Ruben Viegas
Vodafone Mexefest 2015: cartaz completo e horários
VODAFONE MEXEFEST 2015
Cartaz e horários
27 e 28 de Novembro - Avenida da Liberdade - Lisboa
Dia 27

Dia 28

Download do cartaz:
http://www.vodafonemexefest.com/uploaded/1447666578-38.pdf
Preço dos bilhetes:
Dias 27 e 28 Novembro: 50 eur
Mais informações em:
Ghost ao vivo no Porto e em Lisboa
| GHOST |
![]() |
| 27 Novembro - Hard Club (Porto) |
| 28 Novembro - Paradise Garage (Lisboa) |
| 1ª Parte: Dead Soul |
| Abertura de Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 21h00 |
|
A mais aplaudida, louvada e misteriosa banda de metal da atualidade vai estrear-se finalmente em Portugal. Apresentados ao mundo como "um ministério de adoração ao Diabo, que – de forma a difundir o seu evangelho profano – decidiu usar o rock como veículo para atingir os seus objetivos", os suecos GHOST são, sem qualquer dúvida, uma das bandas mais entusiasmantes da música moderna. Um projeto anónimo a mover-se sorrateiramente numa sociedade obcecada pelas celebridades e cega pelas redes sociais, no espaço de apenas cinco anos o sexteto oriundo de Linköping conseguiu atingir níveis de sucesso mainstream com que a grande maioria dos grupos de metal só pode sonhar e, mantendo-se firmemente envolto em mistério, cultivou uma excelsa personalidade de subversão e simbolismo que o destaca de toda a competição. São hoje uma das mais interessantes bandas de peso para ver ao vivo e, ao combinarem de forma cuidadosamente coreografada a componente teatral que tão bem os tem vindo a caracterizar com a força contagiante das canções que escrevem, proporcionam uma experiência verdadeiramente memorável, que o público nacional vai ter finalmente oportunidade de testemunhar ao vivo e a cores quando, nos dias 27 e 28 de Novembro, o Papa Emeritus III e os Nameless Ghouls subirem ao palco do Hard Club e do Paradise Garage, no Porto e em Lisboa, respetivamente. Ao contrário do que muita gente parece pensar, o sucesso dos GHOST não se deve apenas à promoção estratégica e muitíssimo inteligente do fascínio pela intriga e pela curiosidade que os músicos cultivam – e, surpreendentemente, conseguem manter – desde que, há quase uma década, emergiram como uma mancha negra das profundezas. A primeira aparição pública da banda digna de registo aconteceu em 2010, quando o lendário Fenriz, dos Darkthrone, os mencionou de forma elogiosa na sua influente coluna Band of the Week. Uns meses depois seria editado o disco de estreia do sexteto sueco e «Opus Eponymous» transformou rapidamente a banda numa das mais admiradas e badaladas propostas no espectro da música pesada. Apoiados na mestria com que fundem um cenário de terror que vai beber influência ao legado de artistas como Arthur Brown e Alice Cooper com os riffs dos Blue Öyster Cult e Mercyful Fate, a dose certa de psicadelismo e melodias que deixariam os The Beatles profundamente orgulhosos, conquistaram fiéis dentro e fora do metal. A música, mais refinada em «Infestissumam», o segundo álbum, de 2013, afirma-se como algum do mais credível e tecnicamente competente heavy metal de que à memória recente – e já lhes valeu um Grammy e rasgados elogios de personalidades tão respeitadas e lendárias como James Hetfield, Phil Anselmo e Dave Grohl, com quem gravaram o EP «If You Have Ghost». Entretanto andaram pelo mundo a tocar para plateias totalmente rendidas, ao lado de bandas como os Metallica e Iron Maiden, estabelecendo-se como um verdadeiro bastião de entretenimento e como sinónimo de uma noite bem passada. «Meliora», o muito aguardado terceiro álbum de originais, é editado a 21 de Agosto, promete um adensar de peso e obscurantismo e serve de mote à estreia do coletivo em Portugal. Também a estrear-se em solo nacional, os DEAD SOUL são um duo sueco e começaram a tomar forma há apenas três anos, fruto da cooperação entre o bluesman Slidin' Slim e o compositor e produtor de música eletrónica Niels Nielsen. Ambos tinham colaborado anteriormente, mas agora com um carácter mais permanente criaram algo inteiramente novo e apaixonante na sua negritude muito eclética, que soa como o Trent Reznor a fazer versões do Muddy Waters. Enraizado no blues, mas com uma entrega industrial, o duo aproxima o coração das trevas e, de boleia, leva o ouvinte numa viagem alucinante através de túneis escuros e sem sinal de luz, muito ao jeito da epopeica busca do Capitão Willard pelo Coronel Kurtz. «In The Darkness», o primeiro fruto desta associação talentosa, editado em 2013 pela independente Razzia Records, soa extraordinariamente completo, inequivocamente bluesy sem cair nos parâmetros rígidos de género e alimentado por uma batida bem pesada, avassaladoramente industrial, que serve como uma plataforma para as confissões apocalípticas dos estrategas deste peculiar projeto sem regras aparentes... Bem-vindos à escuridão!
A génese dos Ghost remonta a 2006 quando, no ensaio de uma outra banda em que tocavam alguns dos elementos fundadores do projeto, um dos atuais Nameless Ghouls tocou pela primeira vez o riff que daria origem a «Stand By Him», o tema que deu o mote para a criação de uma das entidades mais misteriosas de que há memória no espectro da música pesada nas últimas décadas. Escolhido o nome Ghost, os músicos decidiram incorporar a sua paixão pelo cinema de terror, as tradições do heavy metal escandinavo no imaginário do coletivo e, indo buscar inspiração à teatralidade proeminente em nomes de referência no shock rock como Arthur Brown e Alice Cooper, criaram uma imagem muito forte, que também nunca negou a adoração pelos Kiss. Tomando lentamente forma, a banda gravou uma primeira maqueta com três temas no início de 2010 e um single de vinil 7" de edição limitadíssima (com os temas «Elizabeth» e «Death Knell»), que lhes valeu a atenção de figuras tão influentes como Fenriz e Lee Dorian. O ex-vocalista dos Napalm Death e Cathedral acabou por lançar o álbum de estreia do sexteto a 18 de Outubro. Envolto em mistérios e suposições, «Opus Eponymous» gerou enorme burburinho e ótimas críticas, sendo nomeado para um Grammy sueco, na categoria "melhor álbum de hard rock" no ano seguinte. Em Abril, o grupo partiu em digressão com os Paradise Lost – atuando como "suporte" aos britânicos durante a Draconian Times MMXI Tour –, estreou-se nos Estados Unidos com um concerto no reputado Maryland Deathfest e integrou o cartaz do Download Festival, no Reino Unido, a 11 de Junho. Phil Anselmo, que atuou no mesmo dia, usou uma t-shirt dos Ghost e convidou três Nameless Ghouls, os dois guitarristas e o baterista, para subirem ao palco no final do espetáculo dos Down. Durante 2012 os músicos mantiveram-se consistentemente na estrada, primeiro com os Trivium e os In Flames na Defenders of the Faith III Tour, ao que se seguiu a 13 Dates of Doom pelos Estados Unidos – a primeira campanha como cabeças de cartaz – e, de Abril a Maio, a Heritage Hunter Tour, na companhia dos Mastodon e Opeth. A 15 de Dezembro de 2012, os Ghost deram um espetáculo muito especial na sua cidade natal, Linköping, onde aproveitaram para apresentar um novo frontman, o Papa Emeritus II, e estrear um inédito. «Secular Haze», o primeiro avanço ao segundo longa-duração, foi disponibilizado online uns dias depois e, em Janeiro do ano seguinte, disponibilizado num single em vinil de 10" com uma versão de «I'm a Marionette», dos ABBA, no Lado B. O muito aguardado «Infestissumam» chegaria aos escaparates a 16 de Abril através do selo Loma Vista Recordings, uma subsidiária do Universal Music Group. Do outro lado do Atlântico, a estreia dos Ghost numa multinacional tinha sido antecedida por uma alteração de nome para Ghost B.C. por questões legais e sofrido um atraso muito considerável – as quatro primeiras fábricas de CDs a que o disco foi apresentado recusaram o trabalho, descrevendo a capa como "a ilustração de uma orgia no Séc. XVI". Envoltos em controvérsia e mistério, dão o tiro de partida para a Haze Over North America Tour – vinte datas nos Estados Unidos e Canadá – uns dias antes do lançamento do álbum, frente a milhares de pessoas no famoso Coachella Festival. A subir rapidamente degraus na sua progressão de carreira, o coletivo não perdeu tempo, embarcando numa colossal digressão mundial e na Still Hazing over North America Tour, que culminou no festival Lollapalooza, em Chicago. De seguida foram para a América do Sul ao lado dos Iron Maiden e Slayer, tocaram no Rock In Rio e fizeram mais duas digressões do outro lado do Atlântico e no Reino Unido, com os Avenged Sevenfold e Alice in Chains, respetivamente. Antes de 2013 chegar ao fim editaram mais um EP... Produzido por Dave Grohl, «If You Have Ghost» incluía versões de Roky Erickson, ABBA, Army Of Lovers e Depeche Mode, explorando o fascínio dos músicos pela música pop. O ano seguinte começou em grande, com o grupo a arrebatar o galardão para "melhor álbum de Hard Rock/Metal" nos Grammys suecos, seguindo mais uma digressão nos E.U.A. e a participação no Sonisphere em Junho. «Meliora», o terceiro álbum de estúdio e sucessor de «Infestissumam», tem data de edição agendada para o dia 21 de Agosto e marca a estreia do Papa Emeritus III. Os bilhetes para o concerto custam 22€, à venda nos locais habituais. Reservas: Ticketline (1820). Em Espanha: Masqueticket. |
Concerto de Talleste Man On Earth alterado para Aula Magna
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Blues Pills no Porto e em Lisboa
| BLUES PILLS |
![]() |
| 4 Março - Hard Club (Porto) |
| 5 Março - RCA Club (Lisboa) |
| Abertura de Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 21h00 |
|
Uma das mais excitantes bandas de rock'n'roll da atualidade estreia-se finalmente em nome próprio no nosso país em Março do próximo ano. Injustamente atirados para o saco do retro rock que, nos últimos anos, revelou ao mundo uma série de músicos jovens apostados em tentar reproduzir a todo o custo a genialidade do blues rock e do proto-metal popularizado na transição da década de 60 para a de 70, os BLUES PILLS apresentam predicados mais que suficientes para se destacarem dos seus contemporâneos numa categoria totalmente à parte. Em primeiro lugar, a banda, que inclui músicos norte-americanos, suecos e franceses, tem alma... Muita alma mesmo. Não aquela "soul" afinada de Otis Redding ou Marvin Gaye, mas uma interpretação mais profunda e intuitiva da alma, traduzida em música rock que vem de dentro de quem a toca e que, além de ouvida, tem de se sentir no âmago para ser apreciada na sua plenitude. Depois, têm também uma arma secreta – a vocalista Elin Larsson. A jovem sueca é dona de um registo vocal raro nestes dias de autotune e estilo sobre substância; uma voz que escorre com emoção bluesy e geme com o poder de ícones como Janis Joplin, Aretha Franklin ou Tina Turner. Isso não significa, no entanto, que Larsson seja o único elemento digno de destaque na banda. Como um todo, os quatro elementos do grupo funcionam como a unidade poderosa que qualquer grande banda deveria ser. À semelhança de secções rítmicas clássicas como Ward e Butler ou Bonham e Jones, Cory Berry e Zack Anderson (ambos ex-Radio Moscow) operam com uma fluidez impressionante e criam um alicerce sólido mas bem maleável para o impressionante trabalho de guitarra de Dorian Sorriaux que, apesar da sua juventude, revela um domínio impressionante das seis cordas. Com uma aproximação ao instrumento fortemente enraizada no boom blues dos anos 60, o músico francês acaba por invocar o legado de ícones como Eric Clapton e Peter Green com uma destreza e um bom gosto que, feitas as contas, parecem quase sobrenaturais dada a sua tenra idade. Pelo caminho, os quatro músicos criam uma abordagem refrescante ao rock clássico e, simultaneamente, exploram um apelo mainstream que remete o ouvinte de volta aos tempos áureos de clássicos como Fleetwood Mac, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Cream. É certo e sabido que proficiência técnica e um bom registo vocal contam pouco quando as canções são fracas e, felizmente, os BLUES PILLS são mestres na arte de escrever melodias e refrães orelhudos. Em discos como «Bliss», «Devil Man» e «Blues Pills», a banda pega nas regras básicas do blues rock como base das suas composições e injeta-lhes elementos de funk, soul, jazz e metal, gerando um som tão dinâmico que acaba por ter tanto de visceral como de profundo e delicado. Sem nunca se perderem em pormenores cosméticos desnecessários, o músicos vão diretos ao assunto sem rodeios e, com uma classe assinalável, levam consigo o ouvinte por uma viagem por montes e vales, que tanto nos pode pôr a bater o pé involuntariamente como a fantasiar sobre o Verão de 1968. No final, o resultado desta união de talento inato e paixão é uma prova irrefutável de que o bom e velhinho rock'n'roll não tem idade, é intemporal. Dúvidas restassem, os BLUES PILLS vão prová-lo quando, nos dias 4 e 5 de Março, subirem aos palcos do Hard Club e RCA Club, no Porto e em Lisboa, respetivamente Os bilhetes para o concerto custam 20€, à venda nos locais habituais. Reservas: Ticketline (1820). Em Espanha: Masqueticket.
Corria o ano de 2011 quando o baixista Zack Anderson e o baterista Cory Berry, a ex-secção rítmica dos muito aplaudidos Radio Moscow, conheceram a jovem vocalista sueca Elin Larsson, que estava a passar uma temporada na Califórnia. Com interesses em comum e cheios de vontade de fazer música, os três músicos começaram a compor quase de imediato e, juntos, gravaram dois temas em versão demo que colocaram no YouTube. As reações não se fizeram esperar e o grupo, ainda numa fase embrionária, recebeu uma proposta de contracto por parte da independente Crusher Records para a edição do EP de estreia. Pouco tempo depois, a banda, a trabalhar com um guitarrista de sessão, partiu numa pequena digressão por Espanha e França, onde conheceu Dorian Sorriaux, um talentoso guitarrista de 16 anos que os deixou de queixo totalmente caído. Em Maio de 2012, já com residência em Orebro, na Suécia, o quarteto lança o EP «Bliss», ao que se segue também a edição do single «Black Smoke» em Julho. Durante o ano seguinte, os Blues Pills mantiveram-se na estrada de forma consistente, atuando no Roadburn de Tilburg e no Desertfest de Berlim em Abril, no Void Fest de Bad Kötzting e no Yellowstock de Geel em Agosto, no Crossroads de Bona em Outubro e no Cherry Rock de Melbourne em Novembro. Por essa altura, o grupo já tinha assinado contrato com o gigante germânico Nuclear Blast, que lançou os EPs «Devil Man» e «Live at Rockpalast», em Outubro de 2013 e Março de 2014, respetivamente. Em Julho desse mesmo ano é editado também o longa-duração de estreia do quarteto, com o título «Blues Pills» e, pouco tempo depois, Cory Berry foi substituído pelo baterista sueco André Kvarnström. A estreia homónima, produzida por Don Alesterberg, engenheiro de som famoso pela sua associação aos conterrâneos Graveyard e Horisont, transformou-se rapidamente num improvável sucesso no velho continente, subindo ao #4 da tabela de vendas na Alemanha, ao #10 na Suíça, ao #21 na Finlândia e ao #68 no Reino Unido. Aproveitando o falatório, e também o embalo, os músicos voltam a fazer-se à estrada, numa extensa tour mundial com passagem pelo Sweden Rock, pelo Rock Hard e pelo famoso Festival de Jazz de Montreux em Julho de 2014, que acabou por resultar na edição, já no ano seguinte, do disco ao vivo «Blues Pills Live». |
Queen + Adam Lambert no Rock in Rio Lisboa 2016
Queen + Adam Lambert
no Rock in Rio-Lisboa 2016
30 anos depois, os lendários Queen regressam ao Rock in Rio com Adam Lambert para recordar o espetáculo histórico de 1985, na primeira edição do Rock in Rio.
A banda atua no dia 20 de maio, primeiro dia de Rock in Rio-Lisboa para mais um concerto memorável, após terem passado pela Cidade do Rock do Rio de Janeiro, em setembro.
30 anos após uma atuação histórica na primeira edição do Rock in Rio, no passado mês de Setembro os Queen regressaram à Cidade do Rock com Adam Lambert para recordar a mágica noite de 1985. Agora chegou a vez de Lisboa cantar ao som doshits da banda, que volta a juntar-se à celebração dos 30 anos do Rock in Rio para um concerto memorável a 20 de maio, o primeiro dia da 7.ª edição do Rock in Rio-Lisboa.
“Há trinta anos, os Queen atuaram no Rock in Rio perante 250.000 fãs e Freddie Mercury conduziu um autêntico coro enquanto o público cantava “Love of My Life”. Este momento ficaria para sempre gravado na história do festival e na história da música” afirma Roberto Medina, Presidente e Fundador do Rock in Rio. “Estamos muito entusiasmados por receber Queen + Adam Lambert no Rock in Rio-Lisboa, sem dúvida que será mais um momento inesquecível", acrescenta.
Este será o primeiro concerto de Adam Lambert em Portugal, país que recebe os Queen pela segunda vez.
Bryan Adams Get Up Tour em Lisboa e Gondomar
BRYAN ADAMS
|
|
Gamma Ray no Porto com concerto cancelado
| GAMMA RAY |
![]() |
| 15 Novembro - Hard Club (Porto) CANCELADO |
| 17 Novembro - Paradise Garage (Lisboa) |
| 1ª Parte: Serious Black + Neonfly |
| Abertura de Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 20h30 |
|
Devido à fraca procura de bilhetes para o espetáculo GAMMA RAY, agendado para o Hard Club, no dia 15 de Novembro, este foi cancelado por comum acordo. Desta forma, mantém-se a data agendada para o Paradise Garage, no dia 17 de Novembro. Os portadores de bilhete válido para o concerto no Hard Club, devem dirigir-se ao local de compra, no prazo máximo de 30 dias a contar da data prevista do concerto, para procederem à devolução do bilhete e respetivo reembolso. |
Gamma Ray ao vivo em Lisboa
| GAMMA RAY |
![]() |
| 15 Novembro - Hard Club (Porto) |
| 17 Novembro - Paradise Garage (Lisboa) |
| 1ª Parte: Serious Black + Special Guests |
| Abertura de Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 20h30 |
|
Lendas do power metal germânico lideradas por Kai Hansen regressam a Portugal para celebrar um quarto de século de carreira e revisitar um catálogo repleto de clássicos. Muito se tem debatido a eventual morte do heavy metal no início dos anos 90. Porque aconteceu? O que a causou? Seria inevitável? Na ausência de respostas concretas a estas questões, talvez seja mais fácil fazer uma pergunta um pouco mais básica e direta – será que o metal morreu realmente na altura em que os Nirvana lançaram o «Nevermind» e explodiram na MTV e nas tabelas de vendas por esse mundo fora? Depois de ouvir «Heading For Tomorrow», o álbum que marcou a estreia dos GAMMA RAY em 1990, ou qualquer outro lançamento assinado por bandas como Blind Guardian, Kamelot ou Angra entre 1990 e 1995, torna-se rapidamente óbvio que o alegado enterro do som eterno nunca passou de um mito engendrado pelos departamentos de promoção das grandes editoras. No início da década de 90, a fonte criativa da New Wave Of British Heavy Metal tinha secado e a fusão de hard rock e glam, que uns anos antes florescia na Sunset Strip de Los Angeles, já tinha queimado os últimos cartuchos. Em 1991, com o lançamento do colossal «Black Album», os Metallica colocaram o derradeiro prego no caixão do thrash. Isso são factos irrevogáveis. No entanto, havia muito a acontecer na cena. Na Europa, os Helloween começavam a afirmar-se como um dos mais interessantes nomes do som pesado mais tradicional e, com a sua genial mistura de speed metal e melodias orelhudas, criaram as pedras basilares para o power metal – como o conhecemos hoje – com a edição dos dois lendários tomos de «Keeper Of The Seven Keys». Nada interessado em deixar-se encurralar criativamente ou ser sufocado pela visão artística em túnel da indústria discográfica, o guitarrista Kai Hansen, força criativa da banda de Hamburgo até então, decidiu deixar o projeto que tinha fundado em 1978 e, pelo caminho, salvou o heavy metal da estagnação a que parecia estar inevitavelmente destinado. Se alguém se dirigir a Kai Hansen e lhe disser que foi o grande responsável por manter o heavy metal vivo durante os anos 90, o mais provável é que sejam confrontados com uma risada. No entanto, a verdade é que, desde que formou os GAMMA RAY em 1989, o músico alemão desempenhou um papel crucial na preservação de um som que, sem a sua música e a de todos aqueles que foi influenciando ao longo das décadas, poderia perfeitamente ter caído no esquecimento. Durante as últimas duas décadas e meia, Hansen e companhia assinaram sucessivas declarações de intenção no que toca à sua própria filosofia musical. A estreia «Heading For Tomorrow» continuou o brilhante trabalho que tinha feito com os Helloween; «Land Of The Free» continua a ser considerado um marco do metal melódico veloz e a sua sequela, «Land Of The Free II», editada mais de uma década depois, não lhe fica a dever nada. Pelo meio, fica uma coleção de títulos incontornáveis, entre os quais se contam «Somewhere Out In Space», «Powerplant», «No World Order!», «Skeletons In The Closet», «Majestic» e, já nesta década, os explosivos «To The Metal!» e «Empire Of The Undead», do ano passado. Chegados a 2015, basta olhar para trás para perceber que os GAMMA RAY não são apenas "mais uma banda". Aplaudidos em uníssono pela sua leal e entusiasta base de seguidores, há poucos festivais de renome em que não tenham tocado já perante multidões rendidas, há poucas revistas internacionais que não os tenham colocado na capa pelo menos uma vez e a banda de Hamburgo continua a ser uma verdadeira instituição do heavy metal, que nunca repousou sobre os louros conquistados e continua em busca de novos desafios. O mais recente chama-se «The Best (Of)» e pretende reunir num disco-duplo tudo o que de melhor fizeram ao longo da sua valorosa carreira. É precisamente esse também o mote da Best Of The Best – Party Tour 2015, digressão de celebração dos primeiros 25 anos dos GAMMA RAY que vai trazer o quarteto de regresso a Portugal... O embate acontece nos dias 15 e 17 de Novembro no Porto e em Lisboa, no Hard Club e no Paradise Garage respetivamente.
Em 1988, depois de ter passado quatro anos com os Helloween, que havia fundado em 1978 com a designação Gentry, o guitarrista (e principal compositor) Kai Hansen decidiu deixar a banda e formar o seu próprio projeto com os seus amigos de longa data Ralf Scheepers (na voz), Mathias Burchardt (na bateria) e Uwe Wessel (no baixo). No início a intenção não era criar outra banda, mas as primeiras gravações de estúdio correram num ambiente tão descontraído que as intenções do músico acabaram por mudar... E, assim, nasceram os GammaRay. Em Janeiro de 1990 é lançado o álbum «Heading For Tomorrow», que atingiu de imediato grande sucesso na Alemanha e no Japão. Enquanto os Helloween mudavam de pele com o controverso «Chameleon», Kai manteve-se fiel ao som que o tornou famoso anos antes: power metal melódico e bombástico com letras positivas e um trabalho de guitarra fantástico. Na sequência da saída de Burchardt pouco depois das gravações, a estreia ao vivo foi adiada vários meses e aconteceu já com Uli Kusch no seu lugar e após a edição do EP «Heaven Can Wait» em Setembro de 1990. Esses primeiros concertos – que marcaram também a estreia do segundo guitarrista Dirk Schlächter – foram um sucesso, sobretudo no Japão, dando origem ao documentário «Heading for the East», filmado em Tóquio. Em Fevereiro de 1991, os músicos começam a trabalhar no segundo álbum e, sob a batuta do produtor Tommy Newton, gravam «Sigh No More», editado em Setembro desse ano. Apesar da orientação mais depressiva, resultado da Guerra do Golfo que estava a acontecer na altura, o disco foi um sucesso e deu origem a uma tour mundial de 50 datas. No início do ano seguinte, trocam de secção rítmica, com os novatos Jan Rubach e Thomas Nack a substituirem Uwe e Uli. A trabalhar na construção do seu estúdio, o grupo só voltaria a gravar em 1993, com «Insanity & Genius» a chegar aos escaparates em Junho. Segue-se mais uma digressão muito bem-sucedida... E outra grande mudança, com a saída de Scheepers. À semelhança do que tinha feito nos Helloween, Hansen acumula as funções de guitarrista e vocalista, estreando-se na posição com «Land Of The Free», um majéstico álbum conceptual que deixou a imprensa e o público em êxtase. Sem perderem tempo, lançam de seguida o EP «Silent Miracles» e o álbum ao vivo «Alive '95», que antecedem, no Verão de 1996, a saída de Jan e Thomas. Composto apenas por Dirk (que entretanto tinha mudado de novo para o baixo) e Kai, «Somewhere Out In Space» foi antecedido pela edição de outro EP, «Valley Of The Kings», ambos gravados com Daniel Zimmermann na bateria e Henjo Richter na guitarra. O que se sucede depois é uma sequência de registos e digressões de grande sucesso, com «Power Plant» de 1999, a regravação de material antigo «Blast From The Past» de 2000, «No World Order!» de 2001, o ao vivo «Skeletons In The Closet» de 2003 e «Majestic» de 2005 a manterem o nome dos Gamma Ray bem vivo. Já em 2007, é editado «Land Of The Free II» (a esperada sequela do muito aplaudido álbum de 1995) e juntam-se aos Helloween para uma digressão como co-headliners. Três anos depois lançam o décimo álbum de estúdio, «To The Metal!» e, em 2012, Zimmermann abandona após quinze anos de colaboração, sendo rapidamente substituído por Michael Ehre. Encontrada a estabilidade necessária, gravam «Empire of the Undead» na Primavera de 2014 e, já em Janeiro deste ano, foi disponibilizada a compilação «The Best (Of)», que reúne 25 dos seus temas mais emblemáticos e que serve de mote à Best Of The Best – Party Tour 2015. Os bilhetes para o concerto custam 23€, à venda nos locais habituais. Reservas: Ticketline (1820). Em Espanha: Masqueticket. |
dEUS em Portugal com Soft Electric Tour
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Macklemore & Ryan Lewis actuam pela primeira vez em Portugal
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|


































