Ruben Viegas

Ruben Viegas

MUSE ANUNCIAM "DRONES WORLD TOUR" COM PALCO 360º

MUSE EM LISBOA DIA 02 DE MAIO

Os Muse acabam de anunciar a primeira lista de cidades desta que será a grande digressão mundial de apresentação do novo e aclamado álbum “Drones”.

A tournée “Drones World Tour” irá contar com os elementos da banda a atuarem no centro da arena. Os Muse são conhecidos por levarem ao limite as suas produções e esta digressão “Drones World Tour” não será exceção. O desenho e configuração deste palco permitirá aos fãs um verdadeira experiência sensorial de 360º em todos os níveis, áudio e visual.

As digressões dos Muse têm sido descritas pela imprensa como “épicas”, “fantásticas" e “ambiciosas” e este novo espetáculo certamente estará à altura.

A banda acabou de terminar uma espetacular digressão por alguns dos maiores festivais de verão da Europa, onde conquistou algumas das melhores críticas feitas pela imprensa ao longo da sua carreira.

“Thunderous and visually dazzling” – The Guardian , 4*

“Muse captured the spirit of Download better than anyone else” – The Times

“An endless buildup, heading for one peak after another — is what a Muse concert sets out to deliver by every means available, musical and visual."  -  NEW YORK TIMES

Desde a estreia do primeiro longa duração, em 1994, os Muse já editaram sete álbuns de estúdio e venderam mais de 17 milhões de álbuns por todo o mundo. “Drones”, o sétimo registo de originais, esteve no primeiro lugar dos tops ingleses durante duas semanas, em junho, ao mesmo tempo que alcançaram o número um da tabela norte-americana pela primeira vez na sua carreira. No total, a banda alcançou o #1 em 23 países, incluíndo Portugal, França, Japão, Austrália, Holanda e Suíça. De Referir que em Portugal o disco entrou diretamente para #1 e manteve-se cinco semanas entre os três primeiros e sete semanas no TOP 10 de vendas.

A digressão passará ainda pelos EUA, Canadá, França, Alemanha, Áustria, Dinamarca, Noruega, Holanda, Suíça, Bélgica, Finlândia e Suécia, cujas datas e respectivas salas serão anunciadas brevemente.

Datas já anunciadas

05 abril 2016 | Dublin, Irlanda | 3Arena

08 abril 2016 | Manchester, Inglaterra | Phones 4 U Arena

11 abril 2016 | Londres, Inglaterra | O2 Arena

12 abril 2016 | Londres, Inglaterra | O2 Arena

17 abril 2016 | Glasgow, Escócia | SSE Hydro

02 maio 2016 | Lisboa, Portugal | Meo Arena

05 maio 2016 | Madrid, Espanha | Barclaycard Arena

14 maio 2016 | Milão, Itália | Mediolanum Forum

15 maio 2016 | Milão, Itália | Mediolanum Forum

04 junho 2016 | Praga, República Checa | O2 Arena
 

MEO Arena | 02 de maio
Abertura de portas: 18h30
Início do Espetáculo: 20h00

facebook.com/muse
muse.mu
everythingisnew.pt

BILHETES À VENDA SÁBADO DIA 19 DE SETEMBRO ÀS 10H00 NOS LOCAIS HABITUAIS


Pré-venda exclusiva clube de fãs dia 16 de setembro às 09h30

MEO Arena | 02 maio de 2016

Plateia em pé * 42,00 Euros
Balcão 1 * 50,00 Euros
Balcão 2 * 35,00 Euros
Mobilidade condicionada * 35,00 Euros

PATTI SMITH INTERPRETA HORSES EM CONCERTO ÚNICO NO COLISEU DE LISBOA DIA 21 DE SETEMBRO

A cantora e poetisa norte-americana, Patti Smith, vem a Lisboa no próximo dia 21 de setembro, para brindar o público português com um concerto único no Coliseu dos Recreios.

A lenda viva do rock traz ao Coliseu de Lisboa o primeiro registo de originais responsável pelo seu lançamento mundial, editado em 1975. "Horses", será interpretado na íntegra, bem como alguns dos mais marcantes temas da carreira da artista. 

Coliseu de Lisboa | 21 de Setembro
Abertura de portas: 20h30
Início do espetáculo: 21h30

pattismith.net
everythingisnew.pt

Coliseu de Lisboa | 21 de setembro de 2015

Plateia em pé/ geral/ galeria de pé * 35,00 Euros
Camarote 1.ª Frente * 42,00 Euros
Camarote 1.ª Lado * 39,00 Euros
Camarote 2.ª Frente * 39,00 Euros
Camarote 2.ª Lado * 35,00 Euros

terça, 08 setembro 2015 14:49

Steven Wilson: ao vivo em Portugal

STEVEN WILSON
Soen
15 Setembro - MEO Arena (Sala Tejo)
Abertura de Portas: 20h30 - Inicio espetáculo: 21h30

Génio britânico do rock progressivo moderno estreia-se a solo em Portugal e apresenta a muito aplaudida novidade «Hand. Cannot. Erase.».

Como indiscutível figura de proa e homem dos mil talentos do rock progressivo moderno, o britânico STEVENWILSON já tem pouco a provar e, ainda assim, o seu quarto álbum solo afirma-se como uma aconchegante reafirmação dos valores base que têm dominado a sua carreira desde que, no final dos anos 70, começou a fazer música. Em contraste com as histórias de fantasmas vitorianos exploradas no muito elogiado «The Raven That Refused To Sing (And Other Stories)», editado em 2013, a novidade «Hand. Cannot. Erase.» revela-se um álbum enraizado na modernidade espiritual e sónica, evitando em grande parte os clichés do prog mais tradicional em favor de uma fusão altamente criativa e desafiante de paisagens sonoras de natureza industrial, tão sombrias como melancólicas, apoiadas na prestação robusta e musculada por parte dos virtuosos músicos que acompanham hoje o multi-facetado guru do som inglês. Menos jazzísticos que o material contido no seu antecessor, temas como «3 Years Older», «Home Invasion» ou «Happy Returns» reúnem tudo aquilo que de melhor o músico tem vindo a fazer ao longo da sua ilustre carreira, dando origem a um compêndio de temas de qualidade superior e a um sério candidato a melhor álbum de 2015 no espectro da música progressiva.

Inspirado pela bizarra história da jovem londrina Joyce Carol Vincent, que permaneceu morta no seu apartamento durante quase três anos antes de ser descoberta, «Hand. Cannot. Erase.» apresenta-se como uma viagem musical incrivelmente rica e detalhada, pintada em cores vivas e com inúmeros momentos de simplicidade melódica e orelhuda, mas pesado no que toca ao conteúdo lírico, dominado por pensamentos de alienação social e urbana. A habilidade refinada de Wilson como compositor, produtor e engenheiro de som dão origem a canções que merecem um público muito mais amplo que aquele que, de há uns anos a esta parte, vê o seu trabalho como um equivalente moderno dos Pink Floyd ou dos Genesis. É este registo inteligente, cheio de alma e, acima de tudo, muito envolvente, que vai trazer o músico britânico pela primeira vez a Portugal em nome próprio, para um espetáculo único na Sala Tejo, da Meo Arena, em Lisboa, no próximo dia 15 de Setembro.

Graças a uma prolífica ética de trabalho que lhe permite rivalizar com Devin Townsend e a sua extensa lista de projetos paralelos, o músico autodidata, produtor, engenheiro de som e multi-instrumentista STEVEN WILSONfoi-se transformando progressivamente num dos artistas mais aclamados pela crítica ao longo das últimas décadas. Nascido em Kingston Upon Thames, em Londres, em 1967, sentiu-se inspirado a perseguir uma carreira na música depois de devorar a coleção de discos dos Pink Floyd e de Donna Summer que os seus pais tinham em casa e, com apenas 12 anos, já tinha começado a experimentar com diferentes técnicas gravação. Depois de passagens por vários projetos, incluindo o duo psicadélico Altamont, os roqueiros prog Karma e a banda new wave Pride Of Passion, em 1987 Wilson formou a banda de pop art No Man em conjunto com o vocalista Tim Bowness e, nesse mesmo ano, a sua mais famosa criação de sempre, os Porcupine Tree. A partir de então continuou a trabalhar alternadamente com os dois coletivos, lançando um total de 16 álbuns entre 1991 e 2009, antes de embarcar numa muito bem sucedida carreira a solo.

Apesar do compromisso a longo prazo com os Porcupine Tree e No Man, Wilson ainda encontrou tempo para materializar outros projetos e, só durante a década de 90, gravou eletrónica ambiental com os Bass Communion, krautrock revivalista com os Incredible Expanding Mindfuck e criou também os muito aplaudidos Blackfield, numa colaboração com a estrela do rock israelita Aviv Geffen. Demonstrando uma enorme versatilidade, transformou-se também num requisitado produtor, trabalhando em registos de músicos tão diversos como a vocalista norueguesa de jazz Anja Garbarek, com os metaleiros Opeth e Orphaned Land e até com Fish, o ex-vocalista dos Marillion; participou como vocalista convidado em discos dos Pendulum e Dream Theater, entre outros, e começou a trabalhar como crítico musical em publicações de renome como a Rolling Stone e a Classic Rock. Como se isso não bastasse, em 2003 criou o seu projeto a solo, com o qual já gravou quatro álbuns – «Insurgentes» em 2008, «Grace For Drowning» em 2011, «The Raven That Refused To Sing (And Other Stories» em 2013 e, editado a 27 de Fevereiro deste ano, a novidade «Hand. Cannot. Erase.».


BIOGRAFIA STEVEN WILSON

Um dos mais ecléticos e prolíficos nomes de que há memória no seio do movimento prog rock, Steven Wilsonescreve e produz música ininterruptamente desde os dez anos de idade e foi exposto pela primeira vez a esse universo quando, com apenas oito anos, ouviu o «Dark Side Of The Moon» dos Pink Floyd e o «Love To Love You Baby» de Donna Summer na companhia dos pais. Esses foram os álbuns fundamentais no desenvolvimento da direção musical que seguiria uns anos mais tarde quando o pai, que era engenheiro elétrico, lhe construiu um gravador multi-pistas e lhe colocou nas mãos as ferramentas necessárias para começar a experimentar com várias técnicas de produção e gravação. As primeiras maquetas começaram a surgir em meados dos anos 80 – numa altura em que Steven ainda estava na escola – e, no final da década, criou dois projetos que lhe valeram a entrada no mundo da música profissional: Porcupine Tree e No-Man. Os Porcupine Tree, que exploravam a sua enorme paixão pela música progressiva, psicadélica e ambiciosa dos anos 70, eram inicialmente uma banda imaginária, sendo o próprio a gravar todos os instrumentos. Os No-Man, por seu lado, eram uma colaboração com Tim Bowness e, graças à associação aos selos One Little Indian e Epic, começaram a receber elogios desde cedo. Influenciados por tudo o que vai do ambiental ao hip-hop, os singles e álbuns iniciais eram uma expansiva mistura de batidas dançáveis e orquestrações exuberantes, numa fusão que lhes valeu críticas favoráveis por parte de publicações como a Melody Maker e a Sounds.

Entretanto a popularidade crescente dos Porcupine Tree começava a superar o imaginário da pretensa banda. O segundo álbum, «Up The Downstair», de 1993, marcou a estreia do teclista Richard Barbieri e do baixista Colin Edwin e foi elogiado como "obra-prima do psicadélico". Ainda antes do final desse ano, transformam-se num grupo a sério com a inclusão de Chris Maitland na bateria, começam a fazer digressões e continuam a editar consistentemente novos discos, passando a ser vistos como "os Pink Floyd dos anos 90". Em 2001 assinam com a Lava Records, uma subsidiária da Atlantic e, com o apoio de uma estrutura maior e o novo baterista Gavin Harrison, editam «In Absentia» no ano seguinte. Apesar do som bastante mais pesado, o disco subiu às tabelas de vendas em vários países europeus e continua a ser um dos maiores sucessos de vendas dos Porcupine Tree. De seguida, Wilson baseou-se num argumento que escreveu em parceria com o cineasta Mike Bennion para compor «Deadwing», que foi considerado Álbum do Ano pela Classic Rock e se transformou no primeiro álbum do grupo a entrar para a Billboard 200. Em 2006, é editado o DVD ao vivo «Arriving Somewhere» e, no ano seguinte, um novo registo de originais. «Fear Of A Blank Planet», foi o registo dos Porcupine Tree que mais vendeu até à data, entrou para o #59 da Billboard e chegou ao # 31 no Reino Unido, sendo nomeado para um Grammy e considerado "álbum do ano" em várias publicações.

Entretanto o músico britânico tinha começado calmamente a lançar música em nome próprio e, a partir de 2003, disponibilizou através da sua própria editora, a Headphone Dust, uma série de CD-singles de dois temas, cada um com uma versão e uma canção original. A escolha e tratamento das "covers" (de originais de Alanis Morissette, Abba, The Cure e Prince, entre outros) eram totalmente imprevisíveis e, estilisticamente, permitiram-lhe expandir a sua paleta musical, da eletrónica ao noise, passando até por um registo acústico, mais despojado e baladeiro. Foram essas experiências que, em 2008, o inspiraram a gravar um disco de estreia a solo. «Insurgentes», de 2008, foi o resultado de dois anos de produção criativa e inúmeras sessões de gravação em todo o mundo, da Cidade do México ao Japão, passando por Israel. O segundo álbum a solo, «Grace for Drowning», um CD-duplo que reuniu «Deform To Form A Star» e «Like Dust I Have Cleared From My Eye», seguiu-se em 2011; no mesmo ano embarcou na sua primeira digressão em nome próprio, foi convidado para remisturar o catálogo dos King Crimson e juntou-se a Mikael Åkerfeldt, dos Opeth, para gravar como Storm Corrosion. De seguida, começou a compor com a banda que o acompanhou na estrada e que inclui na sua formação (o ex-teclista de Miles Davis) Adam Holzman e o guitarrista Guthrie Govan. Intitulado «The Raven That Refused To Sing (And Other Stories)», o primeiro fruto dessa colaboração, foi criado com base numa série de histórias curtas escritas por Wilson com Hajo Mueller e produzido pelo famoso Alan Parsons, sendo lançado em 2013. No Verão do ano seguinte é editado «Cover Version» (uma coletânea dos singles lançados entre 2003 e 2010) e, em Março de 2015, um novo trabalho conceptual intitulado «Hand. Cannot. Erase.».

Os bilhetes para o concerto custam 25€, à venda nos locais habituais.

sexta, 24 julho 2015 17:00

Jacob Whitesides ao vivo em Lisboa

JACOB WHITESIDES EM LISBOA

O Americano Jacob Whitesides, cantor de música indie e um verdadeiro sucesso das redes sociais, irá passar por Lisboa no dia 17 de outubro, com um espetáculo único no Espaço Armazém F.

Depois de esgotar em poucos minutos a sua primeira digressão europeia, realizada em maio, Jacob Whitesides aventura-se de novo no velho continente, desta vez acompanhado por uma banda, com a digressão “The Broke Billionaire Tour”, com início em setembro. O cantautor irá visitar 14 países, entre os quais Portugal, para apresentar o seu último EP.

Com apenas 17 anos, Jacob Whitesides tornou-se conhecido pelo contacto constante e genuíno que tem com os seus fãs através das redes sociais, promovendo exclusivamente todo o seu trabalho através destas plataformas sendo até o próprio quem controla a sua carreira (é CEO da sua própria editora - a Double U Records - gere a sua digressão e o seu próprio merchandising). De origens simples, o cantor é considerado um empreendedor inovador, apesar da sua idade.

Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

Armazém F | 17 de outubro
Abertura de portas: 19h00
Início do espetáculo: 20h00

jacobwhitesides.com/
facebook.com/JacobWhitesidesOnline
everythingisnew.pt

BILHETES JÁ À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS

Armazém F | 17 de outubro de 2015
Entrada * 20,00 Euros

Edpcooljazz anuncia que concerto de Mark Knopfler está esgotado

Concerto de Lionel Richie quase esgotado 

 

Oeiras, 21 de julho de 2015 – Depois dos concertos de Chick Corea & Herbie Hancock e de Caetano & Gil – Dois Amigos, Um Século de Música, é agora a vez de Mark Knopfler ver o seu concerto esgotar. Dos sete concertos que constituem esta 12ª edição do edpcooljazz, três deles registaram um sucesso absoluto e há mais um – o de Lionel Richie – que já tem poucos bilhetes disponíveis. Com casa cheia logo no primeiro dia do festival, que começou no passado domingo, nos Jardins do Marquês de Pombal, em Oeiras, com a tão esperada dupla de luxo do jazz, o edpcooljazz garante mais uma edição de concertos inesquecíveis.  

 

19, 23, 26, 28, 29, 30 e 31 são os sete números mágicos das sete noites imperdíveis de julho que a organização do edpcooljazz preparou para quem gosta de boa música. Pela primeira vez na história do festival três dos concertos realizam-se no estádio do Parque dos Poetas para poderem acolher os inúmeros fãs. São eles Mark Knopfler (28)Lionel Richie (30) e Caetano & Gil (31). Os restantes quatro decorrem no cenário luxuriante dos Jardins do Palácio do Marquês de Pombal, onde atuam Chick Corea & Herbie Hancock (19)António Zambujo (23)Lianne La Havas (26) e Melody Gardot (29).

 

Para informações úteis que permitem desfrutar ao máximo do edpcooljazz estão disponíveis em http://www.edpcooljazz.com/info-util.html

 

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CARTAZ COMPLETO 2015

O cartaz desta 12ª edição do edpcooljazz é o mais rico de sempre, contando com nomes de luxo como Chick Corea & Herbie Hancock (19 de julho, Jardins Marquês de Pombal), António Zambujo, primeira parte João Gil “Non-Finito” (23 de julho, Jardins Marquês de Pombal), Lianne La Havas, primeira parte iZem (26 julho, Jardins do Marquês de Pombal),Mark Knopfler (28 de julho, Parque dos Poetas), Melody Gardot, primeira parte Pierre Aderne (29 de julho, Jardins Marquês de Pombal), Lionel Richie - All the Hits, All Night Long, primeira parte Cais Sodré Funk Connection (30 de julho, Parque dos Poetas) e Caetano & Gil – Dois Amigos, Um Século de Música (31 de julho, Parque dos Poetas).

UNKNOWN MORTAL ORCHESTRA COM CONCERTOS EM NOME PRÓPRIO EM LISBOA E PORTO

Os Unknown Mortal Orchestra vão passar por Lisboa e pelo Porto, com dois concertos em nome próprio, já no próximo mês de novembro. O grupo irá apresentar o mais recente longa duração “Multi Love” editado em maio deste ano. A banda atua dia 13 de novembro no Armazém F e no dia seguinte ruma à Invicta, onde subirá ao palco do Hard Club.

O rock psicadélico do trio conquistou o público e a crítica desde a edição do disco de estreia homónimo editado em 2011. Hoje o sucesso da banda consolida-se com o lançamento do terceiro álbum de originais, comprovando-os como uma das principais bandas do indie rock americano da atualidade.

Armazém F | 13 de novembro
Abertura de portas: 20h00
Início do espetáculo: 21h00

Hard Club | 14 de novembro
Abertura de portas: 19h00
Início do espetáculo: 20h00

unknownmortalorchestra.com
facebook.com/unknownmortalorchestra
everythingisnew.pt

BILHETES À VENDA HOJE (TERÇA-FEIRA) NOS LOCAIS HABITUAIS

Armazém F | 13 de novembro de 2015
Entrada * 20,00 Euros

Hard Club | 14 de novembro de 2015
Entrada * 20,00 Euros

terça, 05 maio 2015 12:38

Vagos Open Air 2015: 7, 8 e 9 Agosto

VAGOS OPEN AIR 2015
vagos_cartaz2015
7-8-9 Agosto - Quinta do Ega (Vagos)

Os ALESTORM vão ocupar o lugar dos norte-americanos Halestrom no cartaz da VII edição do VAGOS OPEN AIR. Na sequência do cancelamento da atuação da banda liderada pelos irmãos Hale – que se viu forçada a cancelar os concertos marcados em Portugal, Espanha e Itália há umas semanas por conflitos de agenda –, cabe aos muito aplaudidos “piratas” escoceses deixarem a sua marca muito própria de folk/power metal junto do público que, nos dias 7, 8 e 9 de Agosto, vai transformar a idílica Quinta Do Ega num ponto de paragem obrigatória para qualquer apreciador de música pesada.

"Lay down your souls to the gods rock'n'roll"! Com a edição do icónico «Black Metal», em 1982, os VENOM transformaram-se numa das bandas mais influentes de que há memória nas últimas décadas e, no segundo fim de semana de Agosto, vão atuar no VAGOS OPEN AIR. Ao longo de uma carreira que já ultrapassou a marca dos trinta anos, o trio liderado pelo incontornável Cronos transformou-se num verdadeiro culto a nível underground e, durante as décadas seguintes, serviu de referência a toda uma geração apostada em tornar o metal tão extremo e obscuro quanto possível. A nível internacional, estão também já confirmados para subir ao palco os WITHIN TEMPTATION, BLACK LABEL SOCIETY, BLOODBATH, OVERKILL, AMORPHIS, HEAVEN SHALL BURN, TRIPTYKON, DESTRUCTION, ORPHANED LAND, VILDJHARTA, NE OBLIVISCARIS e MUTANT SQUAD. A representação nacional fica a cargo dos W.A.K.O., MIDNIGHT PRIEST, MOONSHADE e SCAR FOR LIFE, estando reunidas todas as condições para que, durante os dias 7, 8 e 9 de Agosto, Vagos se transforme numa Meca para os apreciadores da música pesada. Pelo sétimo ano consecutivo, o VAGOS OPEN AIR afirma-se como uma excelente mostra do que de melhor a música pesada tem hoje para oferecer em todos os seus quadrantes – do hard rock ao female fronted metal, passando pelo heavy, thrash, death, black, progressive e tudo o que fica no meio.

Influência seminal na evolução do thrash e do black metal, os VENOM juntaram-se no final dos anos 70 em Newcastle, Inglaterra. Originalmente um quinteto chamado Oberon, eventualmente reduziram a sua formação a um trio formado pelo vocalista/baixista Conrad "Cronos" Lant, pelo guitarrista Jeff "Mantas" Dunn e pelo baterista Tony "Abaddon" Bray. Influenciados pela intensidade pesada dos Motörhead e pelo impacto visual dos Kiss, desenvolveram um som obscuro e potente que, indo beber influências à N.W.O.B.H.M. e ao movimento punk, acabou por pavimentar o caminho para o surgimento posterior do thrash. A imagem macabra, orgulhosamente satânica, revelou-se a referência primordial para as legiões de bandas de black metal que, durante os anos 90, começaram a surgir em catadupa na Escandinávia e sim, foram eles que, já após a estreia «Welcome To Hell» em 1981, deram o nome à tendência com o lançamento de seu segundo álbum, «Black Metal», de 1982. O terceiro álbum do grupo, «At War With Satan» foi editado em 1984, sucedido por «Possessed». Os anos seguintes foram de mudança, com a banda a ser atormentada pelas flutuações de formação que se seguiram à saída de Mantas após «Eine Kleine Nachtmusik», de 1986. Um ano depois, «Calm Before The Storm» marca a estreia de Mike Hickey e Jim Clare, mas os dois guitarristas mantêm-se pouco tempo no grupo, acompanhando a saída de Cronos para se dedicar a uma carreira a solo. É nessa altura que Mantas decide regressar e, em parceria com Abaddon e o baixista/vocalista Tony Dolan (dos Atomkraft), criam uns "novos" Venom. É com esta formação que gravam «Prime Evil», «Tear Your Soul Apart», «Temples Of Ice» e «The Waste Lands». Durante os anos 90, o trio Mantas/Abaddon/Dolan continuou a tocar ao vivo pelo mundo, mas o grupo só voltaria ao estúdio após o regresso de Cronos em 1996. O retorno da formação original deu origem a «Cast In Stone» em 1997, mas depois de uma digressão mundial Abaddon abandona, sendo substituído pelo irmão de Cronos, Antony "Antton" Lant. Essa formação grava «Ressurection» em 2000, ainda antes de Mantas sair e propiciar o regresso de Mike Hickey, com quem gravaram «Metal Black» e «Hell», em 2006 e 2008. Na viragem da década, segue-se mais uma revolução profunda, que acabaria por estabelecer os Venom como são hoje. Com o lendário Cronos ao leme, Stuart "La Rage" Dixon na guitarrista e Danny "Dante" Needham na bateria, lançam «Fallen Angels» em 2011 e, já em 2015, um explosivo regresso à forma intitulado «From the Very Depths», o décimo quarto registo de uma carreira incrivelmente influente e cheia de peripécias.

Os bilhetes custam 65 euros (passe três dias) e 32 euros (diário) à venda nos locais habituais. Pack especial passe + t-shirt oficial do festival já à venda.

Mais info em: www.vagosopenair.eu

Press Release: Prime Artists

PATTI SMITH INTERPRETA HORSES EM CONCERTO ÚNICO NO COLISEU DE LISBOA DIA 21 DE SETEMBRO

A cantora e poetisa norte-americana, Patti Smith, vem a Lisboa no próximo dia 21 de setembro, para brindar o público português com um concerto único no Coliseu dos Recreios.

A lenda viva do rock traz ao Coliseu de Lisboa o primeiro registo de originais responsável pelo seu lançamento mundial, editado em 1975. "Horses", será interpretado na íntegra, bem como alguns dos mais marcantes temas da carreira da artista. 

Os bilhetes estarão à venda a partir de amanhã,  às 10h00, nos locais habituais. 

Coliseu de Lisboa | 21 de Setembro
Abertura de portas: 20h30
Início do espetáculo: 21h30

pattismith.net
everythingisnew.pt

BILHETES À VENDA AMANHà(QUINTA-FEIRA) NOS LOCAIS HABITUAIS

Coliseu de Lisboa | 21 de setembro de 2015

Plateia em pé/ geral/ galeria de pé * 35,00 Euros
Camarote 1.ª Frente * 42,00 Euros
Camarote 1.ª Lado * 39,00 Euros
Camarote 2.ª Frente * 39,00 Euros
Camarote 2.ª Lado * 35,00 Euros
 

Press release: Everything is New

Fear Factory
Demanufacture Tour – Celebrating Its 20 Year Anniversary
15 Novembro - Paradise Garage (Lisboa)
Abertura de Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 21h00

Os percursores do cyber metal comemoram o vigésimo aniversário do lendário «Demanufacture» com um espetáculo único em Lisboa.

Criadores e pioneiros do cyber metal como sub-género do extremismo sonoro, foram uma das primeiras bandas a misturar o peso castigador do death metal com a dureza fria dos samples e da eletrónica industrial, dando origem a uma paleta sónica suficientemente variada para poderem expressar a sua visão sombria e pessimista da sociedade, totalmente dominada pela tecnologia, em que vivemos hoje. Mesmo na sua versão embrionária, a música dos FEAR FACTORY já apresentava predicados mais que suficientes – os riffs bem marcados, o dualismo vocal e a abordagem mecanizada à percussão – para se destacar da competição e acabou mesmo por estabelecer uma nova tendência, com parâmetros nunca antes testados, no espectro da música pesada. E, se é verdade que há muitos músicos que se gabam de ser visionários, poucos são os que geram consenso quando o dizem ou, sequer, que podem afirmá-lo em público sem que alguém lhes aponte o dedo. O coletivo californiano liderado por Burton C. Bell e Dino Cazares é uma honrosa exceção à regra, revolucionário num universo em que a repetição é recorrentemente confundida com talento. Três anos após ter passado pela última vez por Portugal para duas atuações explosivas, os FEAR FACTORY regressam agora ao nosso país para comemorar duas décadas do incontornável «Demanufacture» com um espetáculo único – o embate acontece no dia 15 de Novembro, no Paradise Garage, em Lisboa.

Ao longo das últimas duas décadas, os norte-americanos FEAR FACTORY conquistaram um lugar de destaque no espectro da música extrema graças a uma sequência letal de álbuns de qualidade superior e, desde bem cedo, afirmaram-se como uma das propostas mais excitantes saídas do underground da década de 90. A abordagem inovadora à fusão de géneros aparentemente díspares como o death metal e o industrial fez com que, desde a edição de «Soul Of A New Machine», a estreia de 1992, tenham tido um impacto muito significativo no universo da música pesada – em todos os seus quadrantes. Devin Townsend, Rob Flynn, dos Machine Head, e Mark Hunter, dos Chimaira, são apenas alguns dos músicos que admitem abertamente a influência do grupo na sua música. Até Peter Tägtgren, dos Hypocrisy, já confessou que foram a sua principal fonte de inspiração no momento de criar o projeto Pain e Bill Ward, elemento fundador dos venerados Black Sabbath, diz que são um dos grupos com que mais gostava de tocar. De resto, nomes de criação bem mais recente como Mnemic, Scarve, Sybreed ou Threat Signal devem-lhes total reverência e, se Bell e Cazares não tivessem um dia decidido fazer música juntos, provavelmente essas bandas não existiriam.

O registo mais influente do fundo de catálogo do quarteto – que agora fica completo com Tony Campos no baixo e Mike Heller na bateria – é, sem margem para quaisquer dúvidas, «Demanufacture». Editada três anos antes, a estreia «Soul Of A New Machine» já tinha dado muito que falar, mas foi o álbum de 1995 que os estabeleceu de vez como uma das propostas mais revolucionárias e ambiciosas a sair da cena underground extrema na reta final do Séc. XX. Editado a 13 de Junho pela Roadrunner Records, foi o primeiro disco, um registo conceptual sobre a luta de um homem contra um governo controlado por máquinas, que gravaram com a formação que muita gente vê ainda hoje como sendo a clássica dos FEAR FACTORY – com Raymond Herrera e Christian Olde Wolbers na secção rítmica – e mostrou-os a darem um passo de gigante em relação ao registo anterior. Duas décadas depois, temas como «Self Bias Resistor», «Replica», «New Breed» ou «Pisschrist» continuam a afirmar-se como verdadeiros hinos e vão, obviamente, fazer parte do alinhamento de um concerto em que vão interpretar, pela primeira vez em Portugal, um dos títulos incontornáveis da música extrema na íntegra.

Os bilhetes para o concerto custam 22€, à venda a partir do dia 9 de Julho, nos locais habituais.


BIOGRAFIA FEAR FACTORY

Criados na cidade de Los Angeles em 1990, os Fear Factory entraram de rompante no espectro da música extrema com o lançamento do álbum de estreia, «Soul Of A New Machine», em 1992. Fundindo uma base declaradamente death metal com influências industriais, a formação original do projeto – o vocalista Burton C. Bell, o guitarrista Dino Cazares, o baterista Raymond Herrera e o baixista Andrew Shives – deu origem a uma sonoridade que nunca tinha sido explorada de forma tão intensa. Pouco tempo depois, a banda surpreende de novo com a edição de «Fear Is The Mindkiller», um EP composto por remisturas de temas de «Soul Of A New Machine» assinadas por Rhys Fulber e Bill Leeb (dos Front Line Assembly). O arrojo da experiência foi recebido com aplausos e, com «Demanufacture», de 1995, os Fear Factory materializaram de uma vez por todas o seu imenso génio criativo. A primeira gravação com Christian Olde Wolbers como baixista mostrou o quarteto a refinar a sua sonoridade muito própria e fez com que se transformassem num caso sério de popularidade à escala mundial.

«Remanufacture», o disco de remisturas de «Demanufacture», chegou aos escaparates em 1997 e permitiu-lhes ganhar algum tempo até à edição do terceiro álbum, no ano seguinte. «Obsolete» mostrou os músicos a darem mais um passo decisivo na sua evolução, expandindo o híbrido de metal e industrial a territórios onde nunca tinham ido. Apostando em arranjos mais elaborados, o coletivo assinou o disco mais imponente da sua carreira e – apoiado numa atmosfera cinematográfica que os viu serem convidados para participar nas bandas-sonoras de filmes como "Saw", "Mortal Kombat" e "Resident Evil" – entrou, pela primeira vez, na tabela de álbuns mais vendidos nos Estados Unidos. Aproveitando a explosão do nu-metal, lançam o disco seguinte em 2001 e, para surpresa geral, «Digimortal» consegue elevar ainda mais o seu estatuto em termos de exposição.

No entanto, nem tudo estava bem no seio do projeto e, em 2002, a tensão entre Bell e Cazares acaba por dar origem à saída do vocalista. Nesse ano são editados dois discos, a demo que lhes valeu o contrato com a Roadrunner («Concrete») e uma compilação de remisturas e raridades, intitulada «Hatefiles». Quando toda a gente pensava que os Fear Factory estavam mortos e enterrados, dá-se o impensável – Bell regressa ao grupo, Dino abandona e Wolbers passa do baixo para a guitarra, assumindo rapidamente a composição de novo material. É já com Byron Stroud (dos Strapping Young Lad) no lugar de baixista que começam a trabalhar em «Archetype», que é editado em 2004 e louvado como um regresso à forma. Aproveitando o embalo, o quarteto volta a fechar-se em estúdio no ano seguinte, regista «Transgression» e embarca na Fifteen Years Of Fear Tour em comemoração dos primeiros 15 anos de carreira.

Com a dupla Wolbers/Herrera a trabalhar no disco de estreia dos Arkaea – um projeto em conjunto com elementos dos canadianos Threat Signal – Bell e Cazares protagonizam uma jogada totalmente inesperada quando, em Abril de 2009, anunciam estar a escrever novamente música juntos. A ideia seria reunir a formação clássica da banda, mas Wolbers e Herrera recusaram-se a trabalhar com Dino e, após uma controversa batalha legal, os "novos" Fear Factory – com Byron Stroud no baixo e Gene Hoglan na bateria – apresentam-se ao mundo em 2010, com a edição de «Mechanize». Dois anos depois, regressam com uma nova sessão rítmica – Matt DeVries no baixo e Mike Heller na bateria – e «The Industrialist», o oitavo álbum de um projeto que se recusa a morrer. Em 2014, o ano em que comemoram o vigésimo quarto aniversário, assinam contrato com a Nuclear Blast e começam a trabalhar num novo álbum – «Genexus» tem data de edição agendada para o mês de Agosto e marca a estreia de Tony Campos no baixo.

Press Release : Prime Artists
sexta, 03 julho 2015 00:19

edp cooljazz: cartaz completo

Cartaz da 12ª edição do edpcooljazz completo

 

Cais Sodré Funk Connection na 1ª parte de Lionel Richie

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iZem na 1ª parte de Lianne La Havas

EDPCooljazz2015

 

 

Oeiras, 28 de maio 2015 – A organização do edpcooljazz completa o cartaz da 12ª edição com o anúncio de dois nomes para as primeiras partes dos concertos de Lionel Richie e Lianne La Havas.

 

A banda portuguesa Cais Sodré Funk Connection irá assegurar a 1ª parte de Lionel Richie, no dia 30 de julho, Parque dos Poetas, em Oeiras.Já no concerto de Lianne La Havas, que sobe ao palco dos Jardins do Marquês de Pombalno dia 26 de julho, em estreia absoluta em Portugal,a primeira parte fica assegurada pelo DJ francês iZem.

 

Mais duas confirmações que encerram o cartaz desta que é a 12ª edição do edpcooljazz.

 

           

Cais Sodré Funk Connection na 1ª parte de Lionel Richie

 

No dia 30 de julho, no palco do Parque dos Poetas, os portugueses Cais Sodré Funk Connection são os senhores que abrem a noite com o seu funk e soul inconfundível na primeira parte do concerto de Lionel Richie - All the Hits, All Night Long, onde o músico norte-americano irá interpretar os temas incontornáveis como “Hello”Say You Say Me”“All Night Long”“Stuck on You”“Dancing on the Celling”“Lady”, entre outros de um interminável reportório de luxo.

Nesta grande noite de edpcooljazz a banda portuguesa vai trazer o último trabalho, o seu segundo álbum com edição digital já no próximo dia 10 de junho, com o título "Soul, Sweat & Cut the Crap!", composto 100% por originais.

Alguns temas do primeiro single vinil 45rpm de funk em Portugal, editado ao lado da lenda Rickey Calloway, the King of Funk da Florida USA, em 2011, e canções do primeiro álbum de originais “You Are Somebody!”, editado no final de 2012, também vão estar em cima do palco nesta noite de edpcooljazz.

O conhecido grupo de veteranos português de funk e soul congrega elementos dos Cool Hipnoise, Orelha Negra, Mr Lizard, Afonsinhos do Condado, Spaceboys, Cacique 97 e Sitiados. Todos eles apaixonados pelo funk e a soul, com uma produção do mais contagiante groove, dedicam-se a recriar o som e o ambiente dos clássicos da Motown, Stax, Chess Records e outras editoras míticas das décadas de 60 e 70.

O novo single “Do the Math”, tema lançado já este ano e que faz parte da banda sonora da telenovela da RTP ‘Água de Mar’, vai estar também no palco do edpcooljazz nesta grande noite de 30 de julho que se prevê que dure “all night long”.

Facebook:https://pt-br.facebook.com/caissodrefunkconnection

Video: https://www.youtube.com/watch?v=KP2qmSaV5e8

 

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iZem na 1ª parte de Lianne La Havas

 

 

O produtor e Dj francês iZem, reconhecido também como um grande globetrotter, é o senhor que assegura a primeira parte da estreia absoluta em Portugal de Lianne La Havas, que sobe ao palco dos Jardins do Marquês de Pombalno dia 26 de julho.

 

Uma noite alternativa de edpcooljazz com a eletróncia e as produções do Dj francês, bem ao gosto irreverente da senhora que se segue, a inglesa Lianne La Havas, e que vai fazer a sua estreia absoluta em Portugal nos palcos do edpcooljazz.

 

As produções de iZem, tão apreciadas pelo mundo fora, vão estar em cima do palco nesta noite indy e cool, destacando-se o seu álbum de estreia "Hafa", lançado no início de 2015.

Tal como o seu passaporte "Hafa" é cheio de exotismo e com alma, com narrativas e sons afro inspirados nas suas jornadas intercontinentais, incorporando os sons tropicais juntamente com batidas modernas.

 

iZem é multifacetado, é Dj e apresentador de rádio e escreve música enquanto viaja por vários continentes. Começou a escrever música durante uma aventura de sete anos através do Brasil, Espanha, Argentina, Irlanda e Portugal e as suas produções resultaram num som híbrido exclusivo com influências tropicais locais misturado com o seu género analógico-digital. iZem atua regularmente como Dj em toda a Europa e na América Latina apresentando as suas próprias produções com batidas tropicais cheias de groove e com um toque de baixo.

 

 

Site: http://izem.me/home

Facebook: https://www.facebook.com/izemsounds

https://www.mixcloud.com/Dj_iZem/

 

CARTAZ COMPLETO

 

Cartaz desta 12ª edição do edpcooljazz é o mais rico de sempre, contando com nomes de luxo como Chick Corea & Herbie Hancock (19 de julho, Jardins Marquês de Pombal), António Zambujo, primeira parte João Gil “Non-Finito” (23 de julho, Jardins Marquês de Pombal), Lianne La Havas, primeira parte iZem (26 julho, Jardins do Marquês de Pombal), Mark Knopfler (28 de julho, Parque dos Poetas), Melody Gardot, primeira parte Pierre Aderne (29 de julho, Jardins Marquês de Pombal), Lionel Richie - All the Hits, All Night Long, primeira parte Cais Sodré Funk Connection (30 de julho, Parque dos Poetas) e Caetano & Gil – Dois Amigos, Um Século de Música (31 de julho, Parque dos Poetas).

 

Mais informações e galeria em www.edpcooljazz.com

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Spotify: https://play.spotify.com/user/edpcooljazz

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