJs, graças ao hit “Needy Girl”. A explosão Chromeo deu-se com o segundo disco da banda, “Fancy Footwork” (2007), que garantiu uma digressão de dois anos e actuações em alguns dos mais conceituados festivais do mundo, tais como Coachella, Lollapalooza ou Glastonbury. Em plena promoção do terceiro trabalho - “Business Casual”- editado no ano passado, os Chromeo vão montar a festa no palco EDP, no segundo dia de Super Bock Super Rock.
THE VACCINES - São oficialmente uma das bandas sensação de 2010. A sua primeira maquete, intitulada “If You Wanna”, foi lançada no Verão do ano passado e contou com a aprovação imediata de Zane Lowe da BBC Radio1, que a classificou como “Hottest Record In The World”. Entre Setembro e Novembro, o quarteto londrino partiu numa mini-digressão pelo Reino Unido. Quando actuou a Londres, os bilhetes esgotaram e a audiência incluía nomes como Alex Kapranos dos Franz Ferdinand ou os The Macabees. O primeiro single chegou a 29 de Novembro e tinha apenas 1m24s de duração. Ainda assim, “Wreckin’ Bar (Ra Ra Ra)” conseguiu a proeza de ser considerada uma das músicas do dia da revista Q. No final de Janeiro, “Post Break-Up Sex”entrou directamente para a 32ª posição da tabela britânica de singles. Com uma sonoridade comparada às de The Jesus & Mary Chain ou The Ramones, o álbum de estreia “What Did You Expect From The Vaccines?” tem edição prevista para Março deste ano, sendo ansiosamente aguardado tanto pela crítica como pelo público. Posto isto, dia 16 de Julho, não há desculpas para faltar ao concerto dos The Vaccines, no palco EDP.
JUNIP - Depois de uma breve passagem por Lisboa no final do ano passado, os Junip – trio de José González, Tobias Winterkorn e Elias Araya – regressam a Portugal já este verão. Desde a sua adolescência que González e Araya tocam juntos, e o seu amor ao hardcore levou-os, nessa época, a formar os Renascence. Conhecem Winterkorn durante um concerto em Gotemburgo em meados dos anos 90. Apesar da distância, cada um deles com projectos diferentes, os Junip sempre acreditaram que um dia haveriam de editar um registo em estúdio. Esse dia chegou a 14 de Setembro de 2010, quando editaram o álbum “Fields”. O álbum, nascido do improviso de três perfeccionistas, acabou por ser uma combinação de canções cruas com uma musicalidade orgânica e hipnótica que leva a uma sonoridade muito especial. Produzido pela própria banda e remisturado por Don Alsterberg, González confessa que valeu a pena a longa espera. Com concerto marcado dia 16 de Julho, no palco EDP, os Junip vêm mostrar a razão do seu regresso tão aguardado.
QUINTA-FEIRA, 14 DE JULHO
Palco Super Bock
ARCTIC MONKEYS | BEIRUT | THE KOOKS
Palco EDP
EL GUINCHO | THE LEGENDARY TIGERMAN
@Meco
NICOLAS JAAR (LIVE)
SEXTA-FEIRA, 15 DE JULHO
Palco Super Bock
ARCADE FIRE | PORTISHEAD | RODRIGO LEÃO & CINEMA ENSEMBLE | THE GIFT
Palco EDP
CHROMEO
@Meco
SVEN VÄTH
SÁBADO, 16 DE JULHO
Palco Super Bock
THE STROKES | BRANDON FLOWERS | ELBOW
Palco EDP
THE VACCINES | JUNIP
@Meco
RICARDO VILLALOBOS
Novos nomes a anunciar brevemente!
SBSR: Lykke Li

Para tornar o cartaz do 17º Super Bock Super Rock cada vez mais perfeito, hoje é chegado o dia de confirmar a presença de alguém que é muito ansiada pelo público português! Senhoras e senhores, as boas-vindas a Lykke Li de regresso ao nosso país. E não poderia chegar em melhor altura. Com actuação marcada para o dia 14 de Julho, a artista escandinava passará pelo palco EDP, com a promessa de não desiludir os muitos fãs que anseiam por ver “Wounded Rhymes” ao vivo.
LYKKE LI - O seu BI diz que é sueca, mas a vida desta artista escandinava desenhou-se em locais tão distintos como Lisboa, Marrocos, Nepal, Índia ou Nova Iorque. Foi, aliás, aí que acabou por gravar o seu primeiro álbum, o que a atirou para a ribalta com apenas 22 anos. Editado em 2008, “Youth Novels” foi na altura uma lufada de ar fresco no universo da música indie, graças à sua postura simultaneamente inocente e provocadora, recebendo notas francamente positivas da crítica especializada. O seu segundo trabalho, altamente aguardado, chegou às lojas em Março. “Wounded Rhymes” correspondeu e suplantou todas as expectativas, causando alarido tanto na imprensa como no público. No cenário idílico do Meco, um dos mais aclamados conjuntos de canções do ano, vão ganhar toda uma nova dimensão!
SBSR: Palco @Meco

Faltam 86 dias para o 17º Super Bock Super Rock!
A 14, 15 e 16 de Julho, os termómetros vão explodir na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesimbra, já ponto de encontro para milhares de amantes de música.
Depois de Ricardo Villalobos, Sven Väth e Nicolas Jaar (live), o cartaz não pára de crescer e é chegada a altura de comunicar o alinhamento do palco electrónico @Meco, por onde vão passar alguns dos maiores nomes nacionais e internacionais da cena elctrónica. À cabeça das confirmações de hoje, James Murphy, o senhor da DFA Records e líder dos LCD Soundsystem:
JAMES MURPHY - Mediaticamente conhecido por ser o front man dos extintos LCD Soundsystem, James Murphy é um dos grandes ícones da música electrónica da última década. Além de ter liderado a banda de Nova Iorque, James Murphy é músico, produtor, dj e fundador de uma das editoras mais sonantes da cena electrónica actual, a DFA Records – casa de nomes como Shit Robot ou The Juan Maclean. Não tendo muito que provar a título individual, o artista norte-americano é ainda assim amplamente conhecido pelo seu desempenho em palco, assumindo o protagonismo sempre que pisa um. Depois de já ter passado várias vezes pelo nosso país, sendo uma das figuras da música electrónica mais acarinhadas pelo público nacional, James Murphy regressa a Portugal para uma actuação que será, certamente, memorável.
TIM SWEENEY - Contrariamente à maioria dos djs, que trilha o seu caminho musical, desbravando pistas de dança, Tim Sweeney entrou na cena musical graças a um programa de rádio. Com edições semanais desde meados de 1999, o Beats in Space tornou-se um caso raro de popularidade no que toca a programas radiofónicos dedicados à música electrónica, com mais de dez anos de emissões regulares. Do coração de Nova Iorque para o mundo, Sweeney acabou por se tornar um dos djs de referência da cidade norte-americana, assinando as remisturas da conceituada DFA Records de James Murphy. Pouco a pouco, o artista conseguiu provar que o seu trabalho podia ser facilmente reconhecido para além da rádio e das remisturas, passando a produzir em nome próprio e a tocar em alguns dos mais conceituados clubes internacionais. Com actuação dia 14 de Julho no palco @Meco, Tim Sweeney será certamente um dos pontos altos da noite.
TIAGO - Tiago é um dos mais activos e versáteis djs e músicos da sua geração. O seu trabalho como produtor é cada vez mais apreciado e é, frequentemente, convidado a actuar em clubs por todo o mundo. Os seus discos são editados por algumas das editoras de música de dança/electrónicas mais estimulantes do momento, como por exemplo Rong, Italians Do It Better, Eskimo, Hands Of Time, Gomma, Disco Devil, Skylax entre outros. É, ainda, Dj residente da discoteca Lux (Lisboa) desde 98.
RUI MURKA - Tendo dado os seus primeiros passos como DJ em meados dos anos noventa, Rui Murka acabou por tornar-se um dos nomes incontornáveis da noite lisboeta e da electrónica nacional. Fundador dos mais emblemáticos colectivos do Drum ´n´ Bass nacional, a Cooltrain Crew, produtor de projectos como Amália Revisited e remisturador de nomes como 1-Uik Project ou Loopless, o percurso de Rui Murka está muito para lá da pista de dança. Além disso, tem assinado programas para rádios como X-FM, Marginal e Voxx antes de se fixar, em 2001, na Rádio Oxigénio. De passagem pelo palco @Meco, Rui Murka actuará na primeira noite do Super Bock Super Rock, tendo a árdua tarefa de aquecer o público para três noites de dançar e chorar por mais.
MARY B - Mary B gosta de criar atmosferas intimistas e sofisticadas, o que lhe tem valido muitos convites para actuar em diferentes contextos. Já fez primeiras partes em concertos de Nithin Sawhney ou Thievery Corporation, actuou em festivais ao lado de nomes como Laurent Garnier, Dixon ou 2ManyDjs, mas também tem levado a sua refinada selecção musical a festas privadas e outros eventos. Explora a sua ligação à música na Rádio Oxigénio, com o programa «Ultraleve», todos os sábados e domingos das 19h00 às 20h00. O maior trunfo de Mary B é a perspectiva feminina e abrangente que tem da produção musical e a forma como usa a música para interagir com diferentes pessoas em diferentes situações.
DORIAN PAIC - A história da relação de Dorian Paic com a música não passa só por tocar discos, apesar de o fazer profissionalmente desde 1992, altura em que tinha apenas dezoito anos. Dorian Paic é acima de tudo um empreendedor musical, trabalhando activamente em várias frentes, sendo um dos principais responsáveis pelo sucesso e influência da Freebase Records, uma das mais importantes lojas de discos em Frankfurt. Geralmente associado à Raum…musik, Paic é ainda residente do Cocoon Club desde 2004, isto além de já ter tocado em alguns dos pricipais palcos de discotecas e festivais europeus. Ainda assim, o artista mantém-se como uma das principais referências do underground djing, nunca comprometendo os seus sets. Dia 15 de Julho, será uma das principais atracções da tenda @Meco, no Super Bock Super Rock. A não perder!
MAKAM Live - De seu nome Guy Blanken, Makam é um dos vários artistas que está a recolocar a Holanda no mapa da produção electrónica mundial. Tendo iniciado o seu percurso musical em 2002 como produtor, foi em 2006 que assumiu o projecto Makam, com o qual se mantém até hoje. Além de já ter tocado em alguns dos mais importantes clubes europeus, como o Fabric em Londres, Makam orgulha-se de já ter pisado os mesmos palcos de nomes como Josh Wink ou Ricardo Villalobos. Entre o disco, o house e o techno, o artista distingue-se pelo seu estilo único de fusão entre os vários géneros da música de dança. Dia 15 de Julho, passa pela tenda @Meco em formato live, para satisfação dos muitos admiradores que colecciona no nosso país.
RUI VARGAS & ANDRÉ CASCAIS - Rui Vargas é, sem sombra de dúvida, um divulgador de música de dança (e não só…) nato. Entre tantas outras coisas ligadas ao que nos faz dançar, divide o seu tempo entre dar música a um auditório que o segue na Antena 3 e a outro que o segue no Lux. Em qualquer um deles, seja qual for o registo, os pontos de contacto que estabelece entre coisas aparentemente distantes é algo que faz com a naturalidade que um conhecimento enorme permite. E que o distingue. É essa perseverança de paixão pela procura de música que o faz ser, ano após ano, uma das referências em Portugal enquanto DJ. Talvez por isto tudo, a partilha da cabine com André Cascais pareça tão natural a quem conhece os dois. É que André Cascais comunga de tanto do que já foi dito, desde a procura à divulgação a colocar o disco certo para o momento certo. Foi isso que Giles Smith viu nele quando o convida para residente das selectas festas londrinas Secretsundaze, umas daquelas festas que fazem Londres ser Londres. O mesmo que viu Rui Vargas quando o convida para fazer o mesmo no Lux. Tem sido o encontro de ambos, mês após mês, nas cabines do Lux e do Pitch ou nos maiores festivais portugueses, que os leva a acreditar que é mais divertido tocarem assim, juntos. Porque o outro pensa e sente como nós. Ou então, nos surpreende. Quando as duas coisas acontecem, como acontece aqui, então, é a pista que agradece.
GROOVEMENT SHOWCASE (JOHNWAYNES & KA§PAR Live) - Directamente de Aveiro, a dupla Johnwaynes tornou-se uma referência na cena electrónica nacional. A sua música é pautada pela diversidade: entre o acid-house, house ou compostos mais orquestrais, com alguns desvios para terrenos mais elegantes como o disco-funk e o boogie. Quando actuam, quer em formato live ou live/dj, os seus sets são um universo de possibilidades, em que a energia contagiante é uma certeza. Para além da já reconhecida carreira de DJ, Ka§par tem sido alvo de destaque pelas suas qualidades de produtor. O seu último trabalho, “Watchadoo”, saiu com o selo de garantia da portuguesa Groovement, que, além do DJ lisboeta e da dupla aveirense, é a casa de nomes como Social Disco Club ou Photonz. Dia 15 de Agosto, a abertura do palco @Meco está a cargo do house da Groovement Records, numa prestação que ninguém pode perder.
GUILLAUME & THE COUTU DUMONTS Live - Nome de proa no que toca a inovações do house nos últimos anos, Guillaume Coutu Dumont é conhecido pela sua capacidade de desdobramento no que toca a projectos musicais. Em Guillaume & The Coutu Dumonts, o canadiano percorre a solo um caminho que se multiplica entre o funk, o house, o techno, o gospel, o swing e o afro-beat, numa mistura explosiva de estilos que resulta sempre na euforia do público na pista de dança. Tendo passado por Portugal várias vezes, é um nome bastante respeitado e acarinhado pelo público nacional, sendo frequentemente aclamado pelos grandes adeptos de música electrónica do nosso país. Na noite de 16 de Julho, Guillaume & The Coutu Dumonts terá a responsabilidade de saciar os seus muitos fãs no palco @Meco do Super Bock Super Rock, e preparar a chegada de Ricardo Villalobos, numa prestação que será absolutamente imperdível.
SASCHA DIVE - Alemão nascido na Meca germânica dos negócios, Sascha Dive é uma referência incontornável do techno actual. Respeitado internacionalmente, o artista de Frankfurt é reconhecido sobretudo pela forte presença do funk e da soul no seu trabalho, bem como pela sua inspiração em ritmos africanos. Tendo tocado em clubes e discotecas do mundo inteiro, distingue-se tanto pelas suas qualidades de produtor, como pela sua técnica como dj – influenciado por outros nomes de relevo, nomeadamente Ricardo Villalobos. O seu último álbum, “Restless Nights”, editado no ano passado, fascinou a crítica e a cena electrónica, garantindo ao músico um reconhecimento mais alargado. Com actuação marcada para o palco @Meco, no último dia do Super Bock Super Rock, Sascha Dive é um dos nomes mais aguardados pelo público nacional.
JOAO MARIA & ZÉ SALVADOR - Dupla referência, João Maria e Zé Salvador são dois dos nomes de proa da cena electrónica no nosso país. João Maria é um dos nomes mais sólidos e respeitados da nova geração de Djs portugueses. A paixão pela música é o seu motor e o seu maior trunfo, explorando isso tanto nas suas actuações ao vivo como nos diversos programas de rádio que assina. Nos últimos anos tem feito parte da programação dos melhores festivais nacionais. Zé Salvador, por seu lado, é um dos djs portugueses com créditos já firmados, coleccionando presenças regulares em alguns dos melhores clubes nacionais e o reconhecimento tanto do público, como da crítica especializada. Com uma abordagem a vertentes menos convencionais da house music, espera-se que a actuação da dupla revolucione o palco @Meco do Super Bock Super Rock, no dia 16 de Julho.
KAESAR & HENRIQ - Para os amantes da noite lisboeta, nenhum destes nomes será estranho. Tanto Kaesar como Henriq são presenças assíduas na noite da capital, coleccionando passagens por outros locais de renome. Apesar da diferença de idades, a parceria entre os dois djs faz-se com passagem por um house com influências de techno, diferenciando-se dos demais pela paixão e bom gosto com que constroem cada set. Em nome próprio ou em versão dupla, Kaesar & Henriq são nomes que não passam despercebidos aos bons amantes da electrónica nacional. Dia 16 de Julho, o duo tem as honras de abertura da tenda @Meco no último dia do festival, numa actuação que será certamente imperdível.
QUINTA-FEIRA, 14 DE JULHO
Palco Super Bock
ARCTIC MONKEYS | BEIRUT | THE KOOKS | THE WALKMEN
Palco EDP
LYKKE LI | EL GUINCHO | TAME IMPALA
@Meco
JAMES MURPHY | NICOLAS JAAR (LIVE) | TIM SWEENEY
TIAGO | RUI MURKA | MARY B
SEXTA-FEIRA, 15 DE JULHO
Palco Super Bock
ARCADE FIRE | PORTISHEAD | THE GIFT | RODRIGO LEÃO & CINEMA ENSEMBLE
Palco EDP
CHROMEO | THE LEGENDARY TIGERMAN
@Meco
SVEN VÄTH | DORIAN PAIC | MAKAM (LIVE) | RUI VARGAS & ANDRÉ CASCAIS
GROOVEMENT SHOWCASE (JOHNWAYNES & KA§PAR LIVE)
SÁBADO, 16 DE JULHO
Palco Super Bock
THE STROKES | BRANDON FLOWERS | ELBOW
Palco EDP
IAN BROWN | THE VACCINES | JUNIP | PAUS
@Meco
RICARDO VILLALOBOS | GUILLAUME & THE COUTU DUMONTS (LIVE) | SASCHA DIVE
ZE SALVADOR & JOAO MARIA | KAESAR E HENRIQ
SBSR: The Kooks e Rodrigo Leão

Directamente vindos de Brighton, os The Kooks aterram no Palco Super Bock no primeiro dia de festival, para gáudio dos seus muitos fãs no nosso país. Com novos temas gravados em Janeiro, é de esperar que os tragam na bagagem, juntamente com os êxitos que têm somado desde o início da sua carreira. No dia seguinte, é a vez do conceituado Rodrigo Leão e o seu Cinema Ensemble actuarem no mesmo palco. Dono de uma carreira inigualável no panorama português, o músico e compositor estreia-se no 17º Super Bock Super Rock depois da aclamação do seu último trabalho “A Mãe”.
THE KOOKS – Formados em 2004, os The Kooks são uma das bandas britânicas de maior sucesso na primeira década do milénio. Com uma sonoridade fortemente influenciada pelo revivalismo do post-punk, as suas canções são conhecidas por serem altamente viciantes. Do seu álbum de estreia “Inside In/Inside Out”, editado em 2006, saíram singles como “Naive”, “She Moves In Her Own Way”, “Ooh La”, “Sofa Song”, “Seaside” ou “You Don’t Love Me”, que ainda hoje são lembrados e entoados por toda uma geração. Dois anos depois, ainda no rescaldo do sucesso dos mais de dois milhões de discos vendidos por todo o mundo, chega o segundo trabalho do quarteto, intitulado “Konk”. A fasquia estava alta, mas o colectivo conseguiu dar a volta por cima com várias faixas a servir de banda sonora a anúncios publicitários e séries televisivas como Chuck ou Gossip Girl. Apesar de terem tido alguns problemas com a formação da banda, que obrigaram à substituição do baixista e baterista originais, os The Kooks estão de volta em força, tendo anunciado em Janeiro que gravaram recentemente catorze novos temas. Assim sendo, espera-se para dia 14 de Julho que os The Kooks tragam ao Palco Super Bock algumas novidades, sem esquecer os êxitos com que já nos conquistaram e que fizeram deles uma das bandas mais acarinhadas no nosso país.
RODRIGO LEÃO & CINEMA ENSEMBLE – Nascido em 1964, Rodrigo Leão é uma das figuras fundamentais da pop nacional contemporânea. Co-fundador de projectos como os Sétima Legião ou Madredeus, o trabalho do artista lisboeta esteve desde cedo ligado à fusão entre o clássico, o tradicional e o moderno. A título individual, tem-se destacado sobretudo aos níveis de produção e composição, tendo colaborado ao longo da sua carreira com nomes de relevo, tais como: Adriana Calcanhotto, Ryuichi Sakamoto ou Beth Gibbons dos Portishead. Elogiado muito para lá da fronteira, Rodrigo Leão chegou mesmo a ser considerado “um dos mais inspirados compositores do mundo” pelo cineasta espanhol Pedro Almodôvar. Em 2009, o álbum que assinou em homenagem a sua mãe, entrou directamente para o #1 da tabela de vendas de discos nacionais, tendo mantido o lugar por quatro semanas consecutivas. Ansiosamente aguardado pelo público e pela crítica, “A Mãe” deu ainda origem a uma digressão em que, juntamente com o Cinema Ensemble, Rodrigo Leão correu o país inteiro, esgotando praticamente todas as salas por onde passou. De passagem pelo Meco, dia 15 de Julho, o artista multi-facetado será certamente uma agradável surpresa que ninguém vai querer perder, neste Super Bock Super Rock.
JÁ CONFIRMADOS:
Quinta-Feira, 14 de Julho
Palco Super Bock
ARCTIC MONKEYS | BEIRUT | THE KOOKS
Palco EDP
EL GUINCHO | THE LEGENDARY TIGERMAN
@Meco
NICOLAS JAAR (LIVE)
Sexta-Feira, 14 de Julho
Palco Super Bock
ARCADE FIRE | PORTISHEAD | RODRIGO LEÃO & CINEMA ENSEMBLE
@Meco
SVEN VÄTH
Sábado, 16 de Julho
Palco Super Bock
THE STROKES | BRANDON FLOWERS | ELBOW
@Meco
RICARDO VILLALOBOS
Novos nomes a anunciar brevemente!
SBSR: Slash

Para quem pensava que já não havia cabeças de cartaz a anunciar para este Super Bock Super Rock, à 17ª edição não poderíamos deixar de surpreender. Afinal, o festival do “Meco, Sol e Rock ‘N’ Roll” não estaria devidamente composto sem mais uma grande estrela de rock no cartaz.
Assim, e fazendo a vontade aos milhares de fãs portugueses que anseiam pelo seu regresso aos concertos em solo nacional, é com satisfação que anunciamos a actuação de Slash no dia 16 de Julho, Palco Super Bock.
SLASH - Tido como um dos maiores guitarristas de rock de todos os tempos, Slash é mais do que uma estrela: é uma verdadeira lenda. Fundador de bandas míticas como Guns ‘N’ Roses e Velvet Revolver, Slash construiu uma carreira sólida, tanto enquanto parte de bandas, como em nome próprio. No ano passado, lançou o seu primeiro álbum a solo. O disco homónimo, que conseguiu altas classificações na imprensa dedicada ao rock, contou com a colaboração de nomes tão variados como Dave Grohl, Ozzy Osborne ou Chris Cornell, entrado directamente para o topo das tabelas de vendas canadiana, australiana, sueca e neo-zelandesa. Com um percurso que fala por si, Slash passa pelo Super Bock Super Rock no dia 16 de Julho, fazendo jus ao mote “Meco, Sol e Rock ‘N’ Roll”.
SBSR: The Walkmen, entre outros

Depois de o concerto de apresentação de “Lisbon” no Coliseu de Lisboa ter sido considerado um dos melhores de 2010, os The Walkmen trazem a magia ao Meco a 14 de Julho, no palco Super Bock.
No palco EDP, mais três confirmações de peso: os Tame Impala com o seu mais recente trabalho de estúdio, “Innerspeaker”, Ian Brown, figura de destaque na música britânica e ex-líder dos míticos The Stone Roses e, a comprovar que o que é nacional é bom, uma salva de palmas para os Paus.
THE WALKMEN - Donos de um culto impressionante em Portugal, os The Walkmen regressam a Portugal com o seu último álbum de estúdio, "Lisbon". Diz-se que Portugal está na moda. Prince tocou com Ana Moura, M.I.A. gravou com os Buraka Som Sistema e agora é a vez dos The Walkmen se deixarem influenciar pelo nosso país e baptizarem o seu novo trabalho com o nome da capital portuguesa. Bastante influenciados por Bob Dylan, os The Walkmen vivem na recém "baptizada" "Meca do indie", Nova-Iorque. Depois das memoráveis actuações no Super Bock em Stock há 3 anos, no Super Bock Super Rock, há dois anos, no Coliseu dos Recreios o ano passado e dois discos altamente aclamados pela crítica, os Nova-Iorquinos regressam a Portugal para um concerto que se espera muito especial.
TAME IMPALA - No activo desde 2007, só no ano passado é que os Tame Impala viram o seu álbum de estreia chegar às lojas. No entanto, nos três anos que separaram o quarteto australiano do formato de longa-duração, o burburinho criado à volta do EP homónimo, com o selo da Modular Recordings (que edita, entre outros, nomes como Wolfmother, Cut Copy ou New Young Pony Club) foi mais do que suficiente para manter o interesse do público e da crítica em alta. Assim, em 2010, o ansiosamente aguardado “Innerspeaker” foi aclamado pela imprensa especializada e atingiu a quarta posição na tabela de vendas australiana. A conceituada Pitchfork reconheceu o trabalho como “Best New Music”. Com influências marcadamente ligadas ao rock psicadélico, o som do grupo distingue-se pelas melodias oníricas que sobressaem nas suas canções.
IAN BROWN - Apesar de ser inevitável a menção ao seu percurso à frente dos míticos The Stone Roses, Ian Brown é uma figura de destaque na música britânica por mérito próprio. Amplamente reconhecido tanto pela crítica, como pelo público, Brown tem coleccionado prémios e nomeações para alguns galardões mais importantes da indústria discográfica, tendo sido nomeado seis vezes para a categoria de “Best British Solo Artist” dos Brit Awards, entre outros. Em 2009, editou o seu sexto trabalho de estúdio a solo. Inspirado no álbum “Thriller” de Michael Jackson, “My Way” inclui uma abordagem mais pop ao universo musical de Brown. O tema “Stellify”, originalmente escrito para Rihanna, resultou da primeira vez que o artista de Cheshire se sentou com a intenção de escrever uma canção de amor, acabando por se tornar o single de apresentação do disco.
PAUS - Podíamos dizer que é uma espécie de “all-star” band nacional, formada por elementos de alguns dos grupos de maior culto dos últimos anos em Portugal. Também podíamos dizer que foram uma das grandes surpresas do ano 2010, graças ao seu EP de quatro faixas, “É Uma Água”, lançado com o selo da Enchufada. Podíamos dizer tudo isso e muito mais, mas a verdade é que, apesar de serem um verdadeiro fenómeno, os PAUS não são dados a grandes explicações. Neste momento, o colectivo de Hélio Morais, Joaquim Albergaria, João Pereira e Makoto Yagyu está a terminar as gravações do seu muito aguardado álbum de estreia e a preparar o seu concerto no Super Bock Super Rock deste ano. Apesar do disco só sair depois do Verão, a prestação do grupo deverá incluir vários temas novos no alinhamento.
QUINTA-FEIRA, 14 DE JULHO
Palco Super Bock
ARCTIC MONKEYS | BEIRUT | THE KOOKS | THE WALKMEN
Palco EDP
EL GUINCHO | THE LEGENDARY TIGERMAN | TAME IMPALA
@Meco
NICOLAS JAAR (LIVE)
SEXTA-FEIRA, 15 DE JULHO
Palco Super Bock
ARCADE FIRE | PORTISHEAD | THE GIFT | RODRIGO LEÃO & CINEMA ENSEMBLE
Palco EDP
CHROMEO
@Meco
SVEN VÄTH
SÁBADO, 16 DE JULHO
Palco Super Bock
THE STROKES | BRANDON FLOWERS | ELBOW
Palco EDP
IAN BROWN | THE VACCINES | JUNIP | PAUS
@Meco
RICARDO VILLALOBOS
SBSR: Vampire Weekend a 17 Julho
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Pitchfork - “It's like they've spent the past two years building a bionic version of the band--not only brighter and tighter, but weirder. The group nurtures its eccentricities and the result is a record full of them.” – 8.6 O Super Bock Super Rock junta-se aos grandes festivais Internacionais que contarão com o mais recente fenónemo “indie” no seu cartaz. As boas vindas aos Vampire Weekend! Conheceram-se enquanto frequentavam a Universidade de Columbia e a partir desse momento as suas vidas mudaram. Os próprios produziram o seu primeiro álbum logo após se formarem, enquanto simultaneamente tinham empregos a tempo inteiro. Influenciados tanto pela música popular Africana como pela música clássica Western, descrevem a sua sonoridade como “Upper West Side Soweto”. Em 2007, o single “Cape Cod Kwassa Kwassa”, do álbum homónimo “Vampire Weekend”, ficou em 67º lugar na lista das 100 Melhores Canções da Rolling Stone e no ano seguinte, a revista Spin considerou-os a Banda Revelação. Mas a confirmação de que os Vampire Weekend são mais do que um fenómeno chegou este ano com um álbum que marca o regresso do quarteto indie. Editado no início deste ano, “Contra” entrou directamente para o #1 da tabela da Billboard Americana, e recebeu louvores generalizados e consensuais da crítica especializada e mais exigente, sendo já considerado como um dos discos a reter na nova década, com uma forte colecção de canções indie pop-rock, uma alegre mistura de ideias ao mesmo tempo que junta um alinhamento inteligente e organizado, resultando numa fortíssima colecção de canções indie pop-rock. O encontro está marcado. É dia 17 de julho, no Palco Super Bock do 16º SUPER BOCK SUPER ROCK! 16º SUPER BOCK SUPER ROCK JÁ CONFIRMADOS:
O Super Bock Super Rock assinala, em 2010, a sua 16ª edição e estreia-se no formato de Grande Festival de Verão. A 16, 17 e 18 de Julho, o festival sai da cidade e chega ao Meco, o novo ponto de encontro para milhares de amantes de música. E é assim que, para a 16ª edição, serão introduzidas novas componentes quer na programação quer na organização: Três espaços de programação: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas. Três dias de Música e lazer num ambiente descontraído – o Meco: conhecido pelas praias e destino de fim-de-semana e férias, mas também local onde a Música tem encontrado um ponto privilegiado de encontro com os seus fãs. Fora da cidade para quem quer um fim-de-semana de evasão, mas suficientemente perto de Lisboa para quem quiser apenas desfrutar de 3 noites excepcionais de boa Música ao vivo e regressar a casa. Condições excepcionais de Campismo para os portadores de passe para os três dias do Festival, com chuveiros, WC’s e lavatórios, Internet Café com serviço Wi-Fi gratuito, recarregamento de baterias de telemóvel, zona de Alimentação. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival. Amplo espaço de estacionamento preparado para acolher todos os que escolherem deslocar-se em carro próprio. Integradas no cartaz do Super Bock Super Rock estarão ainda as bandas portuguesas vencedoras do 6.º concurso Super Bock Super Rock Preload, que divulga anualmente novos projectos da música nacional e que está neste momento na fase de candidaturas.
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Scott Kelly: no Santiago Alquimista
7 de Março - Santiago Alquimista
1ª parte: Orthodox

Abertura de Portas - 21h00
Inicio do Espectáculo - 21H30
“Peso nem sempre é sinónimo de guitarras barulhentas”, disse o influente Stephen O' Malley, dos Sunn O))) à revista Guitar World em Fevereiro de 2006. “É uma vibração. É uma densidade de energia. O Miles Davis era pesado. O Johnny Cash era pesado”. De facto, o peso na música não é tão definido pelos níveis de volume como pela atitude e a tal vibração que transmite. «The Wake», o segundo disco a solo de SCOTT KELLY, é verdadeiramente pesado e não tem um grama de distorção. Acompanhando a voz apenas com uma enorme vontade de deitar tudo cá para fora e uma guitarra acústica, com a qual cria ambientes fantásticos e capazes de fazer corar grande parte das bandas de pós-rock que por aí andam, o guitarrista dos Neurosis vai pisar pela primeira vez solo nacional em mais de duas décadas de carreira e trazer as suas canções de folk pós-apocalíptico ao Santiago Alquimista, no próximo dia 7 de Março. Magnetismo emocional, contemplações acerca da existência terrena via falhas com que qualquer pessoa, com um coração que bata, se consegue identificar sem grande esforço – umas amorosas e outras bem menos nobres.
O doom metal pode estar para sempre associado ao buraco negro que a realidade é para muita gente, mas um género tão vasto e abrangente teria de dar origem a excepções à regra. Neste caso, os espanhóis ORTHODOX – a música que fazem é uma ode à vibração e cor do dia-a-dia. Oriundos de Sevilha, abraçam com toda a força a tradição Andaluz e, entre o misterioso, o intrigante e o envolvente, são uma das propostas mais interessantes e desafiantes saídas do movimento doom nos últimos anos. Há riffs pesados e distorcidos q.b., mas também há muito mais além disso na música do trio - condimento étnico, uma vincada imagética católica e uma inteligente utilização de elementos externos à tendência e que tanto cheiram a free jazz como a uma banda-sonora pensada para David Lynch. Em palco o filme faz-se ao vivo e a cores, assinado por músicos que escolheram um paradoxo para designar aquilo que fazem – tudo menos o mais ortodoxo. Aconselhável a pessoas com mente aberta e a todos os que gostam de música experimental e interpretada com o feeling certo.
Scott Michael Kelly é vocalista, guitarrista e um dos elementos fundadores dos influentes Neurosis, banda oriunda de Oakland, na Califórnia, que durante os últimos vinte anos se transformou numa das mais influentes e respeitadas nas franjas mais experimentais da música extrema. Kelly cita como influência nomes tão diversos como Black Flag, Pink Floyd, Amebix, Jimi Hendrix, King Crimson, Celtic Frost ou Hank Williams e grava música desde 1985, tendo assinado mais de uma dezena de títulos com os Neurosis, Tribes of Neurot, Blood And Time e também a solo.
É co-proprietário da Neurot Recordings e, em conjunto com alguns amigos, ajuda a dirigir a Combat Music Radio online. É colaborador regular dos Mastodon (participou em três canções de três discos diferentes) e, desde 2008 faz também parte dos muito aplaudidos Shrinebuilder, ao lado de outros músicos com créditos firmados na cena doom/stoner/sludge como Scott “Wino” Weinrich (dos The Obsessed, St. Vitus, Spirit Caravan e The Hidden Hand), Al Cisneros (dos Sleep, OM) e Dale Crover (dos Melvins). O primeiro disco deste super-projecto foi editado em Outubro de 2009, recebendo um aplauso unânime por parte da crítica e do público.
No ano anterior, o músico já havia sacado da cartola o seu segundo registo a solo e as reacções não se fizeram esperar. À semelhança do grupo que o mostrou ao mundo, o jogo criativo foi mudando progressivamente à medida que os anos foram passando e fomos acompanhando o seu crescimento através dos discos a que foi dando tudo de si desde 1985. Duas décadas de dedicação total à arte musical, colaborações com gente tão respeitada como Steve Albini e Jarboe, discos incontornáveis como «Through Silver In Blood», «Times Of Grace» ou «A Sun That Never Sets» e concertos que, apesar de raros, ficam marcados na memória de quem os vê.
Inicialmente inspirados pela selva urbana, os Neurosis transformaram-se numa proposta significativamente mais primitiva e atingiram um nível sublime de minimalismo, cuja honestidade aos sentimentos e às emoções os destaca de muita da música que se faz actualmente. Scott Kelly, ele próprio, seguiu um caminho evolutivo muito semelhante. Um nativo da Bay Area de São Francisco vive há já alguns anos na região sul do Oregon, uma área rural que teve um impacto enorme nas canções que gravou para «The Wake». Separado da estreia a solo «Spirit Bound Flesh», por sete anos, o guitarrista escreveu uma verdadeira ode aos elementos – terra, vento, fogo, água – que são também a obsessão da sua banda de sempre. A interpretação é mais calma, como é óbvio, mas a sua voz e a sua guitarra são uma óptima prova de que a música pode perfeitamente ser pesada sem ser barulhenta.
Os Orthodox são um trio espanhol, de Sevilha, que funde doom metal com elementos jazz e tradicionais da Andaluzia, região de que são oriundos e que desempenha um papel fulcral na sua sonoridade. Com um conceito estabelecido desde cedo, tendo por base o imaginário da religião católica, a música, as letras e os espectáculos são um instrumento para o desenvolvimento de um universo que tem tanto de opressivo como de envolvente. Diz a lenda que os músicos já tinham tocado em diversas bandas do underground espanhol – são mencionados nomes desconhecidos como Tierra, Degüello ou The Forge – mas foi só com os Orthodox que sentiram liberdade suficiente para darem largas à sua imaginação e criação.
Desde que começaram a tocar juntos, no Inverno de 2004 para 2005, o baixista e vocalista Marco Serrato Gallardo, o guitarrista Ricardo Jimenez Gómez e o baterista Borja Diaz Vera têm vindo a criar uma personalidade muito distinta e sem qualquer preocupação com os padrões pré-estabelecidos para a sonoridade em que se movem. Isso nota-se de forma evidente na música que fazem e, sobretudo, nos últimos três discos que gravaram – «Amanecer en Puerta Oscura» de 2007, «Sentencia» de 2009 e o EP «Matse Avatar» de 2010.
Quando, poucos meses depois de se terem juntado para os primeiros ensaios, gravaram os dois temas colossais de «Gran Poder», já sabiam exactamente aquilo que queriam – fazer doom com um twist. As referências aos Black Sabbath, Melvins e Sleep ainda eram óbvias, mas a sua peculiar visão do folclore religioso local já fazia notar uma vontade de fugir à norma. O disco garantiu-lhes um contrato com a Southern Lord e «Amanecer en Puerta Oscura» apanhou toda a gente de surpresa com o seu compasso ultra-lento e uma panóplia de sons que tanto invocam os Black Sabbath como John Coltrane, Ornette Coleman, Ennio Morricone ou Sun Ra. Foi este lado mais experimental, mais free jazz, que levaram ao extremo em «Sentencia», com «Matse Avatar» a recuperar a estrutura ríffica e o ambiente litúrgico dos dois primeiros lançamentos. Repetição obsessiva, minimalismo, feedback, distorção e drones que apelam tanto ao primitivismo como à euforia.
Santiago Alquimista - 7 de Março
Preço dos bilhetes: 18,00 Euros
Abertura de Portas - 21h00
Início do Espectáculo - 21h30
Press Release: Prime Artists
SENSATION: Regressa a Portugal - 19 Junho

O Sensation, considerado “A Melhor Festa do Mundo”, volta novamente a Portugal ao Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no dia 19 de Junho de 2010 pelas mãos da Hype, Live Events. Na segunda edição no nosso país, o Sensation vai apresentar o espectáculo Wicked Wonderland, um tema que estreou no estádio Arena de Amesterdão.
O evento Sensation já passou por países como a Austrália, Brasil, Chile, Dinamarca, Holanda, Bélgica, Alemanha, Polónia, Républica Checa, Russia, Espanha, entre outros, tendo totalizado mais de 1.000.000 de espectadores.
O conceito Sensation, único no género, foi concebido no ano 2000 pela ID&T, a maior empresa de organização de eventos da Holanda. Segundo Duncan Stutterheim, administrador e fundador da empresa: “Os Portugueses são muito conhecidos pelo seu espírito de festa que foi bem demonstrado na 1ª edição Portuguesa que se estreou em Portugal em Maio de 2009. Estamos assim muito contentes por voltar novamente a Portugal, com um espectáculo renovado e absolutamente avassalador”.
Técnicas e performances de palco exclusivas, espectáculos de luz e laser, projecção de vídeos e câmaras ao vivo, além do facto de todos os que participam na festa estarem vestidos de branco dos pés à cabeça, ajudam a criar uma atmosfera que faz dos espectáculos Sensation verdadeiros fenómenos e integram o público neste fascinante mundo.
O espectáculo ‘Sensation – Wicked Wonderland” conduz os participantes para um novo e intenso mundo pleno de provocações, desejos e sensações que ao longo de sete horas de coreografia nos remetem para um imaginário de sedução, na constante procura da “porta” certa para passar para o outro lado: o mundo do sonho.
Wicked Wonderland é um espectáculo ainda mais arrebatador do que aquele a que assistimos em 2009 em Portugal. Para além de um conceito, de uma mensagem e de uma narrativa de palco, a edição de 2010 do Sensation desenvolve-se em torno de várias personagens do mundo maravilhoso cujas performances ultrapassam o inimaginável.
O Sensation é, garantidamente, uma das mais envolventes experiências de entretenimento do mundo.
O público português terá uma nova oportunidade para assistir àquela que é a melhor festa do mundo. Mas o Sensation – Wicked Wonderland implica uma nova vivência. Se pensa que viu tudo, esqueça!
A única forma de experienciar integralmente este ambiente mágico é ir ao Pavilhão Atlântico no dia 19 de Junho e assistir ao vivo a este evento!

SENSATION - WICKED WONDERLAND - BÉLGICA - OFICIAL AFTERMOVIE
Os bilhetes – regular, deluxe e mesas VIP - vão estar à venda já no próximo dia 8 de Abril em www.sensation.com, www.blueticket.pt e www.pavilhaoatlantico.pt com o seguinte preçário:
Zona Regular
Preço - 65 €
Bilhete individual que permite o acesso à arena e bancadas onde toda o espectáculo se realiza.
Zona Deluxe
Preço - 125 €
Bilhete individual em que para além do acesso acesso livre a todas as áreas da Zona Regular, permite o acesso ao pavilhão por uma entrada exclusiva.Esta zona é uma área privada com vários DJs dedicados em permanência, Chill Out Area, bares exclusivos e bengaleiro. O preço inclui a oferta de 2 bebidas.
Mesas exclusivas no VIP Deck
Preço – 3500€
Mesa para 10 pessoas com um serviço inesquecível que inclui: parqueamento automóvel; acesso ao interior do pavilhão por uma entrada exclusiva; encaminhamento por hospedeiras e permanência num espaço exclusivo construído para o efeito que permite uma vista privilegiada para o espectáculo.
O preço inclui, ainda, a oferta de 4 garrafas à escolha (champanhe; whisky; vodka ou gin) e ainda refrigerantes diversos. Durante todo o espectáculo será servido um serviço de Finger Food em permanência.
Permite também o acesso à zona Deluxe, arena e bancadas do pavilhão (zona regular).
Junte alguns convidados privilegiados (amigos, familiares, colegas, parceiros) e aprecie o SENSATION como poucos o farão.
Os primeiros 1000 compradores online de bilhetes para o “Sensation – Wicked Wonderland” serão premiados com um DVD “Sensation – Wicked Wonderland” e terão acesso a todas as festas Sensation que se irão realizar de norte a sul do país.
Para mais informações visite http://www.sensation.com/portugal.
FOTOS DA APRESENTAÇÃO DO SENSATION NO PAVILHÃO DO ATLÂNTICO ( 6 de Abril )

Philippe Dewerbe e Ducan Stutterheim
(foto: Nuno Ribeiro/Portugalnight)

Ducan Stutterheim e Philippe Dewerbe
Press Release: Lift Consulting
Sepultura: Regressa a Portugal

Provenientes do sudeste brasileiro, pela mão dos irmãos Max e Igor Cavalera, são considerados por todos como a banda brasileira com maior repercussão no mundo, apesar de muitos não terem acreditado que a banda fosse capaz de "voar" tão alto.
Descodificar as suas influências é um exercício complicado, dada a diversidade de géneros que abrange. Muito black metal e death metal, passando pelo trash meta, misturando ainda sons externos ao metal, como o hardcore, a musica tribal africana e japonesa e ainda musica indígena.
Foi em 1985, numa altura em que a cena underground brasileira se encontrava "parada", que surgiu o Split CD "Bestial Devastation", com os colegas Overdose, de onde saíram temas como "Antichrist" e "Bestial Devastation", que demonstram a tudo e todos que o objectivo da banda era mostrar ao mundo que ali havia boa musica.
Um ano volvido, com a legião de fãs e não para de crescer, a banda deu o segundo passo em direcção ao sucesso ao lançar o álbum Morbid Visions, considerado um dos mais puros cd's de death metal, cheio de excelentes riffs e de onde nasceu o "hino" troops Of Doom, tema obrigatório nos reportórios desde então.
Os Sepultura cresciam a uma velocidade sem precedentes no seu país natal, sendo que em 1987, Andreas Kisser, um talentoso e criativo guitarrista, chegou para gravar Schizophrenia, um clássico do metal brasileiro que catapultou a banda para outras paragens. "Escape to the Void" e o instrumental "Inquisition Symphony" são musicas que ainda perduram. Este Álbum transformou uma banda local global, tendo os Sepultura assinado contrato com a Roadrunner Records. O seu primeiro lançamento com o selo desta editora foi Beneath The Remains (1989), álbum produzido, misturado e masterizado por Scott Burns, algo que nenhuma outra banda brasileira tinha experimentado e que foi o ponto de partida para a primeira tour internacional, onde surgiram ao lado dos lendários Sodom, tendo ainda tocado com os seus ídolos Metallica e Motorhead.
Em 1991 chega a vez de Arise, um álbum que levou o quarteto de Belo Horizonte e tocar em locais inéditos como a Grécia, Holanda, Japão e Austrália e que foi premiado em inúmeros países pelos extraordinários números de vendas.
Nesta altura os brasileiros já eram mundialmente conhecidos e idolatrados, tendo em 1993 lançado o disco Chaos A.D., que já possuia influências tribais e já não tinha a "violência" de Arise nem dos primeiros registos. Ainda assim, percebia-se que a sua tremenda preocupação com a situação geopolítica mundial, pois pérolas como "Refuse/Resist" e "Territory" estão presentes neste álbum, além de "Manifest", que denunciava o massacre na penitenciária de Carandiru, onde 111 reclusos foram assassinados.
É então que surge a primeira "crise" no seio da banda. Após o lançamento de Roots, em 1996, Max Cavalera, em diferendo com os restantes elementos, diz "chega" e abandona os Sepultura, obrigando a editora a arranjar um substituto. É nesta altura que entra em cena Derrick a.k.a "Predador", alcunha fácil de entender pela aparência e pela poderosa voz.
Foi com Derick Green no lugar de Max Cavalera que a banda lança os três seguintes álbuns. Against, Nation e Roorback, um registo que contém todos os ingredientes necessários para singrar no mundo da musica pesada. Apesar da desconfiança que esta troca gerou, a verdade é que os Sepultura nunca perderam a sua identidade e Roorback prova isso mesmo. A banda evoluiu! Clássicos como "Come Back Alive","Apes Of God", "Leech", "Corrupted" e "Mind War" ainda figuram nas nossas mentes.
Segue-se Dante XXI em 2006, um álbum baseado no livro "A Divina Comédia" de Dante Alighieri e em que o hardcore e o trash estão bem presentes. Escrever por escrever deixou de fazer sentido, tendo sido necessário escolher um caminho para o disco.
Prova disso mesmo é A-Lex, o último álbum da banda, lançado em 2009, cuja fonte de inspiração foi a obra "A Clockwork Orange" de Anthony Burgess. Com um som dinâmico, cru e com uma mistura explosiva, onde figuram o metal, o hardcore, o trash, o punk e o tribal. A-Lex mostra um sólido e impressionante Derrick Green e é por muitos considerado um caminho a seguir pelo metal.
SEPULTURA - WHAT I DO
A acompanhar os Sepultura nesta aventura, estarão, pela primeira vez no nosso país, os Crowbar. Os norte-americanos, influenciados por nomes como Carnivore, The Melvins, Black Sabbath, This Lizzy e Iron Maiden, contam já com 15 anos de carreira e vêm apresentar a sua ultima criação, Lifes Blood For The Downtrodden, onde os doom-core que sempre os caracterizou está bem patente, apenas com uma pequena diferença, a formação. Em 2005 juntaram-se a Kirk Windstein autênticos pesos-pesados do metal mundial: Rex Brown (Pantera,Down), Craig Nunenmacher (BLS, Crowbar) e Warren Riker (down). O resultado foi um fantástico disco que se define de uma forma muito simples: uma parte melódica, outra agressiva e um conjunto pesado, intenso e brutal.
CROWBAR - SLAVE NO MORE
Em Corroios estarão também os Hamlet, uma banda proveniente de Madrid que nos vem mostrar "La Puta y el Diablo", o seu nono trabalho de estúdio. Juntos desde 1987, as suas influências passam por TDCA, Pantera e Faith No More e estão bem presentes no novo registo. É acessível e complexo ao mesmo tempo, não fica indiferente a primeira escuta, mas é necessário ouvir várias vezes para perceber todo o seu potencial.
HAMLET - 7 HISTÓRIAS DIFERENTES
www.myspace.com/
A abrir as hostes vão estar os Armed For Apocalypse com o seu heavy metal vêem apresentar o seu mais recente trabalho "Defeat".
ARMED FOR APOCALYPSE
www.myspace.com/
8 de Abril ficará certamente na memória de todos os presentes. Em Corroios estarão autênticos titãs do metal mundial, que prometem, com a sua garra, poder e energia, não deixar ninguém indiferente e pôr o Cine-Teatro ao rubro.
Quinta-feira, 08 Abril - Cine-Teatro G. C. Corroios
INFO:
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Press Release: Xuxa Jurássica

















