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Aviso

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Ruben Viegas

Ruben Viegas

terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: Guns & Roses - Lisboa

 

GUNS & ROSES


PAVILHÃO ATLÂNTICO


6 de OUTUBRO DE 2010

 

GNR-0415

 

 

Dia 6 de Outubro, 20h30, já se formavam filas frente às diferentes entradas do pavilhão atlântico. Motivo, os Guns N’ Roses, lenda viva do rock dos anos 90, actuava nessa noite.

Os lugares livres eram poucos e, nos milhares de espectadores presentes a expectativa e entusiasmo eram visiveis.

Ao longo dos últimos anos, o interregno dos Guns e a carreira a solo do vocalista Axl Rose causaram algum desânimo, desilusão até - quem não se lembra de Axl de tranças, vários quilos a mais e postura arrastada que tantas criticas suscitou aquando da sua actuação no rock in rio Lisboa em 2006 – Mas nem isso evitou que uma multidão tenha acorrido ao concerto destes históricos do rock.

20h30, Sobe ao palco Sebastian Bach, ex homem forte dos Skid Row, convidado para fazer a primeira parte do espectáculo. Com 25 anos de carreira, esta foi a primeira presença em portugal deste músico que se assume como totalmente desligado da banda que o celebrizou.

Talvez prevendo o natural atraso de Axl e companhia, Sebastian Bach teve oportunidade de actuar durante 90 minutos, caso raro quando falamos de uma banda de abertura. Com uma energia contagiante, Sebastian não parou um instante, presenteando a plateia com o seu glam rock agradável mas algo datado.

Numa espécie de recuo aos anos 90, desfilaram no palco diversos temas dos albuns a solo de Sebastian Bach, a par com 5 temas dos Skid Row e, feitas as contas, foram os temas da banda que o celebrizou que maior receptividade arrancaram do público ali presente.

“Lisboa hoje é a capital do rock”, foram as palavras de ordem de Sebastian Bach que, acompanhado por uma banda competente, animou a plateia que ansiava pela entrada em palco dos seus idolos.

Uma hora e meia de atraso foi, mais uma vez, o selo de garantia dos Guns que ao longo dos anos têm vindo a habituar o seu público a esperas verdadeiramente intermináveis e, esta vez não foi excepção.

Mas pior do que a longa espera pelo concerto foi a excessiva duração do mesmo, causadora de algum cansaço visível por parte da plateia, sobretudo porque a energia em palco não foi constante, longe disso.

O concerto começou bem com o tema “Chinese Democracy” que dá nome ao último albúm da banda e assim continuou por algum tempo, com canções como “Welcome to the jungle”,” its so easy” ou “live and let die”, apresentando um excelente equilibrio entre as baladas e os temas mais rockeiros, mas acabou por se perder num exagero de solos e versões de temas, desde james bond à pantera cor de rosa, que puseram em causa o ritmo da actuação e sugaram a energia do público que ansiava pelos temas históricos da banda. A bem da verdade, somente temas como Welcome to the Jungle" , "Sweet Child O' Mine", "Knockin' On Heaven's Door" ou "November Rain" ou “Paradise City”arrancaram da plateia a euforia que seria previsível.

Sem Slash, a banda cumpriu, foi eficaz, mas faltou-lhe magia, talvez devido a algum saudosismo que o génio da guitarra nos deixou. É de facto, uma tarefa ingrata a de substituir um dos maiores e mais carismáticos guitarristas de sempre, Richard Fortus, Ron "Bumblefoot" Thal e DJ Ashba fizeram, e bem, o que podiam, mas sabe sempre a pouco.

Em forma, com a voz e a irreverência de sempre, Axl Rose foi, naturalmente a estrela da companhia e, estrela que é estrela, tem um guarda roupa à altura. Foram 9 vezes bem contadas as que Axl mudou de vestimenta, exibindo uma invejável colecção de casacos e chapéus e enchendo a sala com o seu carisma e postura inconfundível que nos fez esquecer o Axl de 2006.

Mas nem só de música viveu este concerto, que se revelou um verdadeiro espectáculo de pirotecnia, cor e muita luz e que, perdoem-me a repetição, só pecou por execesso de horas. O final, que tudo tinha para ser apoteótico – O incontornável paradise city e um show de fogo de artifício - acabou por sair prejudicado pelo cansaço acumulado na assistência, sendo que muita gente já tinha até saido do recinto antes do fim do concerto.

Boa música, boa execução, o Axl dos velhos tempos e um espectáculo visual digno de um concerto de estádio foram deitados a perder por uma actuação demasiado mastigada. Por vezes, simple is beauty.

 

Sebastian Bach

 

 

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Guns & Roses

 

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Jornalista: Ana Palmeiro

Fotos: Rúben Viegas



terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: Eels - Coliseu Lisboa

 

EELS


19 SETEMBRO 2010


COLISEU DE LISBOA

 

Eels-162

 

 

O Domingo ia avançando e se horários não são o nosso forte, já os nossos músicos estão ai para dar cartas. Emmy Curl entrou sozinha com a sua guitarra André, pouco passava das 21h30. A sua voz doce encheu o recinto ainda pouco preenchido, com trovas de estranhar e encantar dada a juventude da sua mensageira, e durante 30 minutos embalou-nos com temas do seu EP “Ether”,  onde nos fala do mar, da montanha, das pessoas e do amor, algo que nos toca a todos algures.Espero tenha deixado quem lá esteve com vontade de descobrir nossos talentos.

O espetáculo continuou ao som de "When You Wish Upon A Star" e foi assim que Mr. E nos preparou para  tomar o palco de assalto, e abrir sozinho a noite com uma versão crua de “Grace Kelly Blues” seguido de “Little Bird” e “End Times”. Já com quatro barbudos músicos em cena prosseguimos para “Prizefighter” e para as covers de “She Said Yeah” dos Rolling Stones, e “Summer In The City”, dos The Lovin' Spoonful.

A noite foi-se encorpando de rock and roll ao estilo ZZ TOP com "Tremendous Dynamite" ou "Paradise Blues"e de momentos delicados como "In My Dreams" , "In My Younger Days" ou “That Look You Give That Guy”, demonstrando que um artista nunca tem só uma faceta,mesmo que tenhamos todos uma visão preferida do mundo povoado de Mr E.


Para satisfazer todos estes entusiastas, tivemos ainda direito aos sons electrizantes que tanto caracterizam o som dos Eels nos temas"Fresh Blood", "Dog Faced Boy" e ainda” My Beloved Monster” e “Souljacker part I”.

“I Like The Way This Is Going” e “Oh So Lovely” fecharam o concerto dos Eels em Lisboa, terminando a viagem no mais recente disco de estúdio, «End Times», o último capítulo da trilogia saída da cabeça de 'E'.

No final, a promessa de reencontro com um "Havemos de repetir isto um dia destes”.

 

Emmy Curl

 

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Eels

 

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Jornalista: Telma Guerreiro

Fotógrafo: António Nascimento

terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: Deftones

 

DEFTONES


CAMPO PEQUENO


9 de Dezembro de 2010

 

Deftones-8390

 

Quem se deslocou ao Campo Pequeno nesta noite chuvosa da capital, decerto que não se arrependeu, mesmo que esta tenha sido a terceira visita da banda californiana ao nosso país este ano. Chino Moreno e companhia, mostraram que estão em forma (e de que maneira!) numa setlist recheada dos melhores momentos da banda ao longo dos seus já 22 anos de carreira.


Às 21 horas em ponto, Stephen Carpenter abre as hostes com uma fotografia ao público, para mais tarde recordar e dá os primeiros acordes de Rocket Skates deixando logo o público em delírio entoando em alto em bom som “guns, razors, knifes” do refrão. Haveria logo ali a certeza que iria ser grande a empatia entre o público luso e a banda durante todo o concerto. Seguiu-se ‘Around the Fur’, My Own Summer (Shove It)’ e ‘Be Quiet and Drive (Far Away)’ do álbum “Around the Fur”, em que a audiência já completamente extasiada, teve direito a Chino Moreno juntar-se à tribo para cantar na primeira fila ‘Elite’, provocando logo ali os primeiros crowd surfers da noite. ‘Knife Party’, Korea’ e a ‘Digital Bath’ com Chino a comando já da sua guitarra, deram o mote para que, o que é para muitos fãs o melhor álbum da banda, “White Pony”. Abriu-se então espaço para uma maior dedicação à apresentação do novo registo da banda. ‘Diamond Eyes’, ‘CMND/CTRL’, ‘Risk’ (esta dedicada a Chi Cheng, baixista original da banda que está em estado vegetativo à cerca de 2 anos, devido a um acidente de viação), ‘Beauty School’, ‘Prince’, ‘You’ve Seen The Butcher’ (último single lançado) e ‘Sextape’ de “Diamond Eyes”, e havendo no meio um cheirinho do “Saturday Night Wrist” com a música ‘Xerces’.


Energias recuperadas depois dos dois últimos singles da banda, e era tempo de voltar a enlouquecer as hostes com Bloody Cape e Minerva, se bem que esta última não seja das mais favoráveis à banda devido ao registo mais comercial. Facto rapidamente ultrapassado com aquele que seria um desfecho de luxo antes do encore, com ‘Passenger’ (infelizmente sem Maynard, mas com o público a entoar as suas partes), ‘Change (In The House Of Flies)’ e a eterna teenager song ‘Back To School (Mini Maggit)’.


Tempo para um pseudo-encore, já que Stephen nunca acabou por sair do palco e iniciou ali uma intro algo psicadélica na sua guitarra amarela fluorescente, no que seria o início do ponto alto da noite, já que os Deftones acabaram a noite só com músicas do seu álbum de estreia “Adrenaline”, o que certamente deixou muitos fãs saudosos desses tempos. ‘Birthmark’ enlouqueceu o público, ‘Root’ provocou um circle pit deixando Chino de sorriso na cara, ‘Engine No.9’ levou-o de volta às grades e ‘7 Words’ levantou por completo o público do chão.


A opinião parecia unânime no fim do espectáculo. Este foi sem dúvida uma das melhores actuações da banda em terras lusas, um alinhamento a arranhar a perfeição, um Chino Moreno em melhor forma do que nos últimos anos e com uma voz perfeita do inicio ao fim do concerto (algo que já não acontecia à algum tempo), Sergio Veja (ex-Quicksand) enquadrado perfeitamente na banda, Frank Delgado muito low-profile como é típico dele, Abe Cunningham fortíssimo na bateria, e a presença de uma bandeira portuguesa personalizada com os logótipos da banda, fizeram deste concerto, um dos mais memoráveis para fãs eternos da banda.

 

 

LAIA

 

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Deftones

 

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Jornalista: Jorge Mestre
Fotógrafo: Rúben Viegas
terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: Dark Tranquillity - Corroios

 

DARK TRANQUILLITY


4 DE OUTUBRO DE 2010


CINE-TEATRO DE CORROIOS

 

DarkTranquillity-515

 

 

Depois do brilhante concerto em Vagos no verão de 2009, estávamos ansiosos pelo regresso dos Dark Tranquillity.

A noite era promissora ,pois “Where Death Is Most Alive ” reunia aos suecos , os finlandeses  Insomnium e o seu mais recente álbum “Across the dark” .

Estavam lançados os ingredientes da noite que começou com os portugueses Karnak Seti no Cine-teatro de Corroios.

Passava pouco das das 21 horas e a nossa viagem “Across the Dark” começou com o tema  “intro” instrumental logo seguida por “Equivalence “, “Down With The Sun”e ”Where The Last Wave Broke”.

Niilo Sevänen, o frontman dos Insomnium foi falando com o publico, entusiasmado com a visita e com o acolhimento e claro declarando que somos muito melhores que nostros hermanos espanhóis na calorosa recepção que lhes fizemos. Do passado não muito distante  de “Above the Weeping World” ouvimos  “The Gale”,” Mortal Share “ e “The Killjoy” . A terminar,” Weighed Down With Sorrow” o final de Across the Dark e da nossa noite em comum, em que apenas o som demasiado alto foi nota negativa num concerto cheio de intimismo, brutalidade e melodia que tanto caracteriza o som dos Finlandeses.

Mas era para isto que aqui estávamos e  “At The Point Of Ignition” e  “The Fatalist” do mais recente “We Are The Void ” mostraram desde logo que não iamos sair desiludidos.Seguiram-se “Damage Done” e” Lost to Apathy” e os Dark Tranqullity iam mostrando que também de imagem se faz um concerto,acompanhados de vídeos projectadas no fundo, criando jogos visuais entre a banda, as luzes e as projecções.

Stanne e companhia estavam ali para deixar o seu melhor , e assim chegaram  “Monochromatic Stains” , “The Gallery” ,” The Wonders At Your Feet”. Por esta altura o calor que se fazia sentir era insuportável e só mesmo o entusiasmo que ali se viveu nos permitia continuar a pular e a cantar a plenos pulmões  temas tão carismáticos como o belíssimo “Misery's Crown”, o lendário “Haven”, e o presumível fim com“ Punish My Heaven”.

Ainda não nos dávamos por satisfeitos e eis que regressam com Final Resistance”, a lindissima ”ThereIn” e “Terminus” para o até já aos Dark Tranqulitye a Where Death Is Most Alive, felizmente com regresso garantido.

 

Insomnium

 

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Dark Tranquillity

 

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Jornalista: Telma Guerreiro

Fotógrafo: António Nascimento

 



 

terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: B.R.M.C. - Aula Magna

 

BLACK REBEL MOTORCYCLE CLUB


AULA MAGNA


8 de Novembro de 2010

 

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MURDERING TRIPPING BLUES

 

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BLACK REBEL MOTORCYCLE CLUB

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Fotógrafo: Rúben Viegas

 

terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: Apocalyptica - Aula Manga

 

APOCALYPTICA


AULA MAGNA


13 DE OUTUBRO DE 2010

 

Apocalyptica-0869


 

Com pontualidade britânica, eram 21h quando os londrinos  Livingston vieram até uma Aula Magna cheia apresentar Sign Language. ” Disease”, “One good reason “e a balada “Broken”, ponto alto do concerto, mantiveram a audiência pouco conhecedora, interessada durante os 40 minutos de concerto.

Eram 22h e no meio da escuridão e perante uma Aula Magna expectante eis que ouvimos as primeiras notas de “On the Rooftop With Quasimodo” música de apresentação a 7th Symphony.

Três violoncelos e uma bateria  foram os nossos companheiros e nós fomos contribuindo a plenos pulmões gritando as letras de  “Master of Puppets”, “Seek & Destroy” ou “Refuse/Resist”  na primeira parte do concerto em que recordávamos o início da carreira dos Apocalyptica.

Em Lisboa as vozes de 7th Symphony foram substituídos ao vivo em temas como “End of me” e “I'm Not Jesus”  por Tipe Johnson, companheiro finlandês de Eicca , Paavo , Perttu e Mikko. Contentíssimos pelo regresso em nome proprio á nossa lindíssima cidade, agora que  distam 10 anos da sua ultima visita, e com direito a experimentar Vinho do Porto, o que talvez tenha ajudado à confraternização.

A lembrar que eles banda e nós publico somos uma pauta bem mais vasta que metal, Eicca informou-nos que agora era a vez da “beatiful music of Cello” e sentados, presentearam-nos com “Beautiful» e “Sacra”, momentos  introspectivos  e pouco usuais neste tipo de concertos, e que deixaram o público encantado.

Mas a noite era de metal e a descarga tinha convite anunciado “ Last Hope”, ”Bring Them To Light”e o brutal “Inquisition Symphony” puseram a sala em peso de pé a abanar a cabeça, simular que tocavam violencelo, o que fosse para dar azo á energia que se sentia.

E era hora de ir embora, embora ninguém parece-se convencido, os finlandeses foram e nós, ficamos no nosso lugar, aplaudindo e aproveitando para respirar e dar um pouco do fresco  á sauna que se fazia sentir.

Para o encore, primeiro “At the Gates of Manala” o tema de abertura de7th Symphony , depois  Tipe regressou com “I Don't Care”, tema de “Worlds Collide” acompanhado mais uma vez por um publico incansável e para o final ,  “Hall of the Mountain King”,  Edvard Grieg na versão “Cult” dos Apocalyptica, com sabor  a resumo, potência, melodia, brutalidade e elegância, nesta noite vestida de violoncelos metaleiros.

 

LIVINGSTON

 

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APOCALYPTICA

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Jornalista: Telma Guerreiro
Fotografia: Rúben Viegas

 

terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem: Anathema - Teatro Tivoli

 

ANATHEMA


TEATRO TIVOLI - LISBOA


2 de Novembro de 2010

 

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No dia 2 de Novembro de 2010 tivemos os Anathema no Tetaro tivoli pela terceira vez consecutiva em Portugal, estes já tocaram no Porto em 2009, no Alliance Fest em 2008 e tiveram de passagem por Almada.


Tivemos os Slamo a abrir os britânicos Anathema, onde por sua vez estes não só abriram pela segunda vez a vinda de Anathema a Portugal como também, em Espanha, em quatros datas e locais difrentes  dos quais, Madrid, Sevilha, Granada e Barcelona.


Com os vinte minutos de prestação de Slamo a sala ainda não se encontrava composta, estes ainda tocaram uma música do seu novo álbum para o dar a conheçer ao público, encontrando-se ainda o ambiente esmorecido e calmo.


Para finalizar o concerto os Slamo agradeceram o convite que os britânicos lhes fizeram para abrir o seu concerto.


Com a entrada de Anathema por volta das dez horas da noite, as luzes e aplausos encheram o grande teatro de animação e enfuria por parte de todos os presentes, as frisas encheram se de máquinas de alguns grandes fotógrafos que ali estavam para registar aquela grande noite, nos andares de cima e os bancos junto ao palco sobressaia uma imensa multidão.


Sendo esta uma banda íntimista, o próprio local de concerto ajudou ao ambiente, um dos momentos cruciais deste concerto, foi quando os Anathema tocaram a música de Temporary Peace, do álbum de “A Fine Day to Exit”  e como o próprio nome diz, a sala ficou numa paz temporária, podendo-se verificar nas caras de todos os fãs  e nos seus olhos uma luz de paz que deles sobressaia, momento este que será inesquecível e que ficará  marcada na lembrança de muitos.


O concerto teve a duração inédita de duas horas e meia, deixando todo o público completamente preenchido com as suas sonoridades.


Os Anathema são uma banda essencialmente britânica de Liverpool, com influências de um estilo próprio de doom metal, transborda muito sentimentalismo nas suas letras e composições musicais. Recentemente vêem explorando sonoridades menos metal e mais progressivas.


São compostos por seis elementos, sofrendo ao longo do tempo algumas alterações na sua formação original.


Os seis elementos são compostos pelos músicos: - Vincent Cavanagh – voz e guitarra, – Daniel Cavanagh – guitarra, James Cavanagh – baixo.

John Douglas- bateria, Les Smith – teclado, Lee Douglas – voz.


De frisar que Vicent Cavanagh é irmão gémeo de James Cavanagh e irmão mais novo de Daniel Cavanagh.

 

 

SLAMO

 

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ANATHEMA

 

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Jornalista: Jandira Constantino

Fotógrafo: Rúben Viegas

 

terça, 17 novembro 2009 03:13

Reportagem Marés Vivas dia - 15

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1º Dia do Festival Marés Vivas - Gaia

 

Marés Vivas… mais uma grande edição deste grandioso festival, à beira-rio, onde o pôr-do-sol sobre a foz do Douro só vem abrilhantar os fins de tarde do festival. Neste primeiro dia de festival, o recinto demorou a encher, devido ao facto de ser um dia de trabalho, mas mesmo assim a organização esperava cerca de 20 mil pessoas.

 

Lobo

 

Esta banda, apresentando um rock pesado, tiveram a difícil tarefa de abrir as hostilidades deste festival. A adesão por parte do público foi muito fraca, visto ser um dia de trabalho e grande parte do público ainda estar à espera para entrar. Estiveram bem, conseguindo cativar algum interesse por parte do público.


Dr1ve

 

Com o recinto a encher-se a pouco e pouco, os Dr1ve, apresentando um pop-rock, foram eficazes conseguindo cumprir a missão de aquecer os espíritos dos festivaleiros. Apesar da pouca originalidade, tiveram o mérito de arrancar alguns passos de dança por parte do público ao som da música “A Wish”, o seu tema mais conhecido.

 

Morcheeba

 

Os Morcheeba subiram ao palco principal por volta das 22 horas, já com o recinto mais bem composto mas ainda com metade do espaço por preencher.. Foi uma entrada em ritmos indianos, calma, mas com grande classe. A expectactiva à volta deste concerto era grande, em grande parte por culpa da vocalista, Skye Edwards. A cantora regressou à banda, depois de sete anos a solo, onde integrou a formação original da banda juntamente com os irmãos Paul e Ross Godfrey. O novo albúm foi apresentado pela banda dá-se pelo nome de “Blood Like Lemonade”.

Skye, enquanto aprecia um copo de tequilla, brinda: “Cheers, everyone” pouco antes de cantar um dos grandes temas “Otherwise” onde o público  correspondeu com uma grande salva de palmas. A espectacular vista sobre o rio Douro, foi elogiada várias vezes durante o concerto pela vocalista.

À medida que o concerto foi avançando, a “maré” de pessoas foi aumentando, interagindo cada vez mais com a banda. Skye, despediu-se do público com “Rome Wasn’t Built in a Day”

 

Goldfrapp

 

Goldfrapp, considerados uma das grandes atracções deste primeiro dia de festival,  conseguiram uma maior adesão por parte do público. Alison Goldfrapp, a vocalista desta grande banda, com a sua voz suave, dá nas vistas pelo seu vestido aparatoso.

Ao longo do concerto, o bom jogo de luzes, acompanhado pela energia e movimentação da banda em palco, contribuiu para um “show” mais interessante que fez com que o público não demovesse. À medida que o concerto foi-se aproximando do fim, o público foi vibrando cada vez mais, atingindo o auge na música “I’m in love with a strict machine”.

 

GNR

 

Eram uma das grandes atracções da noite. Já com o recinto bem composto, os GNR tiveram um início de concerto muito bom, ao som do tema “Rei do Roque”. As primeiras músicas adormeceram o público, não havendo grande movimento pela plateia. Finalmente, a banda conseguiu despertar o público ao som da música “Morte ao Sol”. Algumas pessoas abandonaram o recinto mais cedo devido à chuva que se fez sentir e ao tardar da hora. Rui Reininho, teve o seu grande momento quando, no final do concerto, “encarnou” por momentos o mítico Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta). Os GNR cumpriram a sua missão e mostraram porque foram considerados cabeças-de-cartaz.

 

Edward Maya

 

Esta primeira noite do festival terminou em êxtase no Palco Moche ao som do DJ e Produtor Edward Maya, onde o público correspondeu em grande número.

 

Fotografias: João Ribeiro

Jornalista: Alexandre Guedes

terça, 17 novembro 2009 03:13

PJ Harvey - Aula Magna

PJ HARVEY

 

AULA MAGNA

 

25 de Maio de 2011

 

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Fotógrafo: Rúben Viegas

(texto brevemente)

terça, 17 novembro 2009 03:13

Nome: Apresentação EP [fotos]

A banda farense Nome, juntou-se em 2004, mas já são hoje uma banda de culto no Algarve. Isto deve-se ao facto de muito dos elementos dos Nome, terem pertencido a uma antiga banda, chamada Melomeno Rítmica. Banda essa que foi durante muitos anos idolatrada na região sul com temas como ‘Alvo’, ‘Esfera’, entre muitos outros, considerados autênticos hinos para os pós-adolescentes de agora.


E é muito desse público dos anos 90 que assistia aos concertos de Melomeno Rítmica, que hoje são os primeiros a estarem presente nos concertos, e apoiarem os Nome. Apesar de um novo nome, nova roupagem de som com a adição das teclas, a essência da antiga banda ainda está presente. Hoje em dia, os Nome tocam com um pop-rock mais presente, e tons mais comerciais, para cativarem não só o Algarve, mas sim, todo o Portugal e quiçá, além fronteiras também, como a própria banda já assumiu, cantando sempre temas em português.


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Banda vencedora da primeira edição do concurso “+ Música” em 2005, e vencedores também dum concurso em que o prémio final foi abertura de três concertos dos ‘Xutos e Pontapés’ no Algarve em 2006. Os ‘Nome’ gravaram ainda uma primeira demo em 2006 com dois temas, cuja gravação contou com a participação especial de Elísio Donas, teclista dos extintos Ornatos Violeta. “Passo em Falso” foi o primeiro single de apresentação da banda e chegou a passar no programa da Antena 3, Quinta dos Portugueses.

 

Depois de alguns concertos em 2007, como banda de suporte para The Gift e Terrakota, entre muitas outras, os ‘Nome’ começaram a preparar o seu primeiro disco. O primeiro tema de apresentação desse mesmo disco ‘O Erro’, foi lançado em 2009 e no final desse mesmo ano, o ep "Código Pele", foi apresentado com uma festa de lançamento, no passado dia 4 de Dezembro na Associação de Músicos do Algarve na terra natal da banda, para mais de 200 pessoas. O segundo avanço do ep, “Código Pele” é ‘Retocou Batom’ e foi lançado já em 2010, seguido de algumas apresentações que a banda já fez nalgumas Fnac do país.


Nome_CP



1- Prenda Índia

2- Retocou Batom

3- Segredo

4- Juliana

5- O Erro

6- Memórias




 

Os ‘Nome’ é compostos por João Neto (vocalista e guitarra acústica), Henrique Cabrita (teclas, samples e vozes), João Vargues (guitarra eléctrica), Pedro Barbosa (baixo) e Paulo Franco (bateria).

 

Nome - Vitamina

Ao Vivo na Semana Académica do Algarve 2009

 

 

 

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