Ruben Viegas
Dream Theater - Coliseu Porto
Dream Theater
Coliseu do Porto
17 de Julho de 2011
Porque isto é música, virtuosismo e qualidade! Isto é Dream Theater com o seu metal progressivo que juntou no passado domingo pelas 21:30h no Coliseu do Porto, miúdos e graúdos, homens e mulheres, que de todos os cantos do país se juntaram para ver e ouvir a banda. Forgotten Suns, a suposta banda de abertura, não actuaram por problemas técnicos relacionados com a tour.
Após 8 concertos em Portugal, a banda que sofreu em Setembro do ano passado a saída do fundador Mike Portnoy, apresentou-se no Porto, com uma força enorme, estando os focos todos virados para Mike Mangini, o novo baterista que demonstrou uma qualidade e aptidão estonteantes.
Começaram com “Dream Is Collapsing”, em forma de introdução, seguindo-se “Under A Glass Moon”, que desde cedo colocou o Coliseu em pé. James LaBrie, vocalista da banda, dirigiu-se ao público depois de “Forsaken”, agradecendo a recepção já habitual pelo público nortenho.
Mangini destacou-se de John Petrucci (que esteve “apagado”), pelo solo prolongado a que teve direito. No meio de baquetas partidas e muito suor perdido, o baterista deixou de boca aberta todo o coliseu, o que lhe valeu uma enorma ovação gritando em uníssono o seu nome. “Mangini, Mangini”, ouvia-se.
“Peruvian Skies” e “Caught In a Web” foram algumas dos temas que constaram numa setlist um pouco estranha da banda americana que, por falta de alguns clássicos, levantou algumas dúvidas quanto à colocação da fasquia deste concerto relativamente a outras presenças no passado em terreno nacional.
Deram a conhecer ao público o tema “On the Backs of Angles”do novo álbum “A Dramatic Turn Of Events” com lançamento para Setembro, elevando logo em seguida o espírito da plateia com “Fatal Tragedy”.
O melhor ainda estava para vir! Vinte minutos demonstraram mais uma vez o porquê de Dream Theater ser uma das maiores bandas de sempre de metal progressivo, ao interpretarem “The Count Of Tuscany”. Foi provavelmente o momento mais alto da noite, provando que não há dedos a apontar ao colectivo e muito menos em termos individuais, exceptuando uma setlist mais longa, variada e com mais clássicos.
No final agradeceram, de forma nitidamente emocionada (especialmente Mangini) o convite e a já habitual recepção calorosa, prometendo voltar no próximo ano, na tour do novo albúm!
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Jornalista: André Guimarães
Fotografia: João Pedro Ribeiro
Marés Vivas TMN 2011
Ambiente
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Dia 14
Pitt Broken e Anaquim
Por volta das 18h começaram a entrar os primeiros festivaleiros para a 9ª edição do “Marés”, que é já um dos maiores festivais no panorama nacional. A abrir os concertos do primeiro dia, estiveram os Pitt Broken, dando assim início aos concertos do Palco Moche. O bracarense Diogo Lima, e vocalista, em conjunto com a restante banda cativaram muitas dezenas de espectadores que desta forma se foram juntando no recinto. “Bad Romance”, cover de Lady Gaga, foi o momento mais alto do espectáculo. Anaquim seguiu-se entrando em palco com o seu habitual bom humor transportado para a música, enchendo o palco com os cinco elementos que compõem a banda. Entre outros temas interpretaram “A Vida dos Outros” e “O Meu Coração” que, por falta de orçamento, explicou o vocalista, em vez de Ana Bacalhau trouxeram o “pedal bacalhau”, ou seja, um pequeno pedal que emulava a voz da vocalista de Deolinda a partir da de José Rebola. Pequenos excertos de temas vintage como os que ilustram a Mafia italiana no filme “The Godfather”, não deixaram ninguém indiferente, enriquecendo a o espectáculo e enchendo de energia os festivaleiros naquele fim de tarde.
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Natiruts
Pisaram pela primeira vez um palco nacional em 2005 e desde então têm enchido as plateias portuguesas de público descontraído, despreocupado e com consciência ambiental. Natiruts não são apenas uma banda de reggae mas também uma grande fonte de música brasileira capaz de pôr de pé qualquer festival. Estavam ainda cerca de 300m de festivaleiros nos portões de entrada, quando Natiruts iniciaram o concerto pelas 22h. As primeiras músicas foram já de álbuns antigos, como por exemplo “Beija-flor”, que despertaram o público, deixando para uma fase mais tardia “Reggae Power” e “Liberdade pra dentro da cabeça”. Alexandre Carlo Cruz ressalvou que Portugal, além de passar por um período de crise continua a fazer bons festivais, pois “a cultura é um investimento”!
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Xutos & Pontapés
Mesmo depois de “cansarem” o público com tantos concertos dados num espaço de tempo tão curto na cidade do Porto, os icónicos heróis do Rock português, fizeram levantar as orelhas dos menos despertos, iniciando o concerto com cinco temas bem conhecidos, tocados de enfiada: “Sémen”, “Ai se ele cai”, “ À minha maneira”, “ Não sou o Único” e “O mundo ao contrário”. De seguida Zé Pedro, o foco de todas as atenções, agradeceu todas as orações, todo o apoio e energia que recebeu na fase de recuperação, citando: “Isto é que me faz bem”! Desfilaram uma setlist interessante com temas acústicos como “Homem do Leme” e “Maria”, que demonstrou um pouco o aspecto cansado que a banda apresenta actualmente.
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Manu Chao
Vinte e cinco mil espectadores (lotação esgotada) despediram-se de Xutos para transferir toda a sua energia para a grande atracção da noite. Manu Chao começou o espectáculo faltando quinze minutos para as duas horas da madrugada, e em poucos minutos já havia poeira, suor e grupos de dançarinos ao acaso por todo o lado. A mistura de punk e reggae, cantada em todas as línguas que o francês conhece, trouxe a Vila Nova de Gaia perto de duas horas de euforia, adrenalina e alegria. O francês não arranjou o palco de cores, nem de luzes e muito menos se fez notar pela interacção com o público, apenas se limitou a encher a alma de todos os que o escutaram de música sem fronteiras e raízes, mesmo aqueles que estavam em cima de sinais de trânsito e bicicletas fora do recinto.
A primeira noite da nona edição de um dos maiores festivais nacionais terminou ao som dos DJs no Palco Moche.
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Dia 15
Classificados
Seguiram-se os Classificados que repetiram a presença no Marés Vivas. Pop/Rock português de grande qualidade e energia, interpretada pelo multifacetado Serafim Borges, que assumiu, uma vez mais, voz, teclados e guitarra. A interacção com o público foi um dos pontos fortes deste concerto, obtendo sempre respostas bastante audíveis de miúdos e graúdos que aos poucos e poucos encheram o Palco Moche. Começaram com temas do último álbum “Perdidos e Achados”, deixando para uma fase mais tardia temas do primeiro álbum. “Só em ti (me reconheço)” e “Um segredo fechado” fizeram todo o público cantar e participar no espectáculo, que se revelou de grande qualidade, prometendo novas presenças no futuro.
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Expensive Soul
Pela primeira vez no Marés Vivas, os Expensive Soul abriram o palco TMN no segundo dia de festival, enchendo o palco de cor, talento e movimento. Demo e New Max, incansáveis, não pararam de correr e de puxar pelo público que rapidamente correspondeu à energia que vinha do palco, formando um imenso manto de braços que se movimentavam enquanto milhares de vozes cantavam em uníssono ao ritmo de músicas como “Eu não sei” e “O Amor é Mágico”. “Este está a ser o melhor concerto deste ano” – palavras de Demo a meio de um concerto que de facto foi um enorme marco na carreira da banda nortenha. É de realçar o grande momento que a banda está a viver e a grande interactividade que teve com o público, agradecendo imenso a presença e o apoio incansável que lhes deram durante a actuação.
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Skunk Anansie
Explosivo. Assim podemos descrever Skin e Skunk Anansie. O grupo britânico, excelentemente bem liderado pela já conceituada Skin, “partiu” tudo o que havia para partir. Rockalhada extremamente competente e baladas melodiosas prenderam (muito) público no recinto. Com muito brilho das suas asas douradas, a cantora dirigiu-se pela primeira vez ao público, dizendo um simples mas sincero “Obrigada”. Temas como “Yes Its Fucking Political”, “Secretly”, “Hedonism” e “Weak” colocaram à prova os dotes vocais do público. “ Vocês são espectaculares”, disse Skin. Este foi, sem dúvida, um candidato aos melhores concertos do festival.
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Moby
Ao passo de Skunk Anansie, Moby fez as delícias de quem procurava som electrónico mas igualmente estrondoso e enlouquecedor. Durante cerca de duas horas, o recinto do MVTMN transformou-se numa discoteca gigante que, mesmo após o concerto de Skunk Anansie, não viu um esqueleto parado. O norte-amaricano subiu ao palco com um concerto bem preparado, iniciando a actuação ao piano, passando o foco para a cantora que o acompanhou, que interpretou “In my heart” a plenos pulmões. Prosseguiu com os sucessos que todos conhecemos como “Go”, “Why does my heart feel sob bad?” e “Flower”. Abriu uma “disco-party” pelas duas horas da madrugada onde fundiu o som electrónico com o R&B e Rap, criando uma aura incrível que se misturava com as cores e as luzes do palco, criando algo fenomenal e muito próprio. Com muitos “obrigado” e dedicações das músicas, despediu-se do Marés Vivas, deixando o povo muito satisfeito!
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A segunda noite da nona edição de um dos maiores festivais nacionais terminou ao som dos DJs no Palco Moche, destacando-se o DJ Kicko.
Dia 16
Mia Rose
Último dia de Marés Vivas em Vila Nova de Gaia e que grande forma de lhe dar o pontapé de início. Mia Rose inaugurou o terceiro dia do festival, no Palco Moche, ainda sem muitos espectadores que como sempre, no abrir de um festival são difíceis de arrecadar. Porém, o single “Let Go” e a sua versão de “Paixão” de Rui Veloso, fizeram aparecer na arena os mais distraídos e fez cantar os atentos.
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Os Azeitonas
Os Azeitonas seguiram-se com grande estilo. A tenda encheu totalmente e de entre aplausos abusivos pode-se ouvir “Café Hollywood”, “Quem és tu miúda?” e “Anda comigo ver os aviões”. É uma banda já bastante conhecida e respeitada de todo o público português, que em português escreve um caminho bastante promissor e que deve ser encarado de uma séria e confiante.
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Aurea
A portuguesa Aurea abriu o Palco TMN do terceiro dia do Marés Vivas. Nem com a chuva a cair continuamente em cima do público, este não deixou de se apresentar a tempo e horas na fila da frente, para reservar lugar. Com a sua voz doce e energética, e sempre muito interactiva com o publico, tocou “Tower of Strenght”. De seguida “Busy”, um dos maiores sucessos da cantora não deixou ninguém calada e “afastou” toda a chuva. Houve ainda uma versão diferente de “Kiss” de Prince, que carregou o aspecto de mulher Rock’N’Roll que aparenta. Foi de resto uma presença muito interactiva com o público deixando frases de muitos agradecimentos e “vocês são os maiores”.
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Tindersticks
20 anos de carreira são de facto uma longa história desta banda britânica, que com um tom melancólico e sem com sorte com o tempo, não conseguiu cativar a atenção do público. Porém todos aqueles que mais se identificam com a banda ficaram para o concerto e tiveram tudo aquilo que esperavam da atuação destes senhores, liderados pela voz empolgante de Stuart Staples. Foi de resto um concerto que esteve longe dos principais deste Marés Vivas, mas que não deixou de receber uma grande ovação na sua despedida de mais uma presença em terreno nacional.
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The Cranberries
Com algum do “adormecimento” causado pelos Tindersticks, era hora de alguém fazer valer a noite. Foi então que entrou em palco The Cranberries que com pouco fizeram muito. “Analyse”, “Just my imagination” e “Animal Instinct”, letras bem conhecidos do publico português fizeram renascer o festival que se voltou a esquecer da chuva, uma vez que a banda já o tivera feito. Percorreram álbuns antigos e não esqueceram de propagar os recentes tendo durante a actuação uma fraca interacção com o público. Porém para quê falar quando a presença em palco resume tudo e faz valer tudo? Sem dúvida uma grande prestação. Ainda com uma pequena falha nas luzes que escureceu a banda, a banda nunca parou até que a campainha sua-se e em grande estilo deixaram o palco principal.
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Mika
Depressa passou um dos maiores festivais do país, que viu como última estrela no palco principal Mika. Com grande aparato entrou num palco muito bem preparado, mesmo que alagado, com quadros gigantescos que fizeram crescer as espectativas do publico, 22 mil. Com tantas energias guardadas e fasquia elevada, só podia explodir quando “Relax”, “We are strong” e “Love today” se fizeram ouvir. Este inicio deveu-se muito certamente à chuva e às correntes de ar frio que se faziam sentir, pelo que era necessário aquecer as almas e corações, para que assim o ambiente melhorasse. De entre Pop e baladas, Mika teve ainda tempo e espaço para demonstrar mais uma vez o belo entertainer que é, fazendo todas as suas teatradas musicais, enriquecendo desta forma o espectáculo. Nem todas as almas são de ferro e houve alguma desistências face à chuva e ao vento que se fez sentir.
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O Marés Vivas TMN despediu-se da praia do Cabedelo para voltar no próxima ano, prometendo um festival maior, de quatro noites, com mais artistas. Esperemos para ver e participar neste grande festival de música!
Jornalista: André Guimarães
Fotógrafo: João Ribeiro
Sumol Summer Fest 2011
SUMOL SUMMER FEST 2011

DIA 24 de JUNHO
FREDDY LOCKS
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SOJA
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NNEKA
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FAT FREDDY´S DROP
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ALBOROSIE
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DIA 25 de JUNHO
CACIQUE`97
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RICHIE CAMPBELL
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NATIRUTS
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DONOVAN FRANKENREITER
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ANTHONY B
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Fotógrafo: Ivo Mendes
{jcomments on}
The Legendary Tigerman [fotos]
Focado em contra luz no centro do palco do Teatro das Figuras em Faro, assim apareceu Paulo Furtado de guitarra de blues em punho, para apresentação do álbum ‘Femina’ para o público algarvio.
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O single ‘Life Ain’t Enough For You’ com a participação visual de Asia Argento deu o mote para um brilhante concerto. Aliás, sendo a presença feminina uma constante neste último álbum, duas telas de cada lado dos instrumentos que acompanham Paulo Furtado, mantiveram com vídeos de mulheres, muitas mulheres… Mulheres que fizeram os duetos para as músicas, mulheres que personificam a imagem que o músico transmite na composição das letras…
A meio da actuação, The Legendary Tigerman pediu para que as pessoas se levantassem das cadeiras e se aproximassem do palco, afinal de contas um concerto deve ser divertido e com emoção, sentimentos que dificilmente os presentes teriam sentadinhos confortavelmente nos seus lugares. O público acedeu e o resto do concerto foi passado a escassos metros do músico.
No reportório desta noite, não só ‘Femina’ foi tocado e os antigos álbuns ‘Naked Blues’, ‘Fuck Christmas, I Got The Blues’, ‘In Cold Blood’ e ‘ Masquerade’ não foram esquecidos e até uma cover de Micro Audio Waves foi incluída na setlist.
Pode-se dizer que The Legendary Tigerman chegou a Faro, viu, venceu e ainda teve tempo para dedicar uma música aos farenses. Um instrumental em que todos os presentes entoavam ‘FARO’ entre as pausas da música, e esta música foi-lhes dedicada porque Paulo Furtado ficou surpreendidíssimo com a lotação esgotada e a recepção do público durante todo o concerto. Aliás, a interacção entre o vocalista dos WrayGunn e o público presente, foi uma constante durante o durante todo o desempenho e regresso ficou prometido para breve…
Setlist
Life Ain’t Enough For You
Thirteen
Make You Mine
Walking Downtown
These Boots Are Made For Walking
Honey, You’re To Much
Light Me Up Twice
Naked Blues
& Then Came The Pain
I Just Wanna Know
Hey, Sister Ray
Route 66
The Whole World Got The Eyes On You
The Saddest Thing To Say
Crawdad Hole
Bad Luck R’n’B Machine
Big Black Boat
Encore
Radio & Tv
True Love Will Find You In The End
*A música dedicada a Faro, ficou dias depois disponível no myspace e Facebook do The Legendary Tigerman e podem fazer o download aqui.
Swallow The Sun - MusicBox
SWALLOW THE SUN
MUSICBOX
14 de Dezembro de 2010
Mar de Grises
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Sólstafir
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Swallow The Sun
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Fotógrafo: Paulo Tavares
Rock in Rio 2010: Vídeos dia 22

Dia 22 de MAIO
JOÃO PEDRO PAIS
LEONA LEWIS
TROVANTE
ELTON JOHN
Vídeos cedidos pela produção do Rock in Rio Lisboa 2010
Reportagem: Super Bock em Stock 2010
SUPER BOCK EM STOCK 2010

Super Bock em Stock 3ª edição, ainda mais arrojado com 15 concertos e muita perna para andar entre os 9 palcos onde tudo isto iria correr, Felizmente a organização pensou em tudo e tínhamos á nossa disposição uns impermeáveis vermelhos que não só nos permitiam não chegar encharcados ao próximo concerto, como nos tornava alvos incontornáveis nas movimentadas ruas em redor da avenida.
O festival abriu no são Jorge com os The Shoes, som meio electrónico e bastante pop para animar os estreantes, e em seguida no maxime com os portugueses Pinto Ferreira, que devido ao adiantado da hora não vi para correr até ao Tivoli onde me esperava um violinista muito sui-generis. Owen Pallet trouxe a Lisboa e para glaudio de muitos fãs que se apinhavam no Tivoli “Heartland” – o seu mais recente trabalho do compositor e “The Great Elsewhere” acompanhado apenas do violino, caixas de mistura e e a sua voz metálica, metamorfose sonora que nos leva a outros destinos, com paragens em “Lewis Takes Off His Shirt” e “Lewis Takes Action”, onde percebemos a sua faceta mais brincalhona. Tempo ainda para a cover “Odessa” de Caribou e o pedido de que da próxima o possamos ouvir com a acústica merecida.
De seguida e sempre no nosso passo frenético de quem quer ver o máximo, lá voltámos ao São Jorge para boa musica portuguesa com os B Fachada. Honestos com o seu timbre de trovadores, o vocalista lembra o Zeca, e o som Godinho, o que faz sentido já que ele estava ali para comnosco. Juntos e em separado, estas duas gerações de músicos portugueses, mostraram que há muita gente a levar musica até Lisboa amanhecer. O momento mais emblemático foi “Etelvina” com Godinho sentado no palco a garantir que a coisa estava encaminhada. Bem hajam todos aqueles que mantêm a nossa musica viva e de boa saúde.
Em seguida e no mesmo sitio vimos Zola Jesus, californiana. Zola tem uma presença algo estéril, frenética por um lado mas demasiado minimal por outro, acompanhada põe um microfone e uma mesa de mistura, as sonoridades simples e sombrias de Zola Jesus, são algo que promete mas que ainda não satisfaz. Percebemos pela sua voz poderosa que algo esta em construção ali dentro e aguardamos curiosos o nosso próximo encontro, de preferência numa sala mais intimista.
A segunda noite prometia igual agitação, e começou de forma serena no São Jorge com Domingo No Quarto samba acústica e suave. Homenageando desde Chico Buarque até Cartola, os portugueses deram um concerto agradável . Nuno Prata, ex Ornatos Violeta, apresentou junto com os seus companheiros de luta, o seu mais recente trabalho “Deve Haver” a uma sala recheada de público que não os trocou por Lula Penalt;/p>
E depois um dos mais esperados, os Junip,, mais conhecidos pelo seu vocalista, José González, a banda sueca regressou em 2010 com um álbum novo, Fields, e os temas “Tide”, “Always” e “Sweet and Bitter” e ‘já no encore Without You’.
Ao mesmo tempo, do outro lado da estrada, o Tivoli encheu-se de ritmos africanos com os Batida, demasiado barulho, e apitos a soarem de todos os lados, umas palavras de ordem entoadas monocordicamente e uma senhora que pulava dentro de um saco foram tudo o que retivemos deste momento musical, apreciado pelos muitos que ali se encontravam.
E depois deste momento menos feliz, lá fui até ao terraço do Tivoli, na esperança de que pelo menos a subida fosse recompensadora, e não sai derrotada, Jono McCleery não se fez rogado, e deixou encantados os que ali estavam..com uma mistura de folk e soul , um jazz muito suave invadiu o terraço do Hotel Tivoli, para aquele que para mim foi o melhor momento da noite, quer pela imprevisibilidade quer pela suavidade em que aquelas notas deslizavam nos meus ouvidos.
Mais uma fila para descer e já estava na hora da lotação da noite, uma fila interminável de fãs na rua á espera para ver a Diva e á meia-noite as luzes apagar. O porta-voz da banda, senhor muito eloquente, trajado a rigor e pronto para nos impressionar manda para o ar um ‘Tonight, we’re going to make history!’ e estava lançado o mote para a festa total. Para quem só cá anda há três anos, Janelle Monáe tem tudo, a indumentária ,os confettis, e ainda balões. ‘Overture’ deu o mote, um vídeo que nos explica o conceito de “ The ArchAndroid”, o primeiro álbum ,num cenário futurista de opressão de andróides. Janelle entra ao som de ‘Dance or Die’, acompanhada pelos seus dançarinos todos vestidos de preto e branco, e o público a dançar e saltar. A noite está feita: ‘Faster’ and ‘Lock Inside’, mostram os universos r&b, soul e funk, sempre pautados pela fantástica voz da americana. Apesar das influências bastante presentes Monáe é actual, coerente em temas como ‘Wondaland’, onde o pop é a força maior, e ‘Mushromm & Roses’, onde o rock psicadélico é que dita o caminho. “Cold War” e “Tightrope”, os momentos altos da curta carreira e ‘Come Alive (War of the Roses)’ foram a despedida desta grande senhora, 75 minutos de Janele Monáe que não desapontaram as expectativas do concerto do festival.
Entretanto, Marcos Valle deixava muitos ansiosos à porta da Sala 2 do S. Jorge, com o concerto a começar atrasado, algo que passados alguns minutos de boa musica já estava esquecido entre os muitos que ali se deliciavam ao som de um veterano da Bossa Nova.
No autocarro, que víamos enquanto corríamos de concerto em concerto, os Youthless ocuparam o palco e a julgar pelo entusiasmo dos que la se encontravam, a viagem foi animada.
A Arthouse Big Band encerrou no São Jorge. O projecto consistiu na partilha dos artistas, colocando Mazgani a cantar moonspel, Afonso Rodrigues (dos Sean Riley and The Slowriders), , Ronaldo (dos peixe:avião) e mesmo Virgul (dos Nu Soul) e por fim Fernando Ribeiro (dos Moonspell) a retribuir o tributo de Mazgani com “Mercy”. Uma boa iniciativa que cativou muitos curiosos e surpreendeu pela positiva todos os presentes.
Um festival em grande e já tem edição marcada para o próximo ano.
Dia 3 de Dezembro
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TIAGO BETTENCOURT EM FUGA
JORGE PALMA
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THE SHOES
PINTO FERREIRA
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OWEN PALLETT
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ADRIANA
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B FACHADA
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HOLLYWOOD, MON AMOUR
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LARS AND THE HAND OF LIGHT
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SPOKES
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KELE
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THE HUNDRED IN THE HANDS
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WAVVES
Dia 4 de Dezembro
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VICENTE PALMA
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LULA PENA
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MÁRCIA
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DOMINGO NO QUARTO
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NUNO PRATA
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JUNIP
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BATIDA
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I BLAME COCO
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JONO MACCLLERY
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JANELLE MONÁE
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LINDA MARTINI
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Reportagem: S.A.Algarve 2010 - Dia 29

Primeira noite da XXV Semana Académica do Algarve, teve direito a uma casa muito bem composta, e muitos foram os estudantes trajados a rigor, que fez com que o ambiente estudantil estivesse ao rubro, ou não falássemos nós da Semana Académica do Algarve.
Muitos foram os estudantes trajados a rigor inaugurando o recinto do País das Maravilhas, sem que antes tivesse lugar na Igreja da Sé, a já tradicional Serenata estudantil, que abriu as hostes da noite. Depois disso, a festa seguiu para o recinto, e já com muita gente animada e bem-disposta, o palco pertenceu às Tunas Académicas que ali se mantiveram até altas horas da noite. Depois, ainda no Palco Rua actuaram os Djs residentes do bar BA em Faro, Dj Di Hant e Dj MrKool.
Hoje a noite segue com os Xutos e Pontapés, que falharam a edição do ano passado da SA devido a uma lesão no braço de Kalú, os Virgem Suta no palco RUA FM e para terminar a noite, teremos Diego Miranda a animar as hostes mais dançáveis dos estudantes.
PÚBLICO
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TUNA BEBES ( Portimão )
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TUNA FEMINIS FERVENTIS ( Faro )
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REAL TUNA INFANTINA ( Faro )
VERSUS TUNA ( Faro )
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DJ Hunt e DJ MrKool
Reportagem: S.A.Algarve 2010 - 5 de Maio

Num dos dias em que ficou mais aquém daquilo que organização esperaria em termos de alfuência de público, os Buraka pouco tentaram e o resultado foi o um concerto muito morno.
Ainda que tivessem sido apresentadas muitas músicas do novo álbum, somente os singles 'Kalemba (Weggue Wegue)' e 'Sound Of Kuduro', fizeram verdadeiramente agitar as gentes farenses. Valeu o som dos Buraka, não deixar ninguém indiferente e agitações normais aconteceram com a batida do kuduro electrónico no recinto.
Mais perto do final, houve ainda tempo para os elementos dos Buraka chamarem algumas raparigas para cima do palco, e juntos elaboram uma dança conjunta e que muito animou o público presente.
A noite terminou na parte electrónica com DJ Sonic Blast.
TRIBUTO
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ORELHA NEGRA
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BURAKA SOM SISTEMA
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DJ SONIC BLAST
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Jornalista: Jorge Mestre
Fotógrafo: Rúben Viegas
Reportagem: S.A.Algarve 2010 - 4 de Maio

Neste dia 4 de Maio tivemos presentes nesta Semana Académica as seguintes bandas:
ACORDES XXV
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DIABO NA CRUZ
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O´QUESTRADA
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DJ SIR AIVA
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Jornalista: Jorge Mestre
Fotógrafo: Rúben Viegas















